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terça-feira, 29 de setembro de 2009

MENSAGEM PASTORAL - A Paz que Encontramos em Deus


“Seguir a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguem verá o Senhor”
(Hb 12:14)
            Paz,  nos Evangelhos,  não é somente ausência de guerra. Pode-se viver sem guerra e assim mesmo não viver em paz. Já o cristão pode viver num ambiente de guerra e ainda assim continuar em paz.
            Como as demais bem-aventuranças, a paz é uma condição interior, um estado de espirito. Jesus faz uma distinção entre a paz que ele concede e a paz que o mundo oferece.
            A paz do discípulo depende da promessa da companhia de Jesus: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14:2).
            Paulo escreve sobre essa “paz”, dizendo que a paz de Deus excede todo o entendimento humano, e que ela guardará o nosso coração e a nossa mente em Cristo Jesus (Fp 4:7).
            A paz nesta perspectiva , é mais do que uma intervenção de Deus; é a presença gloriosa de Deus por meio de Jesus Cristo na vida do discípulo.
            É uma paz que vem do alto, do Deus da paz. Jesus Cristo, como o “Príncipe da paz”, com Sua presença nos enche o coração de uma paz que o mundo não tem e nem pode nos dá.
            A presença gloriosa de Deus, gera no coração do pecador (redimido), segurança, tranqüilidade e descanso (Mt 11:28-30). Imagine a criança que se sente segura simplesmente por desfrutar do colo paterno.
            Como crianças nos sentimos protegidos e seguros nos braços eternos do Deus Pai. Paz é uma condição de amizade com o Senhor nosso Deus.
            Paulo diz: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5:1).
            A verdadeira paz é marcada pela intimidade paterno-filial com o Pai – mulheres e homens que, de tão amigos de Deus, “ serão chamados filhos de Deus”.
            Os filhos de Deus são tão pacificadores quanto o Pai. Não são pacificadores para serem chamados filhos de Deus; pelo contrário, por serem filhos de Deus, tornam-se construtores da paz e por isso são felizes. Paulo diz “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12:18). Portanto, a paz, com relação ao nosso semelhante, depende de cada um de nós.
(Adaptado do Livro. Ser é o bastante- Carlos Quiros) Rev. Pastor José Roberto