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domingo, 22 de março de 2015

Jesus coaroado de glória: sumo sacerdote idôneo e compassivo

Hebreus 2.5-18

Pois não foi a anjos que sujeitou o mundo que há de vir, sobre o qual estamos falando; antes, alguém, em certo lugar, deu pleno testemunho, dizendo: Que é o homem, que dele te lembres? Ou o filho do homem, que o visites?
Fizeste-o, por um pouco, menor que os anjos, de glória e de honra o coroaste [e o constituíste sobre as obras das tuas mãos].
Todas as coisas sujeitaste debaixo dos seus pés. Ora, desde que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio. Agora, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele sujeitas; vemos, todavia, aquele que, por um pouco, tendo sido feito menor que os anjos, Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todo homem.
Porque convinha que aquele, por cuja causa e por quem todas as coisas existem, conduzindo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles.
Pois, tanto o que santifica como os que são santificados, todos vêm de um só. Por isso, é que ele não se envergonha de lhes chamar irmãos, dizendo: A meus irmãos declararei o teu nome, cantar-te-ei louvores no meio da congregação.
E outra vez: Eu porei nele a minha confiança. E ainda: Eis aqui estou eu e os filhos que Deus me deu.
Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.
Pois ele, evidentemente, não socorre anjos, mas socorre a descendência de Abraão.
Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo.
Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados.


Fonte: Bíblia Sagrada

Abatido o orgulho dos homens

Isaias 2.6-22

Pois, tu, SENHOR, desamparaste o teu povo, a casa de Jacó, porque os seus se encheram da corrupção do Oriente e são agoureiros como os filisteus e se associam com os filhos dos estranhos.
A sua terra está cheia de prata e de ouro, e não têm conta os seus tesouros; também está cheia de cavalos, e os seus carros não têm fim.
Também está cheia a sua terra de ídolos; adoram a obra das suas mãos, aquilo que os seus próprios dedos fizeram.
Com isso, a gente se abate, e o homem se avilta; portanto, não lhes perdoarás.
Vai, entra nas rochas e esconde-te no pó, ante o terror do SENHOR e a glória da sua majestade.
Os olhos altivos dos homens serão abatidos, e a sua altivez será humilhada; só o SENHOR será exaltado naquele dia.
Porque o Dia do SENHOR dos Exércitos será contra todo soberbo e altivo e contra todo aquele que se exalta, para que seja abatido; contra todos os cedros do Líbano, altos, mui elevados; e contra todos os carvalhos de Basã; contra todos os montes altos e contra todos os outeiros elevados; contra toda torre alta e contra toda muralha firme; contra todos os navios de Társis e contra tudo o que é belo à vista.
A arrogância do homem será abatida, e a sua altivez será humilhada; só o SENHOR será exaltado naquele dia.
Os ídolos serão de todo destruídos.
Então, os homens se meterão nas cavernas das rochas e nos buracos da terra, ante o terror do SENHOR e a glória da sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra.
Naquele dia, os homens lançarão às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata e os seus ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem,
e meter-se-ão pelas fendas das rochas e pelas cavernas das penhas, ante o terror do SENHOR e a glória da sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra.
Afastai-vos, pois, do homem cujo fôlego está no seu nariz. Pois em que é ele estimado?

Fonte: Bíblia Sagrada

domingo, 15 de março de 2015

versiculos bíblicos

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. (2 Corintios 1.3,4)

Onipresença e Onipotência


“Ocultar-se-ia  alguém  em esconderijos, de modo que eu não o veja? - Diz o SENHOR: , não encho eu os céus e a terra? - diz o SENHOR” . Jeremias 23.24

Deus está presente em todos os lugares. Contudo, não devemos pensar sobre ele como se ocupasse
todos os espaços, porque ele não tem dimensões físicas. É corno espírito que ele está em todo lugar. Ainda que isso exceda a compreensão de criaturas como nós, presas ao corpo, o próprio Deus está presente em toda parte, em sua majestade e poder. Almas necessitadas que oram a ele de toda parte no mundo estão à sua vista e recebem sua atenção pessoal. A crença na onipresença de Deus é ensinada em SI 139.7; Jr 23.23-24; At 17.27-28. Quando Paulo fala do Cristo que subiu ao céu como enchendo todas as coisas (Ef 4.8-10), a disponibilidade de Cristo em toda parte, na plenitude do seu poder, certamente faz parte do significado. Pai, Filho e Espírito Santo são onipresentes, ainda que a presença pessoal do Filho glorificado não seja fisica (no corpo).
"Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado" (Jó 42.2). Jó testifica que Deus é onipotente. Ele é o Todo-Poderoso. Deus tem poder para fazer tudo aquilo que, em sua perfeita sabedoria e vontade, ele deseja fazer. Onipotência não significa que Deus possa
fazer literalmente tudo: Deus não pode pecar, não pode mentir, não pode mudar sua natureza ou negar as exigências de seu caráter santo (Nm 23.19; lSm 15.29; 2Tm 2.13; Hb 6.18; Tg l.l3,17). Não pode fazer um círculo quadrado, porque a noção de um círculo quadrado é contraditória. Deus não pode cessar de ser Deus. Porém tudo o que quer e promete ele pode e fará.
Teria sido um exagero de Davi dizer: "Eu te amo, ó SENHOR, força minha. O SENHOR é minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte" (SI 18.1-2)? Teria sido exagero de outro  salmista declarar: "Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações" (SI 46.1)? Teria sido um engano dizer essas coisas se Deus fosse menos que onipotente e onipresente. Porém o reconhecimento da grandeza de Deus, incluindo sua onipresença e onipotência, produz grande fé e elevado louvor.

Rev. Josielson Lira - Bíblia de Estudo de Genebra

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