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sábado, 11 de julho de 2009

MENSAGEM PASTORAL - A Felicidade

SALMO 32

Martinho da Vila, em uma musica já um pouco antiga, cantou a felicidade da seguinte maneira:
“Felicidade, passei no vestibular, mas a faculdade é particular. Livros tão caros, tanta taxa para pagar, meu dinheiro muito raro alguem teve que emprestar”.
Assim ele discorre sobre a Universidade, toda a sua luta no decorrer do curso e, pra culminar, o diretor não deixou que ele recebesse o diploma. Mas continua ele, conseguiu se formar, assim mesmo, desempenhar a sua profissão, etc. E termina cantando: “Só depois de tantos anos, felicidades e desenganos, dizem que sou um burgues muito privilegiado; mas burgueses são vocês, eu não passo de um pobre coitado, e quem quiser ser como eu vai ter que pensar um bocado...”.
Onde está a felicidade do começo, daquele dia maravilhoso, em que sua familia cantou para ele; em que seus amigos todos lhe parabenizaram pelo feito extraordinario de ser aprovado para a faculdade? O que é felicidade, então? Silveira Bueno, em seu Dicionário de Lingua Portuguesa, diz que felicidade é “ Ventura , contentamento, sucesso, bem-estar, boa sorte”. Ventura é “ Fortuna, sorte, destino”. E o verbo felicitar, significa “Tornar feliz: dar a felicidade a alguem”.
1- O ALCANÇE DA FELICIDADE: A felicidade alcança: a) o que é perdoado (v. 1). A iniquidade perdoada e o pecado coberto (expressão demonstrada pelo Propiciatorio da Arca da Aliança, onde se aspergia o sangue do cordeiro imolado, para perdão de pecados), trazem a lume a presença do Remidor, o Salvador, o Redentor. b) o justificado (v.2). A Justificação pela Fé é o tema principal e mais querido de Paulo aos Romanos. A expressão é propriamente a mesma aqui. Não atribuir iniquidade neste verso, significa não debitar na conta de, não cobrar a divida. É retirado o peso da culpa. c) o que não se engana, nem é fraudulento (não há dolo em seu espirito) – v.2. Dolo é uma das palavras mais complicadas para a vida do ser humano. Agir com dolo é agir com subterfúgio para se apropriar indebitamente daquilo que não lhe pertençe, sem pagar o devido preço por quilo. No espirito do crente, do homem de Deus, não há lugar para dolo algum. Neste, que foi perdoado, justificado e em quem não há dolo, está a verdadeira felicidade.
2- A PERDA DA FELICIDADE: - Como se perde a felicidade? A que o cristão está condicionado para que não perca a sua felicidade? O crente perde a felicidade: a) quando deixa de confessar os seus pecados (v.3). Enquanto o cfente está guardando pecado só para sí, começa a receber as diversas complicações. Entre essas, está o fato de perder a saúde e sofrer de muitas maneiras por esta causa. b) Aquele que não confessa seus pecados, o impenitente, tem as portas da via fechadas pelo proprio Deus (v.4). Note que a mão do Senhor abafa a vida, pesando dia e noite sobre a cabeça. Pecado não confessado, é pecado não perdoado e, por isso, enraíza e traz complicações para a vida, fazendo perecer a felicidade.
3- O REENCONTRO COM A FELICIDADE- Não há nada mais simples do que isto. O reencontro com a felicidade está : a) na prontidão de Deus para perdoar (v.). O salmista diz que ainda não tinha confessado, mas se prontificou a fazer isto e Deus já tomou a dianteira e perdoou: b) Na disposição de Deus para proteger o piedoso (v.6,7). É como o pai que protege seu filho sem nenhuma exigencia de ninguem. Ele o faz por livre e espontanea vontade e amor; c) Na confiança em Deus (v.8). Para o que confia em Deus, Ele mesmo promete instrução, direção e orientação.
Conclui-se que: Ao obstinado só resta a disciplina (v.9); que dois caminhos são apresentados: sofrimento, sem trégua para o ímpio (v.10) e misericordia para o justo, ainda que não seja sem sofrimento (v.10); mas alegria, regozijo e exultação são apresentados como caracteres dos justos, pois vêm do Senhor(v.11)
Rev. Jair Sabino de Oliveira
mensagem do culto noturno da IPCDU de 17/02/2008.