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sábado, 28 de maio de 2016

A apóstolo Pedro foi papa em Roma?




São Pedro liderou cristãos romanos, mas nunca foi papa, dizem historiadores.
Na época do santo, liderança das igrejas cristãs era 'compartilhada' por anciãos.
Papado 'monárquico' surgiu séculos mais tarde; martírio em Roma é provável.

Católicos do mundo todo vêem São Pedro como o protótipo dos papas, o homem que fundou a sucessão ininterrupta de líderes da Igreja que chega até Bento XVI, mas o papel real do "príncipe dos apóstolos" provavelmente foi bem mais modesto, afirmam historiadores. Embora seja bem possível que Pedro tenha vivido, pregado e morrido em Roma, ele não fundou um governo centralizado da igreja romana, o qual demorou séculos para emergir.
Mais importante ainda, embora a igreja de Roma tenha conquistado desde cedo uma posição de destaque entre as comunidades cristãs espalhadas pela bacia do Mediterrâneo, as outras igrejas não creditavam o prestígio romano ao "papado" de Pedro, mas ao fato de que tanto ele quanto seu companheiro de apostolado, São Paulo, haviam pregado a palavra de Jesus e morrido em Roma. É o que diz um texto escrito por volta do ano 180 pelo líder cristão Irineu de Lyon.
Segundo Irineu, a comunidade de Roma havia sido "fundada e organizada pelos dois gloriosos apóstolos, Pedro e Paulo". "Para Irineu, a competência da igreja de Roma provinha de sua fundação pelos dois apóstolos, Pedro ePaulo, não só por Pedro", resume o historiador irlandês Eamon Duffy, da Universidade de Cambridge, em seu livro "Santos e 

Pecadores: História dos Papas".

Chegando mais tarde. Na verdade, a situação era ainda mais complicada do que Irineu imaginava. Tudo indica que a comunidade cristã de Roma foi fundada por um anônimo seguidor de Jesus, provavelmente um judeu da Palestina que se juntou aos dezenas de milhares de membros da comunidade judaica da capital do Império Romano. São Paulo, ao escrever para os cristãos de Roma na década de 50 do século 1, em nenhum momento menciona a presença de Pedro na cidade.
No entanto, sabemos pelos Atos dos Apóstolos, livro do Novo Testamento escrito no fim do século 1, que Paulo acabou indo para a cidade para ser julgado pelo imperador romano num processo que estava sofrendo. E outros textos, também do fim do século 1 e começo do século 2, dão conta de que tanto Paulo quanto Pedro foram mortos durante a perseguição contra os cristãos ordenada pelo imperador Nero entre os anos 64 e 67. A tradição sobre o martírio é relativamente próxima dos eventos, embora não esteja registrada na Bíblia, e há pouca razão para duvidar que os santos morreram mesmo na 

Cidade Eterna. Pescador impetuoso

Para o padre e historiador americano John P. Meier, professor da Universidade Notre Dame e autor da monumental série "Um Judeu Marginal" (ainda não concluída) sobre a figura histórica de Jesus, o Novo Testamento traz uma série de informações importantes e confiáveis sobre Pedro. Originalmente, ele era um pescador da Galiléia (norte de Israel), casado, e aderiu ao grupo de discípulos de Jesus junto com seu irmão André. O nome de seu pai era João ou Jonas, e seu nome original era Simão.
O mais provável é que Jesus tenha dado a ele o apelido aramaico de Kepa (ou Kephas, como escreve São Paulo), "a pedra" ou "a rocha", depois traduzido como Petros, ou Pedro, em grego. Todos os evangelistas o apresentam como o principal membro do grupo dos Doze Apóstolos, ou como o porta-voz deles, e também retratam-no como um homem ao mesmo tempo generoso, extremamente apegado a Jesus, cabeça-dura (talvez uma relação irônica com seu apelido), indeciso e dado a súbitas mudanças de opinião.
Em suas cartas, São Paulo relata um relacionamento tempestuoso com Pedro. Ao se converter à fé em Jesus (Paulo, judeu com cidadania romana, antes perseguia os cristãos), Paulo teria passado alguns anos sozinho até ir a Jerusalém e falar com Pedro e outros apóstolos. Depois, conseguiu convencer o grupo original de seguidores de Jesus que os pagãos também poderiam ser convertidos, mas entrou em conflito com Pedro, chamando-o de hipócrita. É que Pedro foi visitar a comunidade cristã de Antioquia, na Síria, e inicialmente fazia suas refeições com os crentes de origem pagã, coisa proibida pela lei judaica. No entanto, quando outros judeus cristãos apareceram na cidade, ele parou de fazê-lo, o que provocou a reprimenda de Paulo.

As chaves do Reino dos Céus

Há indícios de que, antes de ir para Roma, o santo passou por Antioquia e por Corinto, na Grécia. No entanto, o momento definidor de sua carreira como "papa", segundo os apóstolos, teria acontecido ainda durante a vida de Jesus. Segundo o Evangelho de Mateus, Pedro teria dado mostras impressionantes da fé em seu mestre eu declarar a ele: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". Jesus, então, teria prometido a Pedro a liderança de seus seguidores: "Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão contra ela. Darei a ti as chaves do Reino dos Céus".
John P. Meier afirma que a "profissão de fé" extraordinária de Pedro provavelmente é um fato histórico, por estar registrada nas diversas fontes usadas pelos evangelistas para compor suas narrativas. Também não duvida do papel de liderança de Pedro na Igreja primitiva. No entando, diz acreditar que a promessa de Jesus não é histórica, justamente porque ela usa a expressão "igreja" -- que praticamente não aparece nos textos do Novo Testamento que tratam da vida de Jesus. Para ele, Mateus "retrojeta" uma situação da Igreja primitiva para a época em que Cristo ainda estava vivo.
Mais importante ainda para a questão do "papado" de Pedro, escreve Eamon Duffy, é o fato de que Roma aparentemente não tinham um bispo único até por volta do ano 150, ou seja, quase um século após a morte do apóstolo. É bom lembrar que, originalmente, o papa era o bispo de Roma, que recebia especial atenção de seus pares por governar a comunidade cristã onde tinham sido martirizados Pedro e Paulo. No entanto, vários documentos do começo do século 2, escritos para a comunidade de Roma e por membros dela, em nenhum momento fazem menção a um bispo, mas apenas aos "anciãos da igreja" ou "dirigentes da igreja".
Para Duffy, a explicação mais provável é que a unificação do comando da igreja romana nas mãos de um só bispo veio mais tarde, por causa de uma série de pressões externas e internas, entre elas o surgimento de heresias poderosas, que contrariavam os ensinamentos cristãos originais. Como forma de defesa, as igrejas, entre elas a de Roma, teriam instituído a "monarquia" dos bispos.


Imagem: Extraida da internet

Abra a porta do coração para Jesus entrar

Nos últimos tempos, ve-se um desânimo em relação a fé, e uma busca desenfreada por prosperidade.
Está escirto que nos finais dos tempos muitos apostatariam da verdadeira fé, para buscarem os seus interesses.
Jesus quando esteve na terra, recomendou que não buscassem tesouros no mundo, e sim nos céus; um tesouro espiritual, onde ninguem rouba, nem toma  como um ladrão de bens.
Devemos aprender que a nossa morada não é aqui, e sim no alto, com Deus, Cristo!
Quem busca tesouros no mundo e esquece-se de Deus, ao chegar para prestar contas da vida em sua presença, vai alegar o quê? que não o seguiu porque não o conheceu?, não sabia?
Quem o negou aqui no mundo vai testificá-lo na hora da decisão final?
Pode até ser, mas um reconhecimento de que teve chances e não o seguiu.
Um reconhecimento que merece punição de desobediência.
Aí, como está escrito, é uma separação eterna porque a destinação é certa e evidente.
Antes de tudo busquemos a Deus por meio de Cristo, para que possamos ser alcançados pela graça redentora de Deus.

Por Pb Joseval Oliveira

Deus não é culpado por sofrimentos

De forma alguma o Verdadeiro Deus é Deus de morte e perseguição; ou que se alegra com o sofrimento de sua criação.
Mas ao criar todas as coisas, foram escritas e determinadas; e sendo assim, e devido ao pecado de transgressão por desobeder-lhe, o ser humano ficou sujeito a sofrimentos e toda sorde de trubulações pelas quais o mundo ou o dia venha a oferecer.
Portanto, Deus está totalmente isento de qualquer culpa por sofrimentos e tribulações que a humanidade venha a enfrentar.
Mas sabendo de uma coisa; Ele é Deus de vivos e não de mortos!
É o Deus da providencia, que se clamar com fé em o nome de Cristo, Ele pode perdoar os pecados e sanar os problemas.
Louvado seja o nome do Senhor para sempre!

Pb Joseval Oliveira

Por quem Jesus morreu?



As Escrituras dizem que Jesus não morreu por toda humanidade!
Deus escolheu um grande numero de pessoas (os eleitos) da raça humana decaída para a salvação e que enviou Cristo ao mundo para salvá-las (Jo 6.37-40;10.27-29; 11.51-52; Rm 8.28-39; Ef 1.3-14; 1 Pe 1.20).
Também afirmam com frequência que Cristo morreu por grupos ou pessoas em particular, tendo  como implicação clara que a sua morte garantiu totalmente a salvação desses indivíduos (Jo 10.15-18,27-29; Rm 5.8-10; 8.32; Gl 2.20; 3.13-14;4.4-5; 1 Jo 4.9-10; Ap 1.4-6; 5.9-10)
Pouco antes do seu sofrimento na cruz, Jesus orou somente por aqueles que o Pai lhe havia dado, e não pelo "mundo" (isto é, pelo restante da humanidade [ Jo 17.9,20])
Os que foram escolhidos por Deus ouvem a oferta de Cristo e, ao ouvi-la, recebem o chamado efetivo  do Espirito Santo.

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