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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O Cumprimento das Escrituras



Cada vez mais estamos vendo o cumprimento das Sagradas Escrituras no nosso dia-a-dia, desta vez estamos assistindo a uma absurda pratica de contrariedade as leis de Deus. A Igreja Luterana da Suécia - a maior denominação religiosa daquele país deve começar a realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo a partir do mês que vem. A Suécia foi um dos primeiros países a dar aos casais homossexuais direitos para "parcerias civis", em meados dos anos 1990, e a permitir que casais homossexuais adotassem crianças, a partir de 2002. Com a lei aprovada em maio, a Suécia se tornou o quinto país europeu a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo, depois da Bélgica, Holanda, da Noruega e da Espanha. Cerca de 70% dos 250 membros do sínodo da igreja votaram a favor da medida, tornando-a uma das primeiras grandes igrejas do mundo a permitir o casamento gay. E agora a lei foi aprovada mesmo com divergências entre as opiniões de diversos religiosos, ficando decidido que o religioso que se negar a realizar as cerimônias será substituído. Vale salientar que as criticas não são contra as pessoas homossexuais e sim referentes as contrariedades a lei de Deus. Porque a lei foi feita por Ele e não dos homens. O homem têm um tempo de vida de mais ou menos 80 anos e morre  passando a viver em sua vida espiritual para a eternidade, e aqueles que abominam contra o Senhor estão condenados conforme os Escritos. Portanto fiquemos atentos para que possamos praticar o conhecimento da Palavra de Deus com retidão.

Artigo extraido da Internet: site www.segundoasescrituras.com
satânica prática do homossexualismo, segundo as Escrituras.


O homossexualismo humano não é criação do Senhor, mas, sim, uma abominação humana, gerenciada pelo Demônio que se chama Satanás, o Adversário, o príncipe das sombras.
“Ai do mundo dos escândalos! Eles são inevitáveis: Mas ai dos homens que os causam!“. Gravíssima advertência de Jesus, em Mateus, 18.7.
Antes de entrar no mérito do grave pecado do homossexualismo, vamos fazer um preâmbulo mais que necessário:
A Palavra do Senhor Deus, no Apocalipse, profetizou que Satanás, que não conseguiu corromper a Jesus no deserto, faria guerra aos seus filhos, os cristãos:
“O dragão irou-se com a mulher (a Igreja de Deus) e foi fazer guerra aos outros seus filhos que guardam os Mandamentos de Deus e retêm o testemunho de Cristo”. Apocalipse 12.17.
A Palavra do Senhor, no Apocalipse, também profetiza que Satanás venceria os filhos de Jesus, pelo menos na maioria:
Nas profecias do Apocalipse está claro que Satanás venceria os santos, em sua maioria, restando apenas os remanescentes.
Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los. Apocalipse, 13.7.
Realmente Satanás venceu os santos no momento em que conseguiu colocá-los nos palácios dos reis, que depois acabaram construindo seus próprios palácios, do qual nunca mais se desligaram deles, até hoje, depois que se tornaram também reis. Satanás conseguiu fazer dos bispos cristãos das catacumbas romanas, os reis de Roma e levá-los a corromperem gravemente vários dos preceitos da Palavra Escrita, principalmente os Dez Mandamentos, modificados por esses servos de Satanás, os papas do catecismo dos homens. Ver, no site www.segundoasescrituras.com o arquivo: “A doutrina católica, segundo as Escrituras.
Se Satanás venceu a imensa maioria dos santos, que tinham o testemunho de Jesus, mesmo levando vários séculos para isso, restando apenas os remanescentes de Jesus, que são os da Bíblia, somente da Bíblia, imagine, então, a facilidade com que Satanás corrompeu o mundo natural. Satanás, astucioso e poderoso, pois a glória lhe foi tirada, mas não o seu poder, tem vencido o mundo devagar, para não aparecer, pois a sua maior artimanha, a sua maior façanha é exatamente fazer com que os homens descreiam nele, que o ignorem completamente. Na verdade Satanás gosta quando todos dêem fortes gargalhadas quando um servo de Deus os adverte a respeito das suas artimanhas.
Satanás tem vencido, pois quando tento dizer a alguém que programas de TV onde se incluem as novelas e outras mídias são obras sutis de Satanás para corromper a nossa possível santa relação com o Criador, as respostas são mais ou menos as mesmas: “Você está muito radical; está atrasado no tempo e no espaço. Vê males onde não existem”, e por aí afora.
Antes do século 20, era raro ver-se um casal de namorados trocando gestos mais calorosos, em público. Até as décadas de 40 ou 50 do século 20, se uma mulher brasileira fosse à praia de minúsculo biquíni, ou se grupos praticassem o nudismo, acabariam na prisão pela sua ousada agressão ao pudor. Em 1961, o presidente Jânio da Silva Quadros ameaçou de prisão as mulheres que pretendiam vestir ousados biquínis, nas praias. Se no palco de um teatro se exibisse um casal praticando sexo explícito, ao vivo, como hoje se pratica, ou se uma emissora de TV exibisse um casal nu, praticando sexo, acompanhado dos gemidos característicos; se mulheres totalmente nuas desfilassem no carnaval; se mostrasse um homem acariciando sensualmente outro ou, de modo muito pior, beijando-o na boca, ou, da mesma forma, mulher com mulher, como já se exibem hoje pelas telas e telinhas, seria um escândalo tão estrondoso que podem estar certos de que, incontinenti, o povo incendiaria o teatro, o carro alegórico, o cinema e a emissora. Os participantes não arredariam o pé dali até se certificarem da destruição total. Além disso, os infelizes atores teriam de se mudar para outros rincões, porque até eles seriam ferozmente perseguidos.
Mas, paulatinamente, devagar, daquela época mais casta até estes tempos de modernismos, que só faz menos 50 anos, tudo vem mudando e, atualmente, as imoralidades descritas são vistas com a maior naturalidade.
Para o sábio do Senhor é fácil concluir que essas libertinagens nos foram impostas passo a passo, vagarosamente, ardilosamente calculado pelo príncipe das trevas e, pelo jeito, não deve parar por aí. Se não houver um basta, se não pararmos de aceitar essas impudências como normais, o Brasil e boa parte do mundo vai acabar se transformando numa nova Gomorra. E aí, como sempre, em vez da bênção do Espírito Santo de Deus para o nosso povo, por certo virá a maldição com terríveis efeitos.
Dizem os cientistas que se um sapo for jogado num tacho de água quente, assustado, de um salto ele vai tentar se livrar do problema, mas se esse mesmo sapo for colocado na água de temperatura ambiente e essa for aquecida lenta, mas progressivamente, o sapo não vai sair da água e, surpreendentemente, vai se acostumar ao calor progressivo, e sem poder de se livrar disso, morrerá cozido. Da mesma forma, podemos ver a ação de Satanás. Os atentados contra o pudor que ocorrem naturalmente hoje, nos tempos idos seriam repelidos com o maior rigor pelo povo, contudo devagar, mas progressivamente, Satanás, também poderoso e sagaz, fez com que esse povo se acostumasse com tudo o que ocorre hoje e a tendência é que tudo piore. Para chegar a essa conclusão é só meditar com bastante atenção sobre tudo isso.
Nas décadas finais do século 20 e nesse nosso século 21, podemos constatar que o homem vem se acostumando, devagar, com as libertinagens e daí passa a ver como perfeitamente normais práticas antes abominadas.
Um dos consideráveis exemplos disso dá-se com as freqüentes conclamações de fotógrafos estrangeiros para que pessoas se apresentem em lugares públicos, aquelas que se predisponham a serem fotografadas completamente nuas, tal como já aconteceu até no Brasil. Surpreendentemente, até no Brasil uma verdadeira multidão se apresentou e sem nenhum pudor tirou a roupa em público para gáudio do fotógrafo. Assim, até no Brasil, em outubro de 2007, uma multidão de homens e jovens nus se apresentou em praça pública para “homenagear a Adão”. Tenho notado que isso tem acontecido por diversas vezes pelo mundo. Antigamente, isso seria considerado grave atentado ao pudor e todos os participantes teriam sido encarcerados em flagrante delito. Como exemplo disso, se hoje pode parecer-nos bem difícil, futuramente pode ser que uma multidão de casais se apresente numa praça praticando sexo explícito. Entendemos que, por enquanto, uma coisa dessas está fora de cogitação, tal como antes estava fora de cogitação a possibilidade de uma multidão desfazer-se de suas roupas em público, e assim, na progressão da modernidade é bem possível ocorrer um acontecimento abjeto desses e até coisas piores.
Hoje, pelo mundo é comum ver-se homens e mulheres ficando totalmente nus, em público, nas mais esfarrapadas desculpas, tais como “protestarem” contra o Reitor de uma Universidade; contra o governo; contra isso e contra aquilo outro.
Eu nasci em 1940, e eu me lembro, que na década de 50, se a polícia encontrasse, numa banca de jornais, uma só revista, um livro ou fotos com temas de nudismo ou de pornografia, mesmo escondidos, seria preso incontinenti e teria sua banca fechada e tudo apreendido. Mas hoje está tudo completamente liberado. Basta dar uma voltinha nos grandes centros para constatar essa constante agressão ao pudor. Há alguns anos, quando foi liberado o nu pelas autoridades, já me deparei até com bancas de jornais da cidade de São Paulo que mantiveram abertas por algum tempo revistas que exibiam satânicos gays em plena atividade sexual.
Da mesma forma, em 2003, no Rio de Janeiro, uma das praias muito freqüentadas foi liberada pelas autoridades para que os demoníacos adeptos do nudismo pudessem exibir-se nus, como apreciam. O homem sábio, temente a Deus, tem a plena consciência de que se trata do demônio agindo, bem devagar, mas progressivamente, para que corrompa, o máximo que puder, o homem, sem chocá-lo, para que atinja, ao longo do tempo, práticas absurdas contra o pudor.
Se o Brasil é o país da impunidade para os grandes escroques camuflados de empresários, políticos e atualmente até de maus juízes; se sabemos que é o país da omissão, do descaso para com o povo humilde que também forma a nação, também é o país da pornografia. Se ainda não foi atingido pela maldição do Senhor, é porque dentre os ímpios ainda se encontram muitos justos que amam a Deus e se preocupam com os seus outros irmãos. É preceito bíblico que o real sentimento cristão, mesmo se vivido por poucos, salva povos inteiros!
“Que o senhor não se irrite se eu falo pela última vez: Destruirá Sodoma se lá forem achados pelo menos dez justos?” “Não a destruirei, por causa desses dez”. Intercessão de Abraão pela não destruição de Sodoma, mas nem dez justos havia, e sim, somente cinco: ele próprio, Lot, seu sobrinho com sua família, mas logo depois sobrariam apenas quatro. Gênesis, 18.32.
Disse um brilhante editorialista, no ano 2000, que o pudor é uma virtude que possui em grau mais alto a discreta eficácia de um alicerce, e que por isso o pudor é um bem que a lei e a ética devem resguardar.
"Quando quisermos destruir uma nação, deveremos destruir a sua moral. Assim, ela cairá em nossas mãos como um fruto maduro". Lênin.
Essa receita do nada santo Lenin, com visível sentido de realismo cínico, resume a tática adotada por todos os sistemas de dominação humana. Uma sociedade anestesiada pelo erotismo é presa fácil dos interesses ideológicos, políticos e econômicos. O velho império romano e outros sucumbiram quando adotaram internamente a destruição da moral.
Outro dia, houve um grande alvoroço em um dos Shopping Center mais badalados de São Paulo: Um “casal” de homossexuais se beijava em público, prazer infame, segundo as Escrituras (I Coríntios, 6.9. Romanos, 1.26 e seguintes). O “casal” foi impedido pelos seguranças e a grita gay foi geral. Até a maior das redes de TV se interessou na progressão do caso. A “gayzada” toda alegou a livre manifestação inclusa na Constituição. Por fim, a direção do Shopping teve de desculpar-se para barrar os altos protestos.
Ora, se podem ser livres as manifestações impudicas, de acordo com a liberdade instituída pela Constituição, por essa mesma Constituição me concede a liberdade de ir a um Shopping, lugar público, com crianças e tudo e não ver essas manifestações do demônio. Quanto a isso, copei o texto abaixo de um editorial brilhante, de nome: A SOCIEDADE E O PUDOR, do sábio Carlo Alberto Di Franco:
“O direito à liberdade de expressão, essencialmente vinculado à verdade e ao debate das idéias, nada tem a ver com os abusos da obscenidade. Com efeito, pretende-se dar à liberdade de comunicação a qualidade de um direito absoluto, esquecendo-se que direito absoluto não significa um direito ilimitado. Afirmar que um direito é absoluto significa que ele é inviolável nos limites que lhe são assinalados pelos motivos que justificam a sua vigência, e sobretudo que esses limites são balizados pelo respeito à dignidade humana e pelos direitos dos outros homens. A liberdade de expressão é inerente ao sistema democrático. Mas a responsabilidade é o outro nome da liberdade. Fundamentar as decisões democráticas em critérios estritamente numéricos é uma estratégia com trágicos precedentes históricos”.
Quanto às práticas despudoradas, vamos nos lembrar do que o que o Espírito Santo de Deus determina sobre a prática do adultério, temerariamente considerado ‘tão normal’ nas novelas, em quase todos os outros seguimentos da mídia, e por muitos e muitas que riem e zombam sarcasticamente quando ouvem falar que adultério é um ato amaldiçoado por Deus:
“Vós todos, considerai o matrimônio com respeito, e conservai o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os impuros e os adúlteros”.
Preceitos do Senhor Deus, em Hebreus, 13.4.
Quem ler Mateus 19.9 (também 5.27 e 5.31) verá que Jesus se manifesta com muita clareza a respeito da prática abominada do adultério.
“O Senhor viu que a maldade do homem era grande... O Senhor arrependeu-se de ter criado o homem sobre a terra”.
A verdade do Senhor Deus no livro de Gênesis, 6.5.
Um dos temas atualmente mais discutido por meio da mídia é o homossexualismo masculino e feminino: discutem se parceiros do mesmo sexo “podem casar-se” ou não (união podre e fétida). Outro dia, faz alguns anos, durante um programa de entrevistas na TV, uma pobre dama de família abastada que se tornou uma política de sucesso, até prefeita, disse, (pasmem!) que para ela sexo anal “é uma coisa normal”, mas como a verdadeira Verdade só emana de Deus, vamos nos lembrar o que ele deixou escrito a respeito:
“(...) Da mesma forma Sodoma e Gomorra e as cidades circunvizinhas, que praticavam as mesmas impurezas e se entregavam a vícios contra a natureza, jazem lá como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno”. Grave advertência do Senhor Deus, na Epístola de Judas 1.7.
O homossexualismo é tratado por Deus, nas Escrituras, como um prazer infame e os adeptos dessa fornicação demoníaca sofrerão as penas do Lago de Fogo (Epístola de Judas, 8 e em I Coríntios 6.9). Ver arquivo no site www.segundoasescrituras.com “O inferno eterno e o lago de fogo, segundo as Escrituras”.
O homossexualismo é um desvio muito antigo, mas se foi sempre praticado, sempre foi muito bem dissimulado, contudo, atualmente, não se preocupam mais em disfarçá-lo e ainda tentam realçá-lo da melhor maneira que podem. Isso não tem nada de normal, mas, sim, de uma crassa anormalidade. Os valores humanos do pudor estão sendo pisoteados como nunca. Qualquer tipo de união entre homossexuais só terá futuro aqui na terra, nas estrofes de um poeta sodomita e, se não se arrependerem verdadeiramente de suas impudicícias nojentas, na outra vida, por certo, estarão a engrossar as hostes dos bodes. Não somos nós, mas, sim, é Senhor, o Criador, quem nos revela isso:
“Não vos enganeis: Nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o reino dos céus”. A Justiça do Senhor Deus, em I Coríntios, 6.9
E como só há duas alternativas finais, e se o próprio Deus disse que não entrarão em seu reino, indubitavelmente, se não se arrependerem a tempo, serão lançados no Lago de Fogo do Apocalipse.
Em Levítico, 18.12, o homossexualismo também é condenado.
Hoje, início do século 21, nós testemunhamos o avanço forte dos clamores homossexuais. Se antes era dissimulado, hoje vemos grandes ajuntamentos de todo tipo de homossexuais em grandes manifestações e com grande alarde, muitos deles escandalizadores, se aproveitando da certa presença das grandes redes de TV e jornais, e de políticos e políticas nessa marcha da pederastia, para forte alegria de Satanás. Numa dessas manifestações, ocorridas em São Paulo, acorreram mais de dois milhões de pessoas, tanto simpatizantes, como de “gays”.
A maior façanha do demônio é agir sem que saibam que ele, o grande maquinador da indecência mundana existe, mesmo sendo ele a causa de todos os males do mundo.
Hoje, início do século 21, na certa tudo orquestrado por Satanás, notamos que a maioria do povo tenta buscar a Deus fora das Escrituras. Algumas “crenças” usam o Evangelho de acordo como lhes interessa, pois o misturam a Palavra de Deus com todo tipo de preceitos humanos do modo como lhes convém. Hoje, falsos pastores lançam igrejas até para “gays” e invocam a Jesus como se Jesus fosse um reles incoerente.
Prá consumar a satânica defesa dos homossexuais, alguns escritores simpatizantes dessa prática demoníaca, escandalizadores segundo as Escrituras, escreveram livros satânicos nos quais “revelaram” um Jesus homossexual que “que transava com seus apóstolos”.
“Nos últimos tempos virão escarnecedores, que andarão segundo as suas paixões e cheios de impiedade...”. Epístola de Judas 1.18
“Ai do mundo por causa dos escândalos. Eles são inevitáveis, mas ai daquele homem pelo qual vem o escândalo...”. Reais ameaças de Jesus, em Mateus, 18.7
Vamos aqui colocar um texto retirado da Internet, criado por João Luiz Santolin (MOSES):
“O tema homossexualidade nunca foi tão explorado pela mídia como atualmente. Na televisão, os programas de auditório recebem militantes gays para entrevistas e debates sobre suas conquistas e promoção de seus eventos. Novelas e filmes também exaltam a homossexualidade. Rádios, jornais e revistas se abriram para a questão. O assunto está sempre na ordem do dia.
Os acalorados debates atravessam muitas perspectivas quando o assunto é a homossexualidade: psicológica, sociológica, ética e, a mais polêmica, a religiosa. As posturas são as mais diversas. A Igreja Evangélica, entretanto, mesmo não sendo favorável à prática homossexual, acredita que os homossexuais devem ser acolhidos, receber compaixão e ouvir a palavra de Deus. As Sagradas Escrituras prometem transformação para todo e qualquer pecador que se arrependa dos seus pecados e creia em Jesus Cristo.
POSIÇÃO BÍBLICO-TEOLÓGICA DA IGREJA EVANGÉLICA
A Igreja Evangélica tem uma postura bem firme quanto à questão da homossexualidade. Apesar de lançar mão de argumentos psicológicos, científicos, sociológicos e éticos, é da Bíblia Sagrada que retira o substrato para nortear sua compreensão teológica e suas ações práticas.
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, a Bíblia faz menção aos atos homossexuais. A primeira referência ao homossexualismo está no livro de Gênesis, quando os habitantes das cidades Sodoma e Gomorra tentaram violentar sexualmente dois anjos com aparência humana. Assim a Bíblia menciona, em Gênesis 19, a exigência dos homens da cidade que tentavam invadir a casa de Ló, onde os anjos se hospedaram:
“Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles.”
Analisando a história de Sodoma e Gomorra, o escritor Joe Dallas faz a seguinte afirmação:
“Houve uma tentativa de estupro homossexual, e os sodomitas com certeza eram culpados de outros pecados além do homossexualismo. Mas, tendo em vista o número de homens dispostos a participar do estupro, e as muitas outras referências - tanto bíblicas como extra-bíblicas - aos pecados sexuais de Sodoma, é provável que o homossexualismo era amplamente praticado entre os sodomitas. Também é provável que o pecado pelo qual eles são chamados foi um dos muitos motivos porque o juízo final caiu sobre eles.”
Outra passagem do Antigo Testamento que refere-se à prática homossexual, encontra-se no capítulo 19 do livro de Juízes. Os homens da cidade de Gibeá também tentaram violentar sexualmente um homem que se hospedou na casa de um velho agricultor. A passagem relata o seguinte:
“eis que os homens daquela cidade, filhos de Belial, cercaram casa, batendo à porta; e falaram ao velho, senhor da casa, dizendo: Traze para fora o homem que entrou em tua casa, para que abusemos dele. O senhor da casa, saiu a ter com eles, e lhes disse: Não, irmãos meus, não façais semelhante mal; já que o homem está em minha casa, não façais tal loucura. (...) Porém aqueles homens não o quiseram ouvir...”
Para o pesquisador e escritor Júlio Severo não há nenhuma dúvida de que essa passagem da Bíblia também se refere à homossexualidade. Severo afirma que os judeus - por não terem eliminado de seu meio os costumes dos povos pagãos - acabaram sendo influenciados por eles e sofrendo graves conseqüências sociais e morais:
“O fato é que os costumes dos cananeus que habitavam no meio do povo de Benjamin acabaram minando toda sua resistência moral. O homossexualismo, que era comumente praticado nas religiões cananéias, foi aos poucos sendo introduzido na vida social do povo de Deus.
“Como conseqüência, as ruas de Gibeá deixaram de ser seguras. Nelas, agora, rondavam estupradores homossexuais. Foi por isso que o velho se dispôs a acolher os viajantes em casa. Ele quis protegê-los de um eventual abuso sexual.”
Segundo Júlio Severo, os habitantes da cidade de Gibeá colocaram-se ao lado dos seus cidadãos homossexuais e sofreram graves conseqüências. Ele considera a história de Gibeá um alerta para os cristãos dos dias de hoje pois, segundo afirma, esses também são suscetíveis de abrigar o pecado em suas comunidades:
“Para que toda influência homossexual fosse arrancada do meio do povo de Deus, o Senhor ordenou que os benjamitas fossem combatidos. Na guerra que se seguiu, morreram quarenta mil soldados de Israel e vinte e cinco mil de Benjamin, sem mencionar as vítimas civis, que foram em número muito maior.
“A tragédia moral de Gibeá é um alerta para a comunidade cristã de todos os tempos. Ela mostra que não só a sociedade secular, mas também os próprios crentes são suscetíveis de perder a aversão pelas opiniões e práticas sexuais erradas. O ex-povo de Deus de Gibeá foi destruído porque não amou a Palavra do Senhor, nem obedeceu a ela.”
Há, ainda, no antigo Testamento duas passagens muito claras a respeito do homossexualismo. São Levítico 18:22 2 Levítico 20:13 que dizem o seguinte, respectivamente:
“Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação” e “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles”.
Analisando as declarações acima, os teólogos John Ankerberg e John Weldon chegaram à seguinte conclusão:
“todo o contexto de Levítico 18 e Levítico 20 é principalmente de moralidade, e não de adoração idólatra. Nesse caso, em Levítico 18.1-5 Deus informa aos israelitas que não devem imitar as práticas malignas dos cananeus, mas devem ser cuidadosos em obedecer às leis de Deus e seguir as Suas determinações. Deus está expulsando os cananeus, não por sua idolatria, mas por suas práticas sexuais abomináveis. Na realidade, o restante do capítulo descreve quase todas as práticas malignas como pecados sexuais: relações sexuais proibidas entre membros da família, relação sexual durante o ciclo menstrual de uma mulher, homossexualidade e depravações. O restante do capítulo consiste em advertências convincentes para não serem contaminados por tais práticas. Por isso, Deus ordena no versículo 24: ‘Com nenhuma destas coisas vos contaminareis.’”
No Novo Testamento a homossexualidade também é abordada de forma clara em três momentos: Rm 1, 1 Co 6.9 – 11 e 1 Tm 1.8 - 11. As três referências são feitas pelo apóstolo Paulo. As principais passagens que abordam a questão homossexual, no entanto, encontram-se nas cartas do apóstolo endereçadas às igrejas de Roma e da cidade de Corinto, na Grécia. Tanto em Roma como na Grécia antiga, o homossexualismo era uma prática comum. Era, ainda, considerado imagem ideal do erotismo e modelo de educação para os jovens.
Contudo, apesar da prática homossexual ser considerada normal em Roma, o homossexualismo passivo desonrava os romanos, que eram educados para serem ativos, serem senhores. A posição passiva era reservada para os escravos e para as mulheres, para os quais, aliás, era um dever. A História registra que dos quinze primeiros imperadores de Roma, só Cláudio era exclusivamente heterossexual. Mas foi o imperador Júlio César que ganhou a fama, só sendo tolerado pela posição que ocupava e por suas conquistas bélicas. Dele diz-se que “era homem de todas as mulheres e mulher de todos os homens”.
A palavra lésbica vem da ilha de Lesbos, na Grécia, onde vivia uma poetisa e sacerdotisa chamada Safo. Ela iniciava mulheres no homossexualismo (daí os adjetivos lésbica ou mulheres sáficas). As palavras sodomitas e efeminados usadas em 1 Co 6.9 têm significados distintos: sodomita vem do pecado de Sodoma e tornou-se sinônimo universal de homossexualismo ativo (quando o homossexual faz o papel de “marido” na relação com outro homem); e efeminado é quando o homossexual faz o papel de passivo (ou seja, o de “mulher” na relação sexual com outro homem) e, também, quando tem trejeitos femininos ou gosta de vestir-se com roupas de mulher (no caso de travestis).
Esse era exatamente o contexto em que o apóstolo Paulo vivia quando escreveu a primeira referência bíblica do Novo Testamento sobre o homossexualismo, dirigindo-se à igreja de Roma. Usando a autoridade que tinha de pregador da Palavra de Deus, ele não fez distinção entre homossexualismo ativo ou passivo. Afirmou, sim, que o homossexualismo contrariava os propósitos morais, sexuais, sociais e espirituais de Deus para homens e mulheres.
Depois de afirmar que os romanos haviam trocado a verdade de Deus pela mentira, ele declarou em Romanos 1.26 e 27:
“porque até as suas mulheres trocaram o modo natural de suas relações íntimas, por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro.”
John Ankerberg e John Weldon analisam essa afirmação de Paulo ressaltando que, ao contrário da interpretação de alguns simpatizantes da causa homossexual, esses dois versículos são revelações claras de que o apóstolo referia-se à homossexualidade:
“Paulo está simplesmente condenando a homossexualidade em si. As definições dos dicionários para as palavras que Paulo usa - pathe aschemosune etc - claramente se referem à atividade sexual. (...) As descrições feitas pelo apóstolo Paulo são também dignas de nota. O livro de Romanos fala de homossexuais queimando-se em lascívia uns pelos outros. No inglês, a New American Standar Version diz: ‘queimados em seus desejos’; a NVI traduz: ‘estavam inflamados em lascívia’, e a Amplified diz: ‘estavam em chamas (queimados, consumidos) pela lascívia.’”
A outra menção à homossexualidade - considerada por muitos evangélicos a mais importante da Bíblia, por mostrar que homossexualismo é uma pecado como qualquer outro mas, principalmente, que homossexuais podem mudar - é encontrada na carta de Paulo dirigida à igreja de Corinto. Essa cidade pertencia à Grécia antiga onde, à semelhança de Roma, o homossexualismo era celebrado e também praticado por filósofos e poetas. Na adolescência, os rapazes gregos deixavam a casa de seus pais e se tornavam amantes de homens adultos. Corria que essas práticas sexuais faziam parte de um relacionamento afetivo e educacional em que os jovens eram ensinados a trilhar os caminhos da virilidade.
O apóstolo Paulo, porém, mesmo conhecendo muito bem a cultura da Grécia, faz uma leitura diferente do pensamento corrente na época, em 1 Coríntios 6.9 a 11:
“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”
Comentando essa passagem bíblica, Bob Davies e Lori Rentzel (conselheiros de um ministério de ajuda a quem está deixando o homossexualismo nos EUA) reconhecem o mesmo teor de proibição das práticas homossexuais de muitos teólogos. Eles, porém, têm uma informação relevante àqueles que acham que a Bíblia só condena os homossexuais:
“há evidências bíblicas explícitas de que Deus pode transformar a vida de uma pessoa envolvida nesse comportamento. (...) Paulo conhecia antigos homossexuais na igreja de Corinto! Portanto, a mensagem de que o homossexualismo pode ser mudado não é nova; os homossexuais têm experimentado transformações desde que a Bíblia foi escrita.”

Waldecy A. Simões.