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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Ressurreição e Glorificação


1 Co 15.21
    Jesus foi o primeiro a ser ressuscitado dentre os mortos para uma existência glorificada, não mais sujeita à morte como castigo pelo pecado (At 26.23). Quando voltar a este mundo, ele levantará seus servos da morte para a vida ressurreta, como a sua própria vida (1Co 15.20-23; 2Co 5.1-5; Fp 3.20-21). Na verdade, ele ressuscitará da morte toda a raça humana. Porém os que não são seus ressurgirão para a condenação (Jo 5.29) e estarão sujeitos “á segunda morte” por causa de seus pecados (Ap 2.11; 21.8). Os cristãos que estiverem vivos na sua vinda, naquele instante passarão por uma maravilhosa transformação (1Co 15.50-54).
    Há uma continuidade entre o corpo mortal e o corpo imortal. Jesus ressurgiu com o mesmo corpo com que morreu. Paulo compara o corpo mortal e o corpo da ressurreição com uma semente e a planta que dela brota 1Co 15.35-44). Embora haja continuidade, há também descontinuidade.     Nosso corpo atual, como Adão, e natural e terreno, sujeito à fraqueza e à morte. O corpo da ressurreição, como o de Cristo, será espiritual, criado e sustentado pelo Espirito Santo, e pertencerá à ordem celestial, eterna e imperecível (1Co 15.45-54).
    Depois da ressurreição, os discípulos de Jesus puderam reconhecê-lo, apesar da diferença de seu novo corpo. Do mesmo modo, os cristãos reconhecerão uns aos outros, e haverá reuniões jubilosas quando cessar a separação causada pela morte. Isso se deduz de 1Ts 4.13-18. Nessa passagem, Paulo assegura aos que estão aflitos que eles verão outra vez seus amados que são cristãos.
    Glorificação é a obra de transformação que remove de nós todo o pecado e nos coloca num estado de perfeita comunhão com Deus (1Co 13.12). Os santos cultuarão e servirão a Deus com uma natureza transformada e um coração libertado. Nosso desejo de estar com Deus e desfrutar de seu amor será cumprido na presença do Deus trino (Jo 19.26; Mt 5.8; Ap 22.3-4).
    A descrição de Paulo, em Rm 8,30, do processo pelo qual Deus salva seus eleitos termina com um notável tempo verbal passado. “glorificou” aqueles que estavam salvos. Literalmente, a glorificação está ainda no futuro para cada um dos eleitos, com exceção do próprio Jesus. O pensamento de Paulo, aparentemente, é que nossa glorificação já foi decidida por Deus, como parte do seu plano soberano, e pode ser considerada como absolutamente certa.

Joseval Oliveira