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domingo, 23 de novembro de 2014

Deus Injusto? Nunca!

Paulo lembra que foi Deus, no usa da sua soberania, quem endureceu o coração do teimosíssimo Faraó, que insistia na recusa de liberar o povo judeu da escravidão. Deus é soberano para ter misericórdia ou para endurecer o coração de quem quiser. Todo ser humano precisa desesperadamente da compaixão do Senhor em sua vida. Compreender Suas motivações íntimas e Sua justiça está acima da nossa capacidade.

Romanos 9.14-18

Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum!
Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão.
Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia.
Porque a Escritura diz a Faraó: Para isto mesmo te levantei, para mostrar em ti o meu poder e para que o meu nome seja anunciado por toda a terra.
Logo, tem ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe apraz.

Comentando os versículos 11-13, dissemos que o motivo pelo qual Deus escolheu Isaque e aborreceu-se de Esaú não foi por causa de atitudes deles em vida. Ou seja, não foi por obras!
A escolha de um e a não escolha de outro ocorreram antes deles nascerem!
Isaque não havia feito uma só boa obra quando foi eleito. Esaú não havia feito uma só má obra antes de se tornar alvo do aborrecimento de Deus.
Essas decisões estavam guardadas no íntimo do coração de Deus.
Falei que alguém poderia dizer: Mas isso não é justo da parte de Deus!
Foi exatamente essa reação que Paulo imaginou que os seus leitores teriam.

Versículo 14
Paulo pergunta e logo responde: de modo nenhum! E inicia trecho sobre justiça e soberania de Deus, tanto no exercício da misericórdia, quanto no exercício do endurecimento de alguém.
A explicação de Paulo, à primeira vista, é meio frustrante, mas extremamente útil para aprendermos sobre o nosso Deus:

Versículo 15

Voltemos 1450 anos antes de Paulo: Êxodo 33.18-23

Moisés pede para ver a glória de Deus, não só por vontade pessoal, mas como demonstração de que Deus não abandonaria Israel, após o incidente com o bezerro de ouro. Deus diz que lhe atenderá em parte (verá algo da glória dEle e as costas, mas não a face).
Mas o Senhor trata logo de deixar algo bem claro, com a frase que Paulo reproduz aqui: terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e me compadecerei de quem eu me compadecer.
Ou seja: Moisés, vou atender o teu pedido de não abandonar Israel e de aparecer a ti, mas farei isso não por obrigação, mas por pura misericórdia.
Quando eu disse que a explicação é meio frustrante, é porque essa frase parece um jogo de palavras, que não quer dizer coisa alguma. Tipo: Eu vou viajar para onde eu vou viajar. Não explicou nada, não esclareceu nada.
Mas é exatamente na falta de explicação que reside a força dessa afirmação. Aqui não é um homem falando, mas Deus! E quando se trata de explicar motivações íntimas, muitas vezes Deus simplesmente não explica! E faz questão de deixar claro que não explica mesmo.
Quando Ele diz terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, é como se fosse terei misericórdia de quem eu tiver vontade de ter misericórdia. Ou “vou ter compaixão de quem eu quiser. E pronto.”

Uma vez colocado o princípio, Paulo tira uma conclusão:

Versículo 16

Quando se trata de alguém se encaixar nos planos salvíficos de Deus, isso não dependerá do mero desejo ou do esforço da pessoa, mas de Deus querer usar a Sua misericórdia.
Þ/Importante: isso não significa que a vontade ou esforço humanos não entram em consideração no processo de salvação.

* Jesus reclamou que os judeus não queriam vir a Ele para terem vida (João 5.40).
* Ele também disse que a quem bate, se abrirá (Mateus 7.7-9).
Mas a essência da verdade do versículo 16 é que sem a misericórdia de Deus, a vontade e esforço humanos não adiantam nada.

Este ponto pode parecer sutileza teológica, mas na prática é comum pessoas muito religiosas, que trabalham, se esforçam, mas nem lhes passa pela cabeça a idéia de que precisam da compaixão de Deus. Não se prostam diante de Deus exclamando Senhor, sou um pobre pecador que não mereço nada, tem misericórdia de mim!

Tendo tratado da justiça de Deus quanto ao exercício soberano da misericórdia, agora Paulo se volta para a soberania de Deus quanto ao endurecimento dos pecadores não salvos.

Versículo 17

O Faraó do tempo de Moisés resistiu muito em deixar o povo sair, depois se arrependeu.
Antes da sétima praga, mais um encontro de Moisés com o Faraó: Êxodo 9.13-18
Deus já poderia ter eliminado o teimoso e arrogante monarca há muito tempo. Mas não quis. Ou seja, se Faraó ainda estava vivo e no seu cargo, não era pelo poder e decisão dele, mas porque Deus quis mantê-lo assim.
E porque Deus quis desse modo? para mostrar em ti o meu poder e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra
Veja como Deus tem ele próprio em vista ao manter o Faraó!
Aliás, Deus sempre mantém a Sua própria glória em vista:

Israel no Egito estava idolatrando e Deus pensou em destruir o povo lá mesmo. Mas sabe porque não o fez? Por amor do nome dEle próprio: Ezequiel 20.6-10
Ele levantou Israel e trata Israel com atenção especial para a glória dEle: Isaías 46.13; Jeremias 13.11
Ele usa as pessoas, paises, a história, para realizar os planos dEle e assim ressaltar a própria glória: Romanos 11.36

Ora, dentro dessa perspecitva, que autoridade o homem tem de falar de justiça ou injustiça de Deus?
Quando se diz isso foi uma injustiça pressupõe-se um padrão de justiça, do qual aquele ato se desviou.
Mas por qual padrão alguém vai julgar a Deus? O padrão é Ele mesmo! E como Ele vai se desviar de Si mesmo?
Não é difícil perceber que é impossível Deus fazer um ato de injustiça!

Paulo conclui essa parte da sua argumentação:

Versículo 18

A metade desse versículo repete o versículo15: Deus tem misericórdia de quem quer. Já explicamos.
Mas a outra metade é novidade e ainda mais ousada: e também endurece a quem lhe apraz
* Se para expor a Sua glória Deus quis ter misericórdia de Moisés e aparecer a ele, assim fez.
* E se, por outro lado, para mostrar o poder dele ao mundo e glorificar o nome dEle (Deus) na terra, achou necessário endurecer o coração de Faraó, Deus não hesitou em fazê-lo.
Importante observar que Faraó era pecador e mereceu o endurecimento: Deus agiu como Juiz.     

Aliás, qualquer pessoa nasce pecadora e merece um julgamento da parte de Deus.
Þ/Interessante: é comum o argumento de que, conforme relatos em Êxodo, Deus só endureceu o coração de Faraó depois que ele próprio, Faraó, já endurecera a si mesmo várias vezes. De fato, percebe-se isso na seqüência e esse argumento pode ter alguma validade.

Mas é importante notar que Paulo nem de longe usa esse argumento aqui em Romanos.
Simplesmente diz que Deus endureceu a Faraó porque quis e tinha direito de agir, como Juiz que sentencia um transgressor.
Ou seja, Paulo não tem a menor preocupação em ficar se explicando em falar dessa maneira.
Ele nunca teve o menor constrangimento em falar da total soberania de Deus.

E esse é o tom do Velho Testamento: Isaías 55.11; Jó 9.1-12; Daniel 4.34-35

Quanto à questão da explicação de Paulo ser meio frustrante, na realidade é frustrante para quem quer compreender a fundo a justiça de Deus. Mas para quem reconhece que Ele é Deus, que tem os pensamentos acima do nosso, e que tem direito e poder de fazer o que bem entende, então a explicação não tem nada de frustrante.
Ao contrário, nos leva a adorar ainda mais esse Deus poderoso.

A partir desse ponto (versículo 18), Paulo considera demonstrada a sua tese de que Deus não comete qualquer injustiça quando tem misericórdia de um e endurece a outro.

A tese não recorreu a sofisticados pensamentos filosóficos, nem grandes raciocínios.

É de uma simplicidade desconcertante:

* Se ao escolher Jacó e rejeitar Esaú, Deus estava visando à Sua própria glória, está tudo certo.
* Se exerceu misericórdia com Moisés e endureceu ao Faraó, e fez isso pela própria glória, está certo.
* Se ao escolher o Raimundo e rejeitar o Joaquim, Deus está visando a Sua própria glória, não há aí qualquer injustiça.

1) Nunca chame Deus de injusto! Além de estar dizendo uma grande bobagem, falando o que não entende, pior: está blasfemando contra Deus, chamando-O de mentiroso. Pois Ele mesmo diz que é justo: Isaías 45.21-24

2) Não se frustre quando não conseguir compreender a justiça de Deus. Isso não é pecado. Pecado é você, pelo fato de não entender, começar a duvidar da justiça dEle.

Confie nEle e diga: Senhor, estou achando difícil ver a tua justiça aqui, mas tenho certeza de que ela está em algum lugar e eu é que não estou vendo!

3) Você, não crente: é ótimo que esteja se esforçando para ouvir o Evangelho, buscando, etc. Mas nunca esqueça: você precisa desesperadamente da misericórdia de Deus em sua vida!

Que Deus nos abençoe.

Por: Mauro Clark - http://www.falandodecristo.com/verpregacao.asp?CD_PREGACAO=1373

sábado, 22 de novembro de 2014

Formação do Cânon do V.T. e do N.T.


Introdução 

O nosso Deus é um Deus que fala conosco (por meio de Sua Palavra), Ele não se esconde, Ele se comunica, por meio dos profetas (no V.T.), e segundo o autor aos hebreus, nestes últimos dias tem nos falado por meio de Seu Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas (Hb. 1: 1, 2). Os grandes propósitos que Deus sempre teve para o homem desde sua criação, só poderiam e podem ser alcançados e experimentados pelo homem por meio da revelação que Deus, o Criador, fez à sua criatura humana, da sua Divina vontade, de seu caráter e desses mesmos propósitos. 

Ele começou primeiro falando no Éden, diretamente ao homem, andando com este pelo jardim, na viração do dia (Gn. 3:8,9); por meio da sadia e santa consciência humana (Rm.2: 14,15), por meio da própria criação (Sl 19: 1-4; Rm.1: 19, 20). Deus, o Criador, se fez revelar ao homem, providenciando uma revelação especial ao longo da história (Dt.114:2; Rm.3: 1,2) e por meio de homens escolhidos, diretamente orientados a registrarem o que lhes era revelado (2 Pe.l: 21), a fim de que esta revelação permanecesse para todas as futuras gerações (1 Pe. 1:23). Esta coletânea de livros ou de material revelado e registrado chama-se o “Cânon Bíblico”. 

Autores e Tempo de Escrita da Bíblia 

A Bíblia possui cerca de 66 livros, escritos por cerca de 40 autores, durante um período de 1.600 anos (1.500 anos. O Velho Testamento; 100 anos – O Novo Testamento). Todos os autores foram inspirados pelo próprio Deus. O primeiro autor sagrado foi Moisés, e o registro da ordem está em Êx.17:14. Moisés foi o autor dos cinco primeiros livros da Bíblia: Gêneses, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, também chamados de Pentateuco. 

II – Como Foi Escrita a Bíblia 

Material usado: 1 

Usados nos primórdios por Moisés e pelos profetas. 2 

Feito de planta, uma espécie de cana que crescia em lagos e rios do Egito e Síria As lâminas de sua entrecasca eram retiradas, prensadas, secas e polidas. 

Usou-se até o século III a.D. 3 
As peles eram limpas e retirados os pêlos. 

Obs.: O nome pergaminho vem da cidade de Pérgamo (lugar onde era produzido), que ficava na Ásia Menor. Instrumentos: Cinzel de ferro, para entalhar pedras e cerâmica Estilete, para argila e cera, e a pena (cana com ponta feita de junco de 14-40 em) para o pergaminho e o papiro. 

Obs.: Pena de ave só no século III a.C.

Tinta: Era uma mistura de carvão, goma e água Forma: Em rolos. Colocavam-se as folhas de papiro lado a lado e enrolavam-se em tomo de um pau. Em média tinham o comprimento de 12 m, mas havia alguns com até 48 m. Em geral, eram escritos de um lado só. 

Usados até o século III a.D .. Posteriormente surgiram os livros (ou códices) com a arrumação das folhas de papiro. 

Língua: Hebraico era a língua do povo de Israel no tempo da independência (ou seja, antes do cativeiro). O aramaico era falado pelos povos da Mesopotâmia e aparece em alguns trechos do V.T. (Ed.4:8-6:18 e 7:12-26; Jr.10:11; Dn.22:4 a 7:28). 
Obs: O hebraico começou a desaparecer como língua comum do povo hebreu por volta de 722 a.C. (época da queda do Reino do Norte, pela Síria). O grego é a língua do Novo Testamento. 

Tipos de Escrita:  Era o tipo de escrita onde letras pequenas eram conectadas sem espaço entre palavras que podiam ter mais de uma interpretação. As vogais só surgiram com os massoretas em 800 a.D. 

(Est. Realizado pelo Rev. José Roberto) 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Cristo está nos observando

Não devemos pensar que podemos fazer qualquer coisa as ocultas achando que não existe alguém a nos obeservar!
Na verdade as pessoas podem não saber nem perceberem, mas Deus, Cristo Jesus e o Espirito Santo nos observam 24 horas no ar, e nenhuma das coisas que pensamos ou realizamos as ocultas na verdade estão escondidas.
Tudo está descoberto aos olhos de Deus.

Certo dia logo após a conversão de Saulo de Tarso (Paulo), Cristo Jesus após ter ressuscitado e voltado novamente para os céus, falou a Ananias, para ir a casa de Judas na Rua Direita, pois chegando lá iria encontrar Saulo orando, porque encontrava-se cego da vista.
Cristo Jesus deu todas as orientações a Ananias, que apressadamente cuidou em obedecer.
Aquele a quem Cristo escolhe, é um ramo que dá muitos frutos.

E assim se fez:
""Em Damasco havia um discípulo chamado Ananias. O Senhor o chamou numa visão: "Ananias!"
"Eis-me aqui, Senhor", respondeu ele.
O Senhor lhe disse: "Vá à casa de Judas, na rua chamada Direita, e pergunte por um homem de Tarso chamado Saulo. Ele está orando; uma visão viu um homem chamado Ananias chegar e impor-lhe as mãos para que voltasse a ver".
Respondeu Ananias: "Senhor, tenho ouvido muita coisa a respeito desse homem e de todo o mal que ele tem feito aos teus santos em Jerusalém.
Ele chegou aqui com autorização dos chefes dos sacerdotes para prender todos os que invocam o teu nome".
Mas o Senhor disse a Ananias: "Vá! Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel.
Mostrarei a ele quanto deve sofrer pelo meu nome".
Então Ananias foi, entrou na casa, pôs as mãos sobre Saulo e disse: "Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que apareceu no caminho por onde você vinha, enviou-me para que você volte a ver e seja cheio do Espírito Santo"". (Atos 9.10-17)
Este é o que devemos seguir os passos, e depositar nossa inteira confiança.
A quem devemos amar, porque nos amou primeiro, desde a fundação do mundo, CRISTO JESUS!
Não perca tempo com algo que não te pode salvar, antes segui a Cristo o Salvador dos que crêem!

Fonte: Biblia Sagrada

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O novo nascimento, condição indispensável para entrar no céu

Jesus foi enfático:
“Quem não nascer de novo não pode ver o reino de Deus” (Jo 3.3) e acrescentou: “Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (Jo 3.5) e arrematou: “Importa-vos nascer de novo” (Jo 3.8). Nenhum indivíduo pode entrar no céu sem novo nascimento. Essa é uma condição indispensável. O que vem a ser, pois, o novo nascimento?

1. O que não é o novo nascimento

O novo nascimento não é algo que fazemos para Deus, mas o que Espírito Santo faz em nós e por nós. Nicodemos foi ao encontro de Jesus, de noite, e perguntou-lhe: “Mestre, sabemos que és vindo da parte de Deus porque ninguém pode fazer os sinais que tu fazes se Deus não for com ele” (Jo 3.1,2). Nicodemos era um homem rico, culto e  religioso. Ele era fariseu e membro do sinédrio. Tinha conhecimento, poder e influência. Tinha uma vida ilibada e guardava muitos preceitos da lei. Mas, essas coisas não eram suficientes para sua salvação, ele precisava nascer de novo.

Também Nicodemos tinha um relativo conhecimento de Cristo. Ele sabia que Jesus era vindo de Deus, que tinha uma singular capacidade de ensinar e fazer milagres e ainda, ele tinha convicção de que Deus estava do seu lado. Mas essas informações, mesmo sendo verdadeiras, não foram suficientes para dar-lhe a salvação, ele precisava nascer de novo.

Não se alcança o novo nascimento através de ritos, cerimônias e práticas religiosas. Ninguém entra no céu por pertencer à uma família cristã ou por freqüentar uma igreja evangélica. Ninguém é salvo porque recebeu o sacramento do batismo ou porque guarda determinados preceitos religiosos. Não se obtém a vida eterna por ter determinadas informações corretas a respeito de Deus e das Escrituras. Nicodemos era um mestre (Jo 3.10). Ele era um especialista nas Escrituras, mas não estava salvo. Faltava-lhe o novo nascimento.

2. O que é o novo nascimento

O novo nascimento é uma obra monergística do Espírito Santo. Nascer de novo é nascer de cima, do alto, do Espírito. Destaco três aspectos importantes sobre o novo nascimento.

Em primeiro lugar, o novo nascimento é produzido pela Palavra. Isso é o que Jesus quis dizer com nascer da água (Jo 3.5). A água que nos purifica não é a água do batismo, mas a água da Palavra (Ef 5.26). A fé vem pelo ouvir a Palavra (Rm 10.17). Somos gerados pela divina semente da Palavra (1Pe 1.23). Quando ouvimos a Palavra, a divina semente germina dentro de nós, produzindo uma nova vida.

Em segundo lugar, o novo nascimento é produzido pelo Espírito Santo. O Espírito Santo é o agente do novo nascimento. Somos salvos pelo lavar regenerador do Espírito Santo (Tt 3.5). Ele implanta em nós o princípio da nova vida e então, somos gerados de novo. Essa ação do Espírito Santo é invisível, porém perceptível. É como o vento que você não sabe donde vem nem para aonde vai, mas percebe seus efeitos (Jo 3.8). O Espírito é livre e soberano nessa ação salvadora. Ele é como o vento. Ele sopra aonde quer. A salvação é uma obra exclusiva e soberana de Deus. Ninguém pode determinar onde o vento do Espírito vai soprar e ninguém pode deter o vento
quando ele sopra.

Em terceiro lugar, o novo nascimento é produzido do sacrifício vicário de Cristo. Assim  como Moisés levantou a serpente no deserto, Jesus foi  levantado na cruz. Assim como os israelitas foram curados da mordedura das serpentes abrasadoras quando olharam para a serpente de bronze, assim também aqueles que, inoculados pelo veneno mortal da Antiga Serpente, Satanás, olham com fé para Jesus são perdoados de seus pecados e recebem o dom da vida eterna (Jo 3.14-16). Você já nasceu de novo?

Por: Rev. Hernandes Dias Lopes - http://hernandesdiaslopes.com.br/2008/02/o-novo-nascimento-condicao-indispensavel-para-entrar-no-ceu/#.VGZ0f8nyBf8

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