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sábado, 25 de outubro de 2014

Visita do Papa a Israel é cumprimento de profecia, diz pesquisador




O Papa Francisco visitou Israel neste final de semana, serão três dias de viagens – que terminou nesta segunda-feira (26) passando pela Jordânia, Belém e Jerusalém.
A visita diplomática pode ter um caráter espiritual que muitos cristãos não perceberão. De acordo com Luiz Fernandes, do Spiritual Group, a viagem tem ligações fortes com uma profecia de Daniel. Fernandes cita o livro de Daniel capítulo 11 versículo 45 que diz: “Armará suas tendas reais entre os mares, no belo monte santo. No entanto, ele chegará ao seu fim, e ninguém o socorrerá”.
Para o pesquisador, o texto, que se refere ao Rei do Norte, é uma representação do Papa. No capítulo 12 do livro de Daniel o profeta fala de um tempo de angústia “tal como nunca houve” que pode significar que após esta visita do Papa a Israel iniciará o período de tribulação.
“A entrada do “Rei do Norte” na terra gloriosa (Israel) é o evento que acontece antes da grande tribulação e isso está acontecendo bem diante dos nossos olhos”, grifa o pesquisador.
“O ‘Rei do Norte’ (o papado) nesse exato momento em sua visita a Israel, está entrando na “Terra Gloriosa”, sua intenção é preparar caminho para uma paz aparente entre judeus e palestinos intermediando em ambos os lados e nos bastidores uma concordata que o grande público e os próprios israelenses desconhecem, que é a construção do 3º Templo Judeu em troca da Soberania do Estado Palestino na ONU, exatamente como diz a profecia”.
Fernandes acredita que além de aceitar os locais santos que Israel passará para o Vaticano, o Papa Francisco, em nome da paz entre os povos, também vai apoiar a formação do Estado da Palestina.
Confira a entrevista na íntegra:
Qual a sua opinião sobre a visita do Papa Francisco a Israel? O que a Bíblia nos diz à respeito disso?
Na verdade o que está para acontecer nessa visita do papado há Israel foi profetizado por Daniel há mais de 2600 anos atrás, e de forma resumida coloco esse vídeo para ilustrar.
“E (o papado, o Rei do Norte) armará a tendas do seu palácio (seu governo) entre o grande mar (o mar mediterrâneo) e o monte santo e glorioso (o monte do templo); mas virá ao seu fim (a destruição do anticristo), e não haverá quem o socorra.” [Daniel 11.45]
Repare que esse é o final do capítulo 11 de Daniel e, abrindo o capítulo 12, ele fala de um tempo de angústia “qual nunca houve”, que é justamente a grande tribulação predita pelo Salvador em Mateus 24, portanto a entrada do “Rei do Norte” na terra gloriosa (Israel) é o evento que acontece antes da grande tribulação e isso está acontecendo bem diante dos nossos olhos, porém como explicado também pelo próprio Senhor Jesus em Mateus 25, na parábola das virgens, a totalidade das igrejas estão completamente adormecidas…
Essa profecia já teve um cumprimento no passado por mais de uma vez, as Sagradas Escrituras porém através do livro de Daniel, falam de um momento único que nunca houve antes repare o texto:
“Nesse tempo (no tempo relatado no final de Daniel 11 quando o Rei do Norte que é o papa fará sua entrada triunfante em Israel), se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia,qual nunca houve, desde que houve nação…” [Daniel 12.1]
Portanto com isso, através do texto acima, podemos descartar o cumprimento histórico, pois o texto aponta para o futuro e deixa claro que seu cumprimento é profético e não histórico. Em um futuro breve o próprio controle político e religioso de Israel será entregue ao papado, aliás como todos sabem, a fundação do Estado de Israel foi feita exclusivamente para atender aos interesses da Família Rothschilds que o financiou completamente, assista a esse vídeo, para saber quem de fato está por detrás financiando a nação de Israel.
De maneira inequívoca Daniel 11 revela esse passo-a-passo culminando com a guerra final de Apocalipse 16.14 onde “os reis do mundo inteiro” liderados pelo anticristo e Satanás, se reunirão na Terra desafiando o próprio Deus Todo Poderoso dos céus. E tudo isso não é de se admirar, pois aqueles que tem um mínimo conhecimento da história e propósito da Ordem dos Jesuítas, sabem que sempre fez parte dos planos jesuítas submeter todas as religiões e governos sob o controle do papado, e para tal seu trono precisa ser colocado em Jerusalém.
Para conseguirem essa proeza, eles tem nada mais nada menos que o apoio do maior poder econômico do planeta, a Família de Banqueiros mais poderosa do Planeta: “Os Rothschilds”, principais donos dos Bancos Centrais de todos os países do mundo e ambos, desde a Revolução Francesa estão trabalhando intensamente nos bastidores para a execução desse plano nefasto!
Você acredita que esse papa sendo um jesuíta tem uma relação direta com a entrega de Jerusalém e a nação de Israel para o controle do Vaticano?
Sem a menor sombra de dúvidas! Como expliquei acima a posse da cidade de Jerusalém sempre foi um sonho papal e a principal meta dos jesuítas. Os jesuítas não cessarão seus esforços enquanto o papa não estiver de posse de Jerusalém, a qual os historiadores chamam de “umbigo do mundo”, o centro de toda a terra. Na verdade a história nos revela, o quanto essa estreita faixa de terra já foi disputada ao longo dos séculos, passando pela “mão” de vários poderes, num tempo ou noutro que estiveram de posse da Palestina.
A cidade de Jerusalém e Israel encontram-se na união de três importantes continentes: Ásia, Europa e África e sempre marcou a trilha das grandes rotas comerciais, conforme nos indicam os mais antigos registros da história humana, também é o ponto de encontro das 3 grandes religiões: Judaísmo, Islamismo e Cristianismo.
Qual a sua opinião sobre a postura do Vaticano frente a emancipação da Palestina tornando-se uma nação? O papa Francisco apoiará essa causa? A Palestina será aceita na ONU como uma Nação ou seja um Estado independente?
O cardeal jesuíta Bergoglio (como o cargo de papa é vitalício wikipédia, Bento enquanto estiver vivo, ele é o papa), está indo a Israel e a Palestina com essa finalidade, apoiar a causa palestina diante de todo o mundo e preparar caminho para a formação do Estado Palestino! Atualmente ele hoje é considerado pela grande mídia mundial como: O “paladino da justiça e dos pobres” e usará de toda a sua influência para preparar o caminho na ONU para a formação do Estado Palestino (algo que até há pouco tempo atrás era era impensável), e isto será será considerado um “Milagre Papal”: Unir judeus e palestinos!
O que poderia ter mais relevância mundial do que unir os descendentes dos 2 filhos de Abraão (Isaque e Ismael) que representam as 2 famílias que mais de odeiam na face da Terra? Judeus e árabes-palestinos.
Isso será algo único, emblemático, será a grande celebração da união da “família humana” e para comemorar esse “grande feito” nada melhor do que instituir um dia católico pagão de adoração, o “Dia do Sol” (domingo em inglês é sunday), que a igreja romana chama de “Dia da Família” como sendo o “Dia do Senhor” em pleno Israel, vejo aqui nesse vídeo como isso já está acontecendo…
Porém, essa paz e segurança durará apenas em um primeiro momento: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão.”  [1 Tessalonicenses 5.3]
Como acha que Israel e seus governantes permitirão que a Palestina se torne uma nação independente?
Jerusalém está sendo preparada para receber o trono do anticristo! O domínio de Jerusalém não ficará nem com Israel nem com os Palestinos e sim com o papa! O próprio anticristo estabelecerá o seu trono em Jerusalém, será na verdade um cumprimento diabólico e falso da profecia em Jeremias 3.17 que revela que um dia, o verdadeiro trono que estará ali será o Trono de Cristo!
“Naquele tempo, chamarão a Jerusalém de Trono do Senhor; nela se reunirão todas as nações em nome do Senhor…”  [Jeremias 3.17]
O nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo há mais de 2.000 anos atrás profetizou sobre esse engano:
“Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis.” [João 5.43]
“Eles, porém, clamavam: Fora! Fora! Crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso rei? Responderam os principais sacerdotes: Não temos rei, senão César! [João 19.15]
Vemos que assim como está em Eclesiastes 1.9: “O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer…”
Atualmente o “monte santo” está ocupado pelo templo islâmico, porém o texto em Daniel 11.45 revela que:
“E (o papado, o Rei do Norte) armará suas tendas do seu palácio (seu governo) entre o grande mar (mar mediterrâneo) e o monte santo e glorioso (o monte do templo)…”
A entrega do controle de Jerusalém e consequentemente o Monte do Templo para o papado, que será chamado como o único capaz de intermediar o grande conflito entre judeus e palestinos que será gerado pela formação do Estado Palestino, culminará com uma cerimônia apostata consolidando o Ecumenismo Mundial! A verdade é que o Estado de Israel e o futuro Estado Palestino estão sendo preparados para serem em breve, o palco mundial dos acontecimentos finais, os conflitos aumentarão naquela região e o papado estará esperando o momento certo para declarar que, Jerusalém é um território internacional e, assim, ficará sob a custódia do Vaticano.
Em meio a essa crise terrível que se encontra diante de nós, você teria uma mensagem de esperança para nos dar?
Com certeza, em meio a tudo isso, um GRUPO ESPECIAL de pessoas está se formando… São 144.000 pessoas espalhadas pela terra, sua igreja espiritual, esses sim são os “verdadeiros judeus” que espelharão perfeitamente o caráter de Cristo sobre a terra:
“Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus. [Romanos 2.28-29]
“Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.” [Gálatas 3.28]
A profecia em Daniel 11.44 revela que os rumores do oriente espantarão o papado:
“Mas, pelos rumores do Oriente e do Norte, será perturbado e sairá com grande furor, para destruir e exterminar a muitos.” [Daniel 11.44]
Logo no início do versículo a conjunção “Mas” faz toda a diferença e indica o “Momento da Virada”. Esses rumores do Oriente representarão a mensagem poderosa do Alto Clamor pelos fiéis que foram selados e batizados no Espírito de Cristo e proclamação as boas novas da chegada do Verdadeiro Rei do Norte; o Norte é o lugar da habitação de Deus e de lá que vem o nosso Redentor, algo assustador interromperá a marcha triunfal do papado; há um grupo de oposição que pela chuva serôdia do Espírito Santo fará tremer o papado, e (o papado) sairá com grande furor, para destruir o extirpar a muitos. (Daniel 11:44).
Nessa perseguição que antecede o fechamento da porta da graça ainda existirão mártires. A palavra “mas” é muito importante nesse contexto. Chama a atenção exatamente para o momento em que o papado percebe que existe um grupo de oposição mais forte que ele! São destemidos, corajosos, ousados e falam abertamente contra o anticristo e o sinal da besta; pregam poderosamente sobre o Selo do Deus Vivo e a salvação em Jesus!
Quando tudo parece estar indo bem para o papado, surgem os “rumores do Oriente e do Norte”! Aí o falso rei do norte tremerá nas suas bases, saberá que se aproxima o Redentor de toda a Terra!, Aliás não parece estranho que o rei do Norte trema com os “rumores do Oriente e do Norte”? Ora, se ele fosse o verdadeiro rei do Norte, não deveria tremer diante dos rumores que vem do Norte!
Para finalizar gostaria de dizer aos nossos irmãos que estou escrevendo um livro chamado: “O Abominável da Desolação na Terra Gloriosa“.
Aqueles que desejarem adquirir seu exemplar escrevam por favor para o e-mail spiritualgroup@hotmail.com.
Nossa intenção é levar esclarecimento à todas as pessoas, portanto esse livro não será vendido por nenhum valor específico, bastando apenas uma doação de qualquer valor e será enviado para todos que nos escreverem acima, assim que estiver pronto.

Luiz Fernandes tem uma série de estudos bíblicos no Spiritual Group



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Versículos biblicos

Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como saber o caminho?
Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14.5,6

A História das Velas


Há menções sobre velas nas escritas Bíblicas, datando do século 10 a.C. Um pouco mais recentemente, no ano 3.000 a.C., foram descobertas velas em forma de bastão no Egito e na Grécia. 

Outras fontes de pesquisa afirmam que, na Grécia, as velas eram usadas em comemorações feitas para Ártemis, a deusa da caça, reverenciada no 6° dia de cada mês, e representavam o luar. 

Na Idade Média as velas eram usadas em grandes salões, monastérios e igrejas. Nesta época, quando a fabricação de velas se estabeleceu como um comércio, a gordura animal (sebo) era o material mais comum então usado. 

Infelizmente, este material não era uma boa opção devido à fumaça e ao odor desagradável que sua queima gerava. Outro ingrediente comum, a cera das colmeias de abelhas, nunca foi suficiente para atender a demanda. 

Por muitos séculos as velas eram consideradas artigos de luxo na Europa. Elas eram feitas nas cidades, por artesãos, e eram compradas apenas por aqueles que podiam pagar um preço considerável. Feitas de cera ou sebo, estas velas eram depois colocadas em trabalhados castiçais de prata ou madeira. 

Mesmo sendo consideradas como artigos caros, o negócio das velas já despontava como uma indústria de futuro: em uma lista de impostos parisiense, no ano de 1292, eram listados 71 fabricantes. 

Na Inglaterra, os fabricantes de velas de cera eram considerados de melhor classe se comparados àqueles que fabricavam velas de sebo. O negócio tornou-se mais rentável porque as pessoas estavam aptas a pagar mais por uma vela de cera. Em 1462 os fabricantes Ingleses de velas de sebo foram incorporados e o comércio de velas de gordura animal foi regulamentado. 

No século 16 houve uma melhora no padrão de vida. Como passou a haver uma maior disponibilidade de castiçais e suportes para velas a preços mais acessíveis, estas passaram a ser vendidas por peso ou em grupos de oito, dez ou doze unidades. 

As velas eram usadas também na iluminação de teatros. Nesta época elas eram colocadas atrás de frascos pau-d'água colorida, com tons de azul ou âmbar. Apesar desta prática ser perigosa e cara para aquela época, as velas eram as únicas fontes de luz para ambientes internos. 

A qualidade da luz emitida por uma vela depende do tipo de material usado em seu fabrico. Velas feitas 
com cera de colmeia de abelhas, por exemplo, produzem uma chama mais brilhante que as velas de sebo. 
Outro material, derivado do óleo encontrado no esperma de baleias, passou a ser usado na época para aumentar o brilho das chamas. Devido a questões ambientais e ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este elemento não é mais usado. 

Trabalhos para o estudo do oxigênio foram desenvolvidos observando-se a chama de uma vela. 
Como exemplo temos relatos feitos pelo químico amador Joseph Priestley, em agosto de 1774, que concluiu que se a chama de uma vela se tomava mais forte e viva na presença de oxigênio puro, reação semelhante deveria ser observada em pulmões adoentados quando estimulados com este mesmo oxigênio. 
O século 19 trouxe a introdução da iluminação a gás e também o desenvolvimento do maquinário destinado ao fabrico de velas, que passaram a estar disponíveis para os lares mais pobres. Para proteger a indústria, o governo Inglês proibiu que as velas fossem fabricadas em casa sem a posse de uma licença especial. 

Por:  Rev. José Roberto
Imagens: Internet-Google imagens

domingo, 19 de outubro de 2014

Jesus, o pastor das ovelhas de Deus



Amados, a palavra de Deus contida nas Escrituras Sagradas, no evangelho de João cap 10, trata de um assunto referente a Jesus, quando ensinava.
Certa vez Jesus passou a ensinar ao povo e disse que Ele era e continua sendo o Bom Pastor das ovelhas de Deus. Tais ovelhas são os crentes, ou os que passam a segui-lo convertendo-se-lhes a Ele.
Ele mesmo afirmou em alto e bom tom que todos os que passaram se dizendo que eram pastores, foram salteadores e falsos pastores. O pastor verdadeiro é aquele que dá a sua vida pelas suas ovelhas. Afirma que um falso pastor, as ovelhas fogem dele, porque conhecem se realmente é verdadeiro ou não. Diz ainda que o falso pastor ou mercenário, se faz que está defendendo o seu rebanho, mas quando ver o lobo vindo, as abandona e foge, deixando-as a mercê do lobo que as devora. Jesus fala que muitos falsos pastores aparecerem, mas as ovelhas não os seguiram. Diz com convicção que Ele é que é o Pastor Verdadeiro, que abre a porta e as ovelhas ouvindo a sua voz, entram no aprisco com segurança e Ele cuida delas, para que ninguém lhes possa fazer mal algum.
Ainda mais Jesus diz que Ele é a porta; se alguém entrar por ela, será salvo, porque passa a ser ovelha do aprisco em que Ele cuida. Ele diz com toda segurança, que ninguém arrebata nenhuma das ovelhas que lhe seguir. Jamais alguém poderá fazer-lhes algum mal, ou raptá-las porque só Ele é que pode dar a própria vida por elas. Jesus diz que ainda tem muitas ovelhas para segui-lo, no tempo certo, elas estarão lhe acompanhando para o lugar seguro, nas regiões celestiais como prometido. Ele diz que o Pai e ele são um único. Quem lhe vê, vê o Pai e vice-versa.
Diz que recebeu e lhe foi confiado todo o poder sobre todas as coisas, tanto para dar a sua vida, como para reavê-la de volta, e que essa autoridade lhe foi dada pelo Pai.
Jesus foi morto por causa de nós, pelos nossos pecados, nossas culpas; porque afirmava ser o próprio Deus. Porque Deus e Ele são um. E todos os defensores da lei de Moisés o chamavam de blasfemador, e por causa desse pecado foi acusado pelos homens, segundo a visão humana de que era pecado. Mas não se achou pecado algum sobre ele. E nem tampouco afirmar ser o próprio Deus era blasfêmia, porque realmente Ele é Deus.
Nós devemos manter nossa fé nEle, continuamente, sabendo que somos ovelhas suas, e que vivemos no seu aprisco e que Ele nos pastoreia de dia e de noite para que o lobo voraz (satanás)não nos devore.
Para que nos sintamos segurança, devemos nos entregar a Ele, obedecê-lo, e pela fé termos a certeza que habitaremos juntos no Reino celestial pelos séculos dos séculos em segurança. (João cap 10)

Por: Presb. Joseval Oliveira
Imaagem: Extraida da internet

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