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domingo, 25 de outubro de 2009

MENSAGEM PASTORAL - A Reforma protestante


“Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espirito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hb 4:12)
        A fagulha que iniciou o levante religioso conhecido de Reforma ou Revolta Protestante, foi uma disputa entre Martinho Lutero (1483-1546), monge agostiniano ligado à Universidade de Wittenberg, na Saxônia, e João Tetzel, agente e negociador do papa. O debate entre eles girou sobre certas questões relativas ao costume da Igreja Católica romana de “vender” e negociar indulgências (documento que absorvia o pecador de seus pecados; remissão da pena devida pelo pecado).
        No dia 31 de outubro de 1517, véspera de Todos os Santos, quando uma enorme multidão comparecia à Igreja do Castelo, na cidade de Wittenberg, Lutero colocou às portas dessa igreja as 95 teses que tratavam do caso das indulgências.
        Neste documento, elaborado por Martim Lutero, declarava que a Igreja, podia perdoar somente o que ela exigia, isto é, sentenças quanto à disciplina.
        E que as indulgências eram nulas para o efeito de remover a culpa ou afetar a situação das almas no purgatório, e que o cristão arrependido de seus pecados, tinha o seu perdão vindo diretamente de Deus, sem a intervenção de indulgências.
        Essas teses foram um duro golpe no coração do poder da Igreja Romana, que se sentiu obrigada a contra atacar. Enquanto isso, cópias dessas teses eram vendidas por toda a Alemanha tão depressa fossem impressas.
        O papa Leão X, começou a agir contra esse monge rebelde (Lutero). Primeiro intimou Lutero ir a Roma, o que significava para ele morte certa.
        Lutero foi convidado a se retratar com a Igreja Católica romana, num prazo de sessenta dias. Caso não se retratasse, seria excomungado.
        Coisa que aconteceu em agosto de 1520. A bula papal foi queimada por Lutero em praça pública.
        Com essa atitude de Lutero, no caso das indulgências e as suas 95 teses, a Reforma Protestante foi acontecendo em outros países como: Inglaterra, Escócia, França, Suíça e Países Baixos.
        Lutero, dizia que o homem era justificado por sua fé, independente de obras. E que ele (o homem), não precisa de indulgências para ser perdoado de seus pecados. Pois o homem era justificado por sua fé em Jesus Cristo.
        Com a Reforma Protestante, a Bíblia que havia sido esquecida pelos da época de Lutero e estava escondida nos mosteiros toma o seu lugar de honra, sendo lida por todos, e não só pelo Alto Clero da Igreja Católica.


Rev. Pastor José Roberto