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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Daniel 6:1-28


Pareceu bem a Dario constituir sobre o reino a cento e vinte sátrapas, que estivessem por todo o reino; 6.2 e sobre eles, três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes sátrapas dessem conta, para que o rei não sofresse dano. 6.3 Então, o mesmo Daniel se distinguiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino. 6.4 Então, os presidentes e os sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa. 6.5 Disseram, pois, estes homens: Nunca acharemos ocasião alguma para acusar a este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus. 6.6 Então, estes presidentes e sátrapas foram juntos ao rei e lhe disseram: Ó rei Dario, vive eternamente! 6.7 Todos os presidentes do reino, os prefeitos e sátrapas, conselheiros e governadores concordaram em que o rei estabeleça um decreto e faça firme o interdito que todo homem que, por espaço de trinta dias, fizer petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. 6.8 Agora, pois, ó rei, sanciona o interdito e assina a escritura, para que não seja mudada, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 6.9 Por esta causa, o rei Dario assinou a escritura e o interdito. 6.10 Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer. 6.11 Então, aqueles homens foram juntos, e, tendo achado a Daniel a orar e a suplicar, diante do seu Deus, 6.12 se apresentaram ao rei, e, a respeito do interdito real, lhe disseram: Não assinaste um interdito que, por espaço de trinta dias, todo homem que fizesse petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei e disse: Esta palavra é certa, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 6.13 Então, responderam e disseram ao rei: Esse Daniel, que é dos exilados de Judá, não faz caso de ti, ó rei, nem do interdito que assinaste; antes, três vezes por dia, faz a sua oração. 6.14 Tendo o rei ouvido estas coisas, ficou muito penalizado e determinou consigo mesmo livrar a Daniel; e, até ao pôr-do-sol, se empenhou por salvá-lo. 6.15 Então, aqueles homens foram juntos ao rei e lhe disseram: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum interdito ou decreto que o rei sancione se pode mudar. 6.16 Então, o rei ordenou que trouxessem a Daniel e o lançassem na cova dos leões. Disse o rei a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que ele te livre.6.17 Foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o rei com o seu próprio anel e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel. 6.18 Então, o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em jejum e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono. 6.19 Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa à cova dos leões. 6.20 Chegando-se ele à cova, chamou por Daniel com voz triste; disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo! Dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões? 6.21 Então, Daniel falou ao rei: Ó rei, vive eternamente! 6.22 O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum. 6.23 Então, o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim, foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus. 6.24 Ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova, e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos. 6.25 Então, o rei Dario escreveu aos povos, nações e homens de todas as línguas que habitam em toda a terra: Paz vos seja multiplicada! 6.26 Faço um decreto pelo qual, em todo o domínio do meu reino, os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. 6.27 Ele livra, e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou a Daniel do poder dos leões. 6.28 Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario e no reinado de Ciro, o persa.

Acabamos de ver nesses textos bíblicos, a importância da nossa fé em Deus, um Deus Verdadeiro, um Deus sem hipocrisia, um Deus que tudo criou, tudo fez simplesmente por intermédio da palavra. Bastou ordenar, e as coisas iam tomando as formas como Ele queria. Criou, e todas as coisas estão hoje ai formadas e o homem as destruindo. Pois bem, O rei Dário escolheu (120 sátrapas) de todo o seu reino e que estivessem em todo o reino. (Sátrapa (Grego σατράπης satrápēs, do antigo persa xšaθrapā(van), i.e. "protetor da terra/país") era o nome dado aos governadores das províncias, chamadas satrapias, nos antigos impérios Aquemênida e Sassânida da Pérsia). E pretendia constituir uma equipe de três presidentes para a segurança do seu reino, e dentre eles se achava e se destacava Daniel. Daniel era um homem muito temente a Deus o Criador do Universo, um homem reto diante de Deus e dos homens, um homem onde se procurava uma culpa e não encontrava-se nele. Então Daniel destacou-se no reino de Dário e a inveja e o ciúme dos sátrapas e presidentes passou a dominar-lhes. Eles usaram de uma trama para incriminar a Daniel para que não fosse lhe outorgado o direito de ser distinto naquele reino. Eles mesmo viram que não podiam incriminar a Daniel dada era a sua retidão, mas a maldade humana prevalente desde o inicio, falou mais alto e eles encontraram uma forma de aplicar-lhe uma punição. E partiram para a lei dos homens. Vendo eles que Daniel era um homem de Deus, foram a Dário e solicitaram que fizesse um decreto onde quem no prazo de trinta dias fizesse petição a seu deus e não ao rei, seria jogado na cova dos leões. Dário prontamente acatou e decretou. Sabendo Daniel que o decreto fora assinado, trancou-se no seu quarto e de joelhos três vezes ao dia orava e dava graças a nosso Deus como de costume.. Os homens vendo Daniel a orar foram ao rei e lhes contaram o ocorrido e cobrando do rei que o decreto não poderia mais ser mudado exigiram que o rei jogasse a Daniel na cova dos leões. O rei ficou muito triste mas tinha que cumprir o determinado. Chamou a Daniel e disse : “Daniel que o teu Deus a quem tu serves te livre” Ainda tentou livrar a Daniel mas não foi possível. Foi obrigado a jogá-lo na cova mesmo. E jogando-o, então Deus agiu, e agiu firmemente a ponto de fechar a boca dos leões. O rei não dormiu pensativo e desgostoso, no dia seguinte logo cedo foi até a cova, e chamou por Daniel, e ouviu sua voz. Daniel falou para ele que o anjo fechou a boca dos leões. Retiraram Daniel da cova e Dário mandou jogar todos os acusadores com seus filhos e mulheres na cova. Ao serem jogados, bem não chegaram ao chão, já foram trucidados pelos leões. Então Dário comunicou a todas as nações e determinou a todo o seu reino que a partir daquela data todos deveriam adorar ao Deus de Daniel o nosso Deus porque Ele é quem opera maravilhas impossíveis em todo o universo e assim foi feito. Portanto, não é pelo fato de ser crente em Deus ou temente, ou em viver em plena comunhão com Ele, que não estamos sujeitos a problemas. Deus não evita o problema, mas age lá dentro do problema. E evita também; que Ele é quem tudo pode, mas muitas vezes ele permite que o problema aconteça para que seu nome seja engrandecido entre as nações e para que o ser humano saiba que onde ninguém é capaz, existe um capacitado para resolver e livrar. Tantas pessoas usam de tantas arrogâncias uns com os outros, agem injustamente, praticam a mentira, a calúnia, as maiores atrocidades possíveis. Para esses existe a ira de Deus. A menos que se humilhem e reconheçam que só Deus é o dono de tudo e que tudo pode, e para isso é preciso que o façam enquanto estejam vivos. Porque depois de mortos só resta o julgamento.