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terça-feira, 30 de setembro de 2014

País precisaria investir cerca de R$ 100 mil para canonização de santos a canonização de santos


Pesquisador que lança livro sobre o tema conclui que lobby no Vaticano também deveria ser forte

Rio - Por que o Brasil, com mais de 123 milhões de católicos, só tem três santos — José de Anchieta, Madre Paulina e Frei Galvão? Faltam dinheiro e lobby de parentes e amigos para divulgar as virtudes dos candidatos à santidade junto ao Vaticano, onde um processo, que envolve quatro etapas (Servo de Deus, Venerável, Beato e Santo), pode durar décadas e custar mais de R$ 100 mil.
A conclusão, do pesquisador de beatificações Lauro Barretto, vai constar no livro de sua autoria “A Menina Odetinha e o Padim Padre Cícero — Duas Santidades sob Enfoque”, que será lançado em breve. Para ele, quem possui mais dinheiro tem mais chances de chegar ao posto de santo.

                                                                                          Sérgio Amaral, 38, agradece uma graça alcançada
                                                                                      por intermédio do surfista e seminarista Guido Schäffer,
                                                                                                          sepultado no São João Batista
                                                                                                      Foto:  Carlo Wrede / Agência O Dia

“É o caso da carioca Odetinha (Odette Vidal de Oliveira, que morreu de hepatite e paratifo, em 1939, aos 9 anos), cujo processo de beatificação teve início em janeiro deste ano. A família milionária abriu a carteira e teve papel decisivo na formação e difusão da crença da aura angelical que a envolve há 74 anos”, diz Barretto.
Durante as investigações, o pesquisador encontrou publicações nos maiores jornais da época, logo após a morte da menina, exaltando as virtudes cristãs da garota. Odetinha ganhou também biografia do padre Afonso Maria Germe, que era amigo da família. “No Cemitério São João Batista (em Botafogo), onde foi enterrada, seus pais distribuíam terços, santinhos e panfletos exaltando o patrocínio de uma obra social em nome da filha”.

                                                                                         Túmulo de Betinha, no Cemitério São João Batista, 
                                                                                      Botafogo. Apesar das placas de agradecimentos de fiéis, 
                                                                                                      família não fala sobre o assunto
                                                                                            Foto:  Estefan Radovicz / Agência O Dia

O pesquisador também acredita que a popularidade relâmpago do médico e seminarista voltarredondense Guido Schäffer, que morava em Copacabana, e morreu em 2009, aos 34 anos, surfando no Recreio dos Bandeirantes, e que já teve o processo de beatificação iniciado, se deve à ampla influência da família, dos amigos e da própria Igreja Católica. Reportagens na TV são recorrentes sobre o “primeiro santo surfista”, que tem o cardeal dom Orani Tempesta como uma espécie de padrinho.
Uma associação foi aberta para receber doações em dinheiro e promover ações humanitárias. Eles também usam as redes sociais para difundir os feitos cristãos do rapaz. “Sabemos dos altos custos de uma canonização, mas, com fé, Deus proverá tudo”, acredita a mãe de Guido, Maria Nazareth, 65. Graças à mobilização da família, mais de 100 mil santinhos de Guido foram confeccionados em cinco línguas e enviados até para a Índia.

                                                                                             O pesquisador Lauro Barreto, ao lado do túmulo 
                                                                                                                  do padre Maurílio
                                                                                               Foto:  Estefan Radovicz / Agência O Dia

“Para mim, ele já é santo. Pedi que me ajudasse a ter carteira assinada e quatro dias depois fui atendido”, revela o encarregado de limpeza, Sérgio Amaral, 38. Donos de fazenda de café, em Petrópolis, Zélia e Jerônimo, que morreram no início do século passado e já são Servos de Deus, contam com a ajuda da Igreja na propagação de sua história. Na Catedral Metropolitana do Rio, milhares de santinhos do casal, com oração para a beatificação assinada por dom Orani, são distribuídos todos os dias.

‘É um caminho muito difícil para os pobres’, diz padre.
Sem a ingerência familiar e de amigos, candidatos a santos pela fé popular não têm previsão de beatificação. Padre Cícero, do Nordeste, venerado no país inteiro, é um exemplo. “É um caminho muito difícil para os pobres. Me perguntam por que a Igreja não abre processos sem despesas para os mais humildes e eu não sei responder”, critica o padre Neri Feitosa, maior biógrafo de Cícero.
No Cemitério São João Batista, próximo ao badalado túmulo de Guido Schäffer, estão os jazigos de Eloize Guterres, a Neguinha (morta em 1972), e Elizabete de Oliveira Mota, a Betinha (1968). Nos dois, há pilhas de placas com agradecimentos por graças e milagres atribuído às duas, ignoradas pela Igreja, assim como o padre Maurílio Teixeira Penido, que morreu 1970, em Petrópolis. A Igreja garante que já há estudos sobre a vida dele e que causas são abertas a pedidos de parentes e fiéis.
“Não falo sobre isso”, diz o pai de Betinha, o empresário Francisco Mota. Já beatificada, Madre Maria José de Jesus (Honorina de Abreu), filha do historiador Capistrano de Abreu, tem seu processo emperrado há duas décadas. “O dinheiro manda até em canonizações”, desabafou, num artigo, a neta de Honorina, a jornalista Anna Ramalho.

Vaticano cria lista de preços

Dom Roberto Lopes, delegado para a Causa dos Santos da Arquidiocese do Rio, diz que despesas “são inevitáveis”. “Mas são sempre pagas por associações, mantidas por devotos”, explica, lembrando que famílias de candidatos à santidade, como a de Odetinha e o casal Zélia e Jerônimo, doaram seus bens aos pobres.
Irmã Célia Cadorin, da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, maior autoridade na defesa de canonizações, concorda: “Há altos gastos com teólogos, peritos e médicos, que esmiúçam a vida dos candidatos”. Em janeiro, o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos no Vaticano, cardeal Angelo Amato, criou uma “lista de preços”, em busca de “sobriedade e igualdade”.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Ecumenismo, avanço ou ameaça à igreja?



Está na moda o diálogo inter-religioso. Vivemos a época do inclusivismo, fruto da ideia pós-moderna, em que não existe verdade absoluta. Muitos pastores, em nome do amor, sacrificam a verdade e caem nessa teia perigosa do ecumenismo. Precisamos afirmar que não existe unidade espiritual fora da verdade, assim como luz e trevas não podem coexistir. Não podemos ser um com aqueles que negam a salvação pela graça de Cristo Jesus. Não é um ato de amor deixar que aqueles que andam pelo caminho largo da condenação sigam “em paz” por esse caminho de morte. Esse falso amor tem cheiro de morte. Essa atitude de dar as mãos a todas as religiões, numa espécie de convivência harmoniosa, acreditando que toda religião é boa e leva a Deus é uma falácia.

Toda religião é vã a não ser que pregue a Cristo, e este crucificado. Toda religião afasta o homem de Deus, a não ser que anuncie Jesus Cristo como o único caminho para Deus! Vamos deixar esse discurso falacioso de amor a todos, e vamos amar de verdade as pessoas de todas as religiões, pregando a elas, com senso de urgência, o evangelho que exige arrependimento e fé e oferece vida eterna.

Obviamente, a união de todas as religiões e de todas as crenças não é um avanço, mas uma ameaça à igreja de Cristo. O que está por trás dessa tentativa de unir todas as crenças é a heresia de que toda religião é boa e todo o caminho leva a Deus. O ecumenismo, o diálogo inter-religioso e a fraternidade com todos os credos é um engano fatal. É um falso entendimento do que Jesus ensinou sobre a unidade espiritual da igreja.

Não há unidade espiritual fora do evangelho de Cristo. O argumento de que Jesus acolheu publicanos e pecadores e por isso devemos receber todos os credos é uma falsa interpretação do texto bíblico. O amor não é um substituto da verdade. Todos são convidados a vir a Cristo, mas de todos é exigido arrependimento e fé.

É preciso alertar, ainda, que essa frouxidão doutrinária do liberalismo desemboca na relativização moral. O entendimento pós-moderno é que cada um tem sua própria verdade. A verdade deixou de ser objetiva para ser subjetiva. Com isso, assistimos, estarrecidos, não apenas um ataque aos valores morais, mas uma inversão dos valores morais. O profeta Isaías já havia denunciado essa atitude: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is 5.20).

É isso que estamos vendo na mídia todos os dias. Faz-se apologia do aborto, do adultério, do homossexualismo, da violência e da mentira. Porque uma ideia falsa foi plantada no passado, estamos fazendo uma colheita desditosa no presente. A igreja de Cristo precisa estar firme contra todas essas ondas de engano e permanecer inabalável no cumprimento de sua vocação de levar o evangelho a toda criatura, em todo o mundo.

Publicado em janeiro 15, 2013 por Administrador

domingo, 28 de setembro de 2014

Primeira praga do Egito - As águas tornaram-se em sangue


Êxodo 7.14-25


Disse o SENHOR a Moisés: O coração de Faraó está obstinado; recusa deixar ir o povo.
Vai ter com Faraó pela manhã; ele sairá às águas; estarás à espera dele na beira do rio, tomarás na mão o bordão que se tornou em serpente e lhe dirás: O SENHOR, o Deus dos hebreus, me enviou a ti para te dizer: Deixa ir o meu povo, para que me sirva no deserto; e, até agora, não tens ouvido.
 Assim diz o SENHOR: Nisto saberás que eu sou o SENHOR: com este bordão que tenho na mão ferirei as águas do rio, e se tornarão em sangue.
Os peixes que estão no rio morrerão, o rio cheirará mal, e os egípcios terão nojo de beber água do rio.
Disse mais o SENHOR a Moisés: Dize a Arão: toma o teu bordão e estende a mão sobre as águas do Egito, sobre os seus rios, sobre os seus canais, sobre as suas lagoas e sobre todos os seus reservatórios, para que se tornem em sangue; haja sangue em toda a terra do Egito, tanto nos vasos de madeira como nos de pedra.
Fizeram Moisés e Arão como o SENHOR lhes havia ordenado: Arão, levantando o bordão, feriu as águas que estavam no rio, à vista de Faraó e seus oficiais; e toda a água do rio se tornou em sangue.
De sorte que os peixes que estavam no rio morreram, o rio cheirou mal, e os egípcios não podiam beber a água do rio; e houve sangue por toda a terra do Egito.
Porém os magos do Egito fizeram também o mesmo com as suas ciências ocultas; de maneira que o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito.
Virou-se Faraó e foi para casa; nem ainda isso considerou o seu coração.
Todos os egípcios cavaram junto ao rio para encontrar água que beber, pois das águas do rio não podiam beber.
Assim se passaram sete dias, depois que o SENHOR feriu o rio.

Fonte: Bíblia Sagrada
Imagem: Extraída da internet

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Fontes do grande abismo? Cientistas descobrem oceano subterrâneo


Cientista cristão afirma que texto bíblico faz referência ao assunto

Geofísicos da Northwestern University e da Universidade do Novo México afirmaram ter descoberto um imenso reservatório de água abaixo da superfície. Seria um volume equivalente a três vezes o que existe nos oceanos da Terra.
A descoberta foi publicada na conceituada revista Science e pode mudar muitas teorias sobre a formação do planeta. A água está cerca de 660 quilômetros abaixo da superfície, presa em um mineral com estrutura de cristal.
Steve Jacobsen, da Northwestern, e coautor do estudo, explicou que sua pesquisa se baseia em dados do USArray, rede de sismógrafos que mede as vibrações de terremotos. “Os cientistas têm procurado por essas águas profundas há décadas”, comemorou o pesquisador.
Uma das teorias de Jacobsen é que essa água oculta serve como uma espécie de “apoio” para os oceanos na superfície. Isso explicaria por que eles sempre se mantiveram do mesmo tamanho por tantos anos.
Essa a água do interior da Terra pode ser levada à superfície pela atividade tectônica, como terremotos, maremotos e vulcões. O que “desbancaria” a teoria mais aceita atualmente de que a água veio em cometas de gelo que atingiram o planeta durante sua formação.
Brian Thomas, cientistas cristão ligado ao Instituto de Pesquisas da Criação, afirma que, se comprovados, esses oceanos subterrâneos podem reforçar a referência bíblica sobre o Dilúvio. Ele lembra que Gênesis 7:11 fala sobre “as fontes do grande abismo”, algo desconhecido até agora pela ciência e que geralmente era visto como mera linguagem figurada.
Para Thomas esse volume imenso “é consistente com a referência geral das Escrituras a águas profundas abaixo da terra.” Lembrou ainda que “ao contrário de pensadores seculares, cientistas bíblicos estão abertos à possibilidade de que Deus criou a Terra depois separou as águas, como ele diz em sua Palavra”. Com informações Prophecy News

Fonte: por Jarbas Aragão- http://noticias.gospelprime.com.br/oceano-subterraneo-genesis-biblia/
Imagem: Extraída da internet

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