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terça-feira, 6 de outubro de 2009

MENSAGEM PASTORAL - Litigio Entre Irmãos


(1 Corintios. 6:1-11)
  Deus criou as pessoas esperando que elas vivam em paz e harmonia. A convivência fraterna faz parte do projeto de Deus para todos. Porém, surgem inumeros problemas no relacionamento humano. Também entre os "crentes" não são poucas as demandas existentes que ferem o propósito original de Deus. Quando isso acontece o que fazer? Será que os cristãos devem recorrer a justiça comum para tratar problemas de relacionamento?
        Como resolver essas e outras questões entre irmãos? Quando o cristão ignora a ajuda da igreja na solução de demandas e contendas existentes, e apela imediatamente para a justiça comum, está contrariando um princípio bíblico.
        A questão deve ser resolvida dentro da própria comunidade e não na justiça comum. Em 1Corintios 6, o apóstolo Paulo reconhece a possibilidade de existir contendas entre os crentes.
        E também orienta aos fiéis quanto a maneira adequada de tratar os possiveis conflitos. Em geral, os crentes da greja de Corintios eram muito arrogantes e competitivos, vivam muito preocupados em defender os seus direitos.
        Aliás, à semelhança de alguns membros da igreja, eles eram mais preocupados com os seus direitos do que com as suas responsabilidades e deveres.
        Na cidade de Corinto, quando uma pessoa falhava com a outra, era imediatamente levada ao tribunal para ser julgada.
        Lamentavelmente, isto também acontecia com os membros da igreja: procuravam a lei dos incédulos para resolver os seus problemas e querelas de relacionamento.
        Os "crentes" imitavam o modelo comum de seu tempo, como comenta o Prof. William Barclay, "os gregos se caracterizavam por ser um povo naturalmente litigioso. Os tribunais e processos eram de fato os seus divertimentos e passatempos principais... numa típica cidade grega todos os homens eram mais ou menos advogados e passavam grande parte do tempo decidindo casos legais ou se envolvendo com eles. Os gregos eram famosos ou notórios, pelo seu apego à lei"
        Já, o escritor B. Allo acredita que a ganância era a causa principal de todo o litigio que prevalecia na igreja de Corinto.
        O cristão não deve permitir que práticas comuns do mundo estejam invadindo e impondo os seus métodos e formulas. Entretanto é preciso reconhecer a legitimidade e a necessidade dos tribunais (Rm 13:1-4: 1Pe 2:13-14).
        Há questões que inevitavelmente, precisam ser tratadas nestes tribunais, tendo em vista que a igreja não assume as prerrogativas e as funções do magistrado civil.
        Porém, na medida do possível, os cristãos devem procurar nao depender desses tribunais. as suas questões devem ser resolvidas com amor, perdão, paciência e bom senso, enfim, de maneira cristã.
(Adaptado da Revista Didaquê) Rev Pastor José Roberto