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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Cristo está nos observando

Não devemos pensar que podemos fazer qualquer coisa as ocultas achando que não existe alguém a nos obeservar!
Na verdade as pessoas podem não saber nem perceberem, mas Deus, Cristo Jesus e o Espirito Santo nos observam 24 horas no ar, e nenhuma das coisas que pensamos ou realizamos as ocultas na verdade estão escondidas.
Tudo está descoberto aos olhos de Deus.

Certo dia logo após a conversão de Saulo de Tarso (Paulo), Cristo Jesus após ter ressuscitado e voltado novamente para os céus, falou a Ananias, para ir a casa de Judas na Rua Direita, pois chegando lá iria encontrar Saulo orando, porque encontrava-se cego da vista.
Cristo Jesus deu todas as orientações a Ananias, que apressadamente cuidou em obedecer.
Aquele a quem Cristo escolhe, é um ramo que dá muitos frutos.

E assim se fez:
""Em Damasco havia um discípulo chamado Ananias. O Senhor o chamou numa visão: "Ananias!"
"Eis-me aqui, Senhor", respondeu ele.
O Senhor lhe disse: "Vá à casa de Judas, na rua chamada Direita, e pergunte por um homem de Tarso chamado Saulo. Ele está orando; uma visão viu um homem chamado Ananias chegar e impor-lhe as mãos para que voltasse a ver".
Respondeu Ananias: "Senhor, tenho ouvido muita coisa a respeito desse homem e de todo o mal que ele tem feito aos teus santos em Jerusalém.
Ele chegou aqui com autorização dos chefes dos sacerdotes para prender todos os que invocam o teu nome".
Mas o Senhor disse a Ananias: "Vá! Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel.
Mostrarei a ele quanto deve sofrer pelo meu nome".
Então Ananias foi, entrou na casa, pôs as mãos sobre Saulo e disse: "Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que apareceu no caminho por onde você vinha, enviou-me para que você volte a ver e seja cheio do Espírito Santo"". (Atos 9.10-17)
Este é o que devemos seguir os passos, e depositar nossa inteira confiança.
A quem devemos amar, porque nos amou primeiro, desde a fundação do mundo, CRISTO JESUS!
Não perca tempo com algo que não te pode salvar, antes segui a Cristo o Salvador dos que crêem!

Fonte: Biblia Sagrada

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O novo nascimento, condição indispensável para entrar no céu

Jesus foi enfático:
“Quem não nascer de novo não pode ver o reino de Deus” (Jo 3.3) e acrescentou: “Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (Jo 3.5) e arrematou: “Importa-vos nascer de novo” (Jo 3.8). Nenhum indivíduo pode entrar no céu sem novo nascimento. Essa é uma condição indispensável. O que vem a ser, pois, o novo nascimento?

1. O que não é o novo nascimento

O novo nascimento não é algo que fazemos para Deus, mas o que Espírito Santo faz em nós e por nós. Nicodemos foi ao encontro de Jesus, de noite, e perguntou-lhe: “Mestre, sabemos que és vindo da parte de Deus porque ninguém pode fazer os sinais que tu fazes se Deus não for com ele” (Jo 3.1,2). Nicodemos era um homem rico, culto e  religioso. Ele era fariseu e membro do sinédrio. Tinha conhecimento, poder e influência. Tinha uma vida ilibada e guardava muitos preceitos da lei. Mas, essas coisas não eram suficientes para sua salvação, ele precisava nascer de novo.

Também Nicodemos tinha um relativo conhecimento de Cristo. Ele sabia que Jesus era vindo de Deus, que tinha uma singular capacidade de ensinar e fazer milagres e ainda, ele tinha convicção de que Deus estava do seu lado. Mas essas informações, mesmo sendo verdadeiras, não foram suficientes para dar-lhe a salvação, ele precisava nascer de novo.

Não se alcança o novo nascimento através de ritos, cerimônias e práticas religiosas. Ninguém entra no céu por pertencer à uma família cristã ou por freqüentar uma igreja evangélica. Ninguém é salvo porque recebeu o sacramento do batismo ou porque guarda determinados preceitos religiosos. Não se obtém a vida eterna por ter determinadas informações corretas a respeito de Deus e das Escrituras. Nicodemos era um mestre (Jo 3.10). Ele era um especialista nas Escrituras, mas não estava salvo. Faltava-lhe o novo nascimento.

2. O que é o novo nascimento

O novo nascimento é uma obra monergística do Espírito Santo. Nascer de novo é nascer de cima, do alto, do Espírito. Destaco três aspectos importantes sobre o novo nascimento.

Em primeiro lugar, o novo nascimento é produzido pela Palavra. Isso é o que Jesus quis dizer com nascer da água (Jo 3.5). A água que nos purifica não é a água do batismo, mas a água da Palavra (Ef 5.26). A fé vem pelo ouvir a Palavra (Rm 10.17). Somos gerados pela divina semente da Palavra (1Pe 1.23). Quando ouvimos a Palavra, a divina semente germina dentro de nós, produzindo uma nova vida.

Em segundo lugar, o novo nascimento é produzido pelo Espírito Santo. O Espírito Santo é o agente do novo nascimento. Somos salvos pelo lavar regenerador do Espírito Santo (Tt 3.5). Ele implanta em nós o princípio da nova vida e então, somos gerados de novo. Essa ação do Espírito Santo é invisível, porém perceptível. É como o vento que você não sabe donde vem nem para aonde vai, mas percebe seus efeitos (Jo 3.8). O Espírito é livre e soberano nessa ação salvadora. Ele é como o vento. Ele sopra aonde quer. A salvação é uma obra exclusiva e soberana de Deus. Ninguém pode determinar onde o vento do Espírito vai soprar e ninguém pode deter o vento
quando ele sopra.

Em terceiro lugar, o novo nascimento é produzido do sacrifício vicário de Cristo. Assim  como Moisés levantou a serpente no deserto, Jesus foi  levantado na cruz. Assim como os israelitas foram curados da mordedura das serpentes abrasadoras quando olharam para a serpente de bronze, assim também aqueles que, inoculados pelo veneno mortal da Antiga Serpente, Satanás, olham com fé para Jesus são perdoados de seus pecados e recebem o dom da vida eterna (Jo 3.14-16). Você já nasceu de novo?

Por: Rev. Hernandes Dias Lopes - http://hernandesdiaslopes.com.br/2008/02/o-novo-nascimento-condicao-indispensavel-para-entrar-no-ceu/#.VGZ0f8nyBf8

Regeneração – O Cristão é Nascido de Novo

A isto, respondeu Jesus: “Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” João 3:3


A regeneração é um conceito neotestamentário que nasceu, ao que parece, a partir de uma imagem parabólica que Jesus usou para mostrar a Nicodemos a interioridade e a profundidade da mudança que até mesmo os judeus religiosos deveriam ser submetidos a fim de ver e entrar no reino de Deus, e assim, terem a vida eterna (Jo 3:3-15). Jesus retratou a mudança como “nascer de novo”.

O conceito é de Deus renovando o coração, o núcleo da essência de uma pessoa, implantando um novo princípio de desejo, propósito e ação, uma dinâmica na disposição que encontra expressão na resposta positiva ao evangelho e seu Cristo. A frase de Jesus: “nascer da água e do Espírito” (João 3:5) remonta a Ezequiel 36:25-27, onde Deus é retratado como simbolicamente purificando as pessoas da poluição do pecado (pela água), conferindo um “novo coração”, colocando o Seu Espírito em seu interior. Porque isso é tão explícito, Jesus repreende Nicodemos, “mestre em Israel”, por não entender como o nascer de novo acontece (João 3:9-10). O objetivo de Jesus, como um todo, é de que não há exercício de fé em si mesmo para com o Salvador sobrenatural, nenhum arrependimento, nenhum discipulado à parte deste novo nascimento.

Em outro lugar, João ensina que a crença na Encarnação e Expiação, com fé e amor, santidade e justiça, é o fruto e a prova de que alguém é nascido de Deus (1 João 2:29, 3:9, 4:7, 5:1, 4). Assim, parece que, como não há conversão sem novo nascimento, então não há novo nascimento sem conversão.

Embora a regeneração infantil possa ser uma realidade quando Deus assim propõe (Lucas 1:15, 41-44), o contexto normal de novo nascimento é no chamado eficaz, isto é, no confronto com o evangelho e a iluminação quanto à sua verdade e sua significação como uma mensagem de Deus para o próprio homem. A regeneração é sempre o elemento decisivo no chamada eficaz.

A regeneração é monergística: isto é, inteiramente obra de Deus, o Espírito Santo. Ela ergue o eleito do meio dos mortos espiritualmente para uma vida nova em Cristo (Ef 2:1-10). A regeneração é uma transição da morte espiritual para vida espiritual, e uma fé em Cristo consciente, intencional e ativa é o seu fruto imediato, e não sua causa imediata. A regeneração é a obra de que Agostinho chamou de graça “preveniente”, a graça que precede as procedências do nosso coração para com Deus.


Fonte: J. I.  Packer - http://www.reformaerazao.com/2010/02/regeneracao-definicao-j-i-packer.html
de: Concise Theology: A Guide To Historic Christian Beliefs
Publicado no Monergism.com
Tradução: Reforma&Razão

A Justificação pela Fé

                                                            (Sobre a Dupla Imputação)
 


A. O Significado de “Imputação”.
Imputar algo a uma pessoa significa pôr esse algo em sua conta (creditar) ou contá-la entre as coisas que lhe pertencem - ser-lhe creditado, e o que lhe é imputado passa a ser legalmente seu; é-lhe contado como sua possessão. Imputar significa contar, creditar, atribuir.

“Enquanto se faz referência ao significado de imputar, não importa quem é o que imputa, se é um homem (1 Sm 22:15) ou Deus mesmo, como vemos em Salmo 32:2; não importa o que é imputado, se uma boa ação para recompensa (Sm 106:30) ou uma ação má para castigo (Lv 17:4); e, finalmente, não importa se o imputado é algo que nos pertencia pessoalmente antes da imputação, como no caso citado anteriormente do Salmo 106:30, donde se imputa a Finéias sua própria boa ação, ou algo que não nos tem pertencido previamente, como é o caso em que Paulo pede a Filemom que uma dívida que não é sua pessoalmente, lhe seja colocada em sua conta (Fm 18). Em todos estes casos a ação de imputar é simplesmente colocar algo na conta de alguém. De forma que, quando Deus, no caso aqui, diz “imputar pecado” a alguém, o significado é que Deus considera o tal como pecador e em conseqüência, culpável e merecedor de castigo. Semelhantemente, a não imputação de pecado significa simplesmente não atribuir essa carga como base do castigo (Sl.32:2). Da mesma forma, quando Deus diz “Imputar justiça” a uma pessoa, o significado é que Deus considera judicialmente tal pessoa como justa e merecedora de todas as recompensas a que tem direito toda pessoa justa (Rm.4:6-11)”.

B. A Base da Justificação

A dupla imputação de pecado e justiça (referidos a Cristo e ao crente) forma a base da justificação.

1. Os pecados dos crentes foram imputados a Cristo - por isto Ele sofreu e morreu na cruz (1 Pd 2:24; II. Co 5:21). Cristo foi feito legalmente responsável pelos pecados do crente, e sofreu o justo castigo que a este correspondia. Ao morrer no lugar do crente, Cristo satisfez as demandas da justiça e o libertou para sempre de toda possibilidade de condenação ou castigo. Quando os pecados do crente foram imputados a Cristo, o ato de imputação não fez a Cristo pecador ou contaminou Sua natureza -tampouco, de modo algum afetou Seu caráter; este ato só tornou Cristo o responsável legal de tais pecados. A imputação não troca a natureza de nada; somente afeta a posição legal da pessoa.

2. Jesus Cristo viveu uma vida perfeita - guardou completamente a lei de Deus. A justiça pessoal que Cristo obteve durante Sua vida na terra é imputada ao pecador no momento em que este crê. A justiça de Cristo é outorgada ao crente; e Deus o vê como se ele mesmo houvesse feito todo o bem que Cristo fez. A obediência de Cristo, Seus méritos, Sua justiça pessoal é imputada (atribuída) ao crente. Isto de modo algum troca a natureza do crente (como também a imputação de pecados a Cristo não muda a Sua natureza); somente muda a posição legal do crente diante de Deus.

C. O Meio da justificação.

O meio pelo qual o pecador recebe os benefícios da obra salvadora de Cristo (Sua vida sem pecado e Seu sacrifício), é a fé n’Ele. Ninguém pode ser justificado senão pela fé; no entanto, ninguém é justificado sobre a sua fé. A fé, em si mesma, não salva o pecador; porém o leva a Cristo, o qual é quem, de fato, salva; portanto, a fé, conquanto seja um meio necessário para a justificação, não é em si mesma a causa ou a base da justificação. “Paulo disse que os crentes são justificados dia pisteos (Rm.3:25), pistei (Rm.3:28) e ekpisteos (Rm.3:30). O dativo e a preposição dia, representam a fé como meio instrumental pelos quais Cristo e Sua justiça são imputados; a preposição ek mostra que a fé ocasiona, e logicamente precede, nossa justificação pessoal. Paulo nunca disse, e sem dúvida negaria, que os crentes são justificados dia pistin, ou seja, por causa de sua fé. Se a fé fosse a base da justificação, a fé seria, com efeito, uma obra meritória; e a mensagem do evangelho seria, depois de tudo, meramente uma nova versão da justificação por obras, doutrina considerada por Paulo como irreconciliável com a graça, e destrutiva espiritualmente (Compare Rm 4:4; 11:6; Gl .4:21-5:1 2). Paulo considera a fé, não como a causa da justificação, mas como a mão vazia, estendida, que recebe a justiça ao receber a Cristo”.

D. A distinção entre justiça “imputada” e justiça “pessoal”

Devemos ter o cuidado de não confundir a justiça imputada (a qual recebemos pela fé e que é a única base de justificação) com os atos pessoais de justiça (santidade), realizados pelos crentes como resultado da obra do Espírito Santo em seus corações. Hodge disse:

“A justiça pela qual somos justificados, não é algo feito por nós nem nada que tenhamos forjado em nós mesmos, mas algo feito por nós e a nós imputado. É a obra de Cristo, o que Ele fez e sofreu para satisfazer as demandas da lei (...) não é nada que tenhamos criado ou forjado em nós ou algo inerente em nós. Por isso dizemos que Cristo é nossa justiça; que somos justificados por Seu sangue, Sua morte, Sua obediência; somos justos nEle e somos justificados por Ele, ou em Seu nome. A justiça de Deus, revelada no Evangelho e pela qual somos constituídos justos é, portanto, a justiça perfeita de Cristo, a qual cumpre completamente todos os requisitos da lei a que os homens estão obrigados e que todos os homens tem quebrado”.

A base da justificação é A OBRA DE CRISTO, e O MEIO da justificação é a FÉ EM CRISTO.

Extraído do Livro “Romanos, um bosquejo explicativo”

Fonte: Jornal “OS PURITANOS” - por David S. Steele e Curtis C. Thomas
http://www.monergismo.com/textos/justificacao/just_steele.htm

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