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sábado, 5 de setembro de 2015

As Dez Pragas do Egito



"Saberão os egípcios que eu sou o Senhor, quando estender eu a mão sobre o Egito e tirar do meio deles os filhos de Israel" (Ex. 7:5).

Uma das palavras hebraicas traduzi da por praga no livro de Êxodo significa dar "golpes ou ferir". Outras duas palavras descrevem as pragas como sinais e juízos.
De modo que as pragas foram tanto sinais divinos que demonstraram que o Senhor é o Deus Supremo, como atos divinos pelos quais Deus julgou os egípcios e libertou a seu povo, golpeando as crenças nas divindades egípcias.
As pragas ao serem derramadas no Egito, houve dez prodígios, coletivamente chamados
julgamentos (Êxodo 7.4) e também sinais e maravilhas (Êxodo 7.3).
Essas pragas foram à reação da justiça de Deus contra a iniquidade e a obstinação. Mui
provavelmente, combinava os fenômenos naturais com a intervenção divina, intervenção esta que servia de elemento controlador.
As pragas foram à resposta de Deus à pergunta de Faraó: Quem é o Senhor, cuja voz ouvirei? (Êxodo 7.17).
Cada praga foi, por outro lado, um desafio aos deuses egípcios e uma censura à idolatria.
Os egípcios prestavam culto às forças da natureza tais como o rio Nilo, o Sol, a Lua, a Terra, o Touro e muitos outros animais. Agora as divindades egípcias ficaram em evidente demonstração de sua impotência perante o Senhor Todo Poderoso, não podendo proteger os egípcios nem intervir a favor de ninguém.

A Ordem das Pragas
1ª Praga - Águas Transformadas em Sangue
(Êxodo 7.14-25)

Foi um golpe contra o deus Hapi, o deus protetor das inundações do Rio Nilo. O Rio Nilo era considerado um deus e o deus hapi intervia junto o deus Nilo nas inundações.
Deus resolveu zombar dessas divindades que não tiveram forças para impedir que suas águas apodrecessem e cheirassem mal.

2ª Praga - A Invasão de Rãs (Êxodo 8.1-15)

Os egípcios relacionavam as rãs com a deusa da fertilidade (Hekt). Todos que queriam a fertilidade invocavam tal divindade. O Deus verdadeiro zombou também dessa divindade, pois ela não conseguiu impedir que o Egito fosse invadido por rãs.

3ª Praga - A Invasão de Piolhos (Êxodo 8.16-19)

O pó da terra, considerado sagrado no Egito, converteu-se em insetos muito importunadores. Os sacerdotes egípcios, ao ministrarem nos lugares sagrados, usavam vestes brancas de linho. Estas deveriam ser alvas, extremamente alvas. Raspavam a cabeça e, antes de entrar para o lugar sagrado, examinavam minuciosamente, porque não podiam ter no seu corpo ou suas vestes qualquer inseto imundo e abjeto.
Curavam as pessoas usando o pó sagrado da terra do Egito. Esse pó considerado sagrado agora causava grandes feridas aos egípcios. Era uma profanação aos seus deuses. Devido a essa praga os sacerdotes egípcios ficaram impossibilitados de cumprirem seus rituais.

Pesquisa feita pelo Rev. José Roberto
Imagem: Extraída da Internet- Google imagens

Crentes Beranos

O apóstolo Paulo conheceu os bereanos em sua segunda viagem missionária. Atos chama os judeus bereanos de "mais nobres" do que os de Tessalônica," porque eles se preocuparam em conferir nas Escrituras tudo que Paulo pregava. Muitos homens e mulheres de alta posição daquela sociedade se converteram a Cristo. Até hoje, destacamos a nobreza dos bereanos quando queremos exortar as pessoas a conferir na Bíblia Sagrada o que estão ouvindo por boca dos pregadores.
Certamente, se houvesse uma aferição mais interessada de tudo que se ouve a respeito o evangelho e sobre o próprio Deus, não estaríamos vivendo um sincretismo religioso tão aguçado e, com certeza, não nos sentiríamos tão envergonhados com o fato de a fé evangélica ser tão mal representada em nosso país.
Algumas pessoas poderiam pensar que o sincretismo é algo positivo. Mas, efetivamente, não o é. O sincretismo gera uma espiritualidade rasa trazendo confusão à mente e perturbação ao coração.
Talvez um bom exemplo de sincretismo seja Elimas.
A Bíblia diz que ele era judeu, mágico, falso profeta e atendia pelo nome de Barjesus. Como judeu ele conhecia a sua forte tradição religiosa. Obrigatoriamente ele conhecia as leis de Moisés e todos os usos e costumes da religião judaica. Também era um mágico. A magia era a prática de ocultismo e proibida pela religião judaica. Eliu mas era um falso profeta, atrevia-se a falar em nome de Deus. Finalmente, para completar seu sincretismo, ele atendia pelo nome de Barjesus, ou seja, filho de Jesus. Ele era de tudo um pouco, ou, do pouco, queria ser tudo. Paulo o chamou de filho do diabo, cheio de todo o engano e malícia, inimigo de toda a justiça e que tentava perverter os retos caminhos do Senhor.
Tais palavras revelam a interpretação do que é o sincretismo religioso. Deus confirmou as palavras de Paulo, fazendo com que névoa e escuridade caíssem sobre aquele homem. O resultado foi uma cegueira total, ainda que não definitiva. Ele ficou cego por algum tempo.
Em nossos dias percebemos a triste realidade de que sobrevive o sincretismo religioso. Algumas instituições religiosas fazem crescer o número de seus membros tendo como principal estratégica a mistura de fé, doutrinas, crenças e crendices. Nelas se percebe um verniz de cristianismo, à medida que falam em nome de Jesus e usam a Bíblia; mas também mostram espiritualismo com linguagem, vestimentas e práticas de ocultismo. Um espiritismo evangélico, como se isso fosse possível. Percebe-se também uma espécie de neocatolicismo com suas táticas pagãs atribuindo poder aos objetos de uso litúrgico, novenas e procissões.
Em meio a tanta confusão algumas pessoas simplesmente se desencantam com as instituições religiosas. Pensam que são todas "farinha do mesmo saco". Para muitos, isto tem sido constrangedor. Não por se envergonharem de Cristo, mas se envergonham das instituições religiosas que pretensiosamente se autodenominam igrejas.
A Igreja conforme o conceito bíblico é UNA, CATÓLICA e APOSTÓLICA. Como um corpo humano, assim é a Igreja. Um só corpo, com muitos membros, possuindo uma só cabeça. Católica por ser universal. Ela não é propriedade de um povo específico. Não importa a localização, o idioma ou a cultura. Onde estiver um discípulo de Jesus, ali a Igreja está presente. A Igreja é apostólica, ou seja, baseada na doutrina dos apóstolos de Cristo Jesus. O fundamento que não pode ser alterado. O fundamento é Jesus Cristo, a Rocha, a Pedra principal.
Não existe uma verdade para cada um. Uma moral para cada um, conforme a interpretação dominante. Deus é verdadeiro, e mentirosos todos os homens. A Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus e são desprezíveis todas as outras regras de fé e prática. Por pensar diferente disso, pessoas alimentam o sincretismo religioso como um bicho de estimação, resultando numa igreja muito mais parecida com o Elimas ou, Barjesus, do que Bereana, nobre e que quer saber, pelas Escrituras Sagradas, qual é a verdade.
Conferir tudo nas Escrituras é a cura para a fé cristã da atualidade. Caso contrário, faremos parte de instituições religiosas sincréticas que, em nome da tolerância e com vistas ao crescimento, abrem mão da verdade bíblica.

Por: Rev. Ricardo Mota – O Rev Ricardo Mota é executivo da APECOM
Imagem: Internet-Google imagens


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Jesus prega em Nazaré. É rejeitado pelos seus

Mateus 13.53-58

Tendo Jesus proferido estas parábolas, retirou-se dali.
E, chegando à sua terra, ensinava-os na sinagoga, de tal sorte que se maravilhavam e diziam: Donde lhe vêm esta sabedoria e estes poderes miraculosos?
Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas?
Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto?
E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra e na sua casa.
E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.


Fonte: Bíblia Sagrada
Imagem: Internet

Jesus anda sobre o mar


Mateus 14.22-36


Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões.
E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só.
Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário.
Na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando por sobre o mar.
E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram.
Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais!
Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas.
E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus.
Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!
E, prontamente, Jesus, estendendo a mão, tomou-o e lhe disse: Homem de pequena fé, por que duvidaste?
Subindo ambos para o barco, cessou o vento.
E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus!
Então, estando já no outro lado, chegaram a terra, em Genesaré.
Reconhecendo-o os homens daquela terra, mandaram avisar a toda a circunvizinhança e trouxeram-lhe todos os enfermos; e lhe rogavam que ao menos pudessem tocar na orla da sua veste. E todos os que tocaram ficaram sãos


Fonte: Bíblia Sagrada
Imagem: Internet

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