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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O que é mormon? Quem são? Como surgiu essa seita?


Origem:
A comunidade mórmon constitui uma religião cristã restauracionista, e segundo os Mormons, o termo Mórmon inicialmente era o nome de um local onde o profeta Alma ensinou o Evangelho de Jesus Cristo ao povo do Rei Noé que vivia na terra de Leí-Néfi próximo ao ano 146 a.C. Mórmon também se refere ao profeta historiador que viveu nas Américas aproximadamente no ano de 321 d.C.. Não se sabe a data aproximada da morte de Mórmon. Não há descrição ou nada de sua morte no Livro de Mórmon.

Possivelmente o leitor terá já sido visitado, em sua casa, por dois jovens, geralmente estrangeiros, cordiais e corteses, envergando camisas brancas e bem engomadas. Trata-se de Mórmons, importante seita religiosa, oficialmente designada por Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.


Os mórmons nascem em um ambiente protestante dos Estados Unidos no século XIX.
O povo estava sedento de Deus e muitos acudiam a escutar pregadores itinerantes. Se multiplicavam as igrejas tanto quanto os pastores. Muitas vezes se manifestava o Espírito Santo, porém também eram vezes de ocasião para ensinamentos e experiências desatinadas.

Séculos mais tarde, neste ambiente nasce, em 23 de dezembro de 1805, Joseph Smith (diminutivo “Joe”) em Sharon, Vermont. Aos quatorze anos, segundo seu próprio relato, um anjo denominado Moroni se aparece a Joe Smith para dirigi-lo até as pranchas enterradas e entregar as pedras mágicas para sua interpretação.

Joe Smith chamou a essas pedras de “Urim” e “Tummirn”, em lembrança das que levava no peito o Sumo Sacerdote. Elas conferiam a faculdade de entender a misteriosa linguagem do texto do livro de ouro para poder traduzi-lo em sua totalidade. O senhor Smith relata que então o anjo Moroni o ordenou que devolvesse o livro original no qual nunca mais foi visto.

Estes eventos marcam para a seita o começo da era da salvação universal.
No dia 6 de abril de 1830, em Faith, Nova York, Joe Smith funda “A Igreja dos Santos dos Últimos Dias” ou mórmons colocando como última regra de fé ao livro de Mórmon.

Este livro Mórmon é para a seita uma revelação divina e vem como um Terceiro Testamento já que o consideram “o complemento indispensável da Bíblia, continuação dela e inspirado como ela”.Joe Smith atribui revelações especiais para fundamentar sua seita em novas Escrituras reveladas que são distintas da Bíblia.

O livro conta a história desde 2200 anos antes de Cristo, relata que alguns dos construtores da Torre de Babel, os jarretas, emigraram aos USA. Uns 1500 anos depois também imigraram aos USA um grupo de israelitas que expulsaram os primeiros.

Lehí, um judeu residente em Jerusalém desde o tempo de Jeremias recebeu ordem de Deus de sair rumo à América do Norte. Chegou aí com sua família em uma barca e com o tempo sua descendência cresceu e se tornou uma tribo numerosa. Aí encontraram muitas riquezas e até cavalos, "os quais sabemos que não existiam no continente até a chegada de Colombo".


Cristo visitou os USA depois de sua ressurreição, antes de ascender ao Céu. Ali pregou a multidão, escolheu doze apóstolos e fundou sua Igreja.
O sucessor de Lehí, nomeado por ordem de Deus, foi Nefí, seu filho menor. Seu clã devia lutar por séculos contra seu irmão maior, Lamán.

Os descendentes de Nefí, por não ser fieis, sucumbiram baixo aos Lamán. Os Lamán também eram malvados, por isso, como castigo, foram transformados em índios com característica pele avermelhada. De todo esse desastre ficava, para o ano 420 a.C., um tal Mórmon que era o último descendente de Nefí. Mórmon escreve as últimas revelações de Deus no famoso livro com pranchas de ouro e o enterra.

Em 1843, em Nauwoo, Illinois, Joe Smith teve uma “revelação” sobre a poligamia. Chegou a ter 46 esposas. Algumas haviam tido matrimônios prévios; outras eram jovens solteiras. Joe convenceu a seu irmão a praticar também a poligamia. Seus comportamentos causaram tal revolta que foram recolhidos no cárcere em Catargo, Illinois. Uma multidão invadiu o cárcere e assassinaram aos dois irmãos em 27 de junho de 1844.

Depois de várias perseguições, os Mórmons na procura da sua Jerusalém, ou Sião, radicaram-se, finalmente, em Salt Lake City, no Estado de Utah (centro-oeste dos Estados Unidos da América), em 24 de Julho de 1847, cujo belo e enorme templo levou 40 anos a construir. O número inicial de seguidores, que se deslocou para Salt Lake City, atingiu cerca de 80 mil.

Atualmente em 50 países (incluindo Portugal), esta seita conta com 13 milhões de membros, mais de metade fora dos EUA. Por compreensíveis razões de rápida proliferação, mas baseado no exemplo de Abraão, Smith institucionalizou, inicialmente, o casamento plural (geralmente duas mulheres), em 1840, atingindo o zênite 12 anos depois, mas devido a intensas pressões legais e até políticas, provocando sérias disputas, sendo a mais notória, e que constituiu a mancha negra dos Mórmons, em 11 de Setembro de 1857, em que adeptos da seita chacinaram 120 pessoas não mórmons num local chamado Mountain Meadows.

Duas décadas depois, em 1879, o Supremo Tribunal declarou a poligamia inconstitucional, obrigando a seita à clandestinidade, e a milhares de prisões, mas para que Utah fosse reconhecido como Estado, os Mórmons, então presididos por Wilford Woodruff, foram obrigados a renunciar a esta prática poligâmica, em 1890, embora, ironicamente, as mulheres, assim que adquiriram o direito ao voto, fossem as que mais insistissem na continuação da prática, provocando um cisma em que a facção ortodoxa procurou e radicou-se em regiões remotas.

Aguardava julgamento por acusações sobre suspeitas de que teria provocado o encerramento de um jornal local, a sua seita conheceu novo ímpeto sob o seu sucessor, Brigham Young. Depois de nova cisão provocada pela sucessão, o filho de Smith, formou novo movimento, conhecido por Igreja Reformada dos Santos dos Últimos Dias concentrado-se na sede atual em Independence, no Estado de Missouri.

Embora leitores da Bíblia, a doutrina dos Mórmons, é baseada nas revelações de Smith, principalmente as de 1832, em Manchester (Estado de Nova Iorque), quando tinha 26 anos de idade, e, seis anos depois, em 1838, resultando num livro. Na altura, analfabeto, dependeu da mulher, Emma, que fielmente registou os relatos, considerados fidedignos, compilados em 15 livros diferentes, cada um com o nome de profetas, publicados em 1833, sob o título de Livro dos Mandamentos, e, dois anos depois, conhecidos, até hoje, pelo nome de Doutrina e Pacto ou Livro dos Mórmons, representando, desde então, a bíblia oficial da seita.

Embora fonte de doutrina, os seguidores baseiam-se, igualmente, em revelações pessoais, que procuram, no dia a dia, durante a prática do seu credo. Não obstante abertos ao racionalismo, os Mórmons favorecem as tradições empíricas da ciência, procurando, através dela, provar a autenticidade do seu livro, o que, aliás, não acontece em relação à existência de Deus, o que, para eles, é inquestionável.

Rigorosos na prática e comportamento familiar, cujo núcleo é génesis dos Mórmons, e em que o homem é dominante, cabendo à mulher, e geralmente ao casal, a educação dos filhos, baseada em práticas restritas, como o não fumar, não beber, nem café nem bebidas alcoólicas, não ter relações sexuais antes do casamento, bem como o não reconhecimento da homossexualidade. É a obrigação dos pais, prepararem os filhos para o seu estilo clerical, em que podem ser investidos aos 12 anos, a partir de cuja idade, e batizados, podem praticar o diaconato ou missionarismo.

Altamente democráticas, as igrejas, também reconhecidas como refúgio, e Sião, são governadas por presbíteros. Embora, a nível central, ao Presidente, ou Supremo Melquisedeque, acolitado por um conselho de três membros adjuntos, conhecidos por Primeira Presidência, compete a última palavra em questões de doutrina. Abaixo destes, existem os chamados Conselhos dos Setenta, baseadas no Evangelho de Lucas 10:1, com responsabilidades específicas referentes a departamentos e regiões. Mas não existe um clero formal ou pastores, como noutras congregações evangélicas.

As igrejas elegem um membro, considerado bispo, homem e não mulher, pessoa não remunerada e sem assistentes igualmente pagos, que exerce as suas funções durante cinco ou seis anos. No entanto, no seio das congregações, embora às mulheres seja vedado o direito e prática eclesiástica, desempenham atividades funcionais importantes, mas puramente administrativas, sendo influentes em organizações de caridade em que os Mórmons se distinguem.

As igrejas, divididas em distritos, compreendem cerca de 400 ou 500 membros cada, homens, mulheres e crianças, 200 dos quais se ocupam da gestão e necessidades das congregações. A ambição dos membros varões é prepararem-se para ocupar, caso sejam eleitos, o posto de Presidente. Com o diaconato aos 12, aos 14 assumem a posição de “professores”, ou seja, a possibilidade de efetuarem visitas pastorais a famílias individuais e, aos 16, ascendem a sacerdotes, com autoridade para batizar e praticar o ato da comunhão.

Por seu lado, a responsabilidade de cada dirigente é preparar os jovens varões para o sacerdócio a fim de assumir funções de autoridade. Estas funções a nível local são exercidas hierarquicamente, baseadas na idade e na experiência, e não na educação ou riqueza dos membros. A “evangelização” ou admissão de novos membros é efetuada passada a resposta a várias questões postas pelo responsável, ou bispo distrital, dependendo da “recomendação”, sem a qual não pode ser admitido. A expansão do mormonismo fora dos Estados Unidos e, nomeadamente na América do Sul (Brasil) e nas Filipinas, onde abundam os negros e mestiços, e onde contam com muitos adeptos, provocou a primeira crise racial da seita, no século XX, referente à segregação, cabendo ao presidente Spencer W. Kimball, pôr-lhe cobro, em 1978.

Considerados por povo especial, os Mórmons fazem questão de estar acima da sociedade secular, formando, em si, uma sociedade distinta e, portanto, várias vezes em choque com a sociedade secular. Sempre que interrogados colocam o seu mormonismo acima de qualquer raça, origem, classe ou vocação. Compreende-se porque se caracterizam por uma invulgar lealdade entre si e a organização que servem e, conscientes da sua linhagem, para eles sui generis, perpetuam-na por meio de um intrincado e completo sistema genológico, um dos maiores do mundo do gênero, iniciado em 1902, e a que muitos não mórmons ainda recorrem. Os Mórmons são também notáveis pelo seu maciço Coro Tabernáculo Mórmon, transmitido regularmente pela rádio, ouvido e apreciado no mundo inteiro.

Conscientes de que as suas possessões são uma dádiva divina para serem usufruídas para a glória de Deus, os Mórmons organizam-se e governam-se num sistema co-operativo, e auto-suficiente, geralmente regido pela Igreja central, mas praticado, individual e democraticamente pelas congregações locais. Como vimos, o seu estilo de vida e aplicação de normas próprias cria, por vezes, vários choques com a sociedade secular que os rodeia, obrigado-os a uma maior integração, mas obviamente religiosamente distinta. Um bom exemplo é o fato de existirem Mórmons senadores e outros deputados influentes, geralmente no preferido Partido Republicano, como foi recentemente o caso do candidato republicano à presidência, batido por John McCain, Mitt Romney, antigo governador do Estado de Massachusetts, bem como o mundialmente conhecido conjunto, Osmonds, de que Donny e, o mais novo, Jimmy, são os mais notáveis.

Erros Doutrinais

Os mórmones têm sem dúvida muitas coisas boas. São trabalhadores, organizados, persistentes e educados em seu trato e recusam muitos vícios. Ao analisar a doutrina da seita não se pretende atacar a seus membros senão só advertir os erros para o bem das almas.

Não pretendemos enumerar aqui todos os erros senão só o suficiente para que o leitor compreenda a natureza da seita.

Erro nº 1 Deus fez a si mesmo com seu esforço pessoal.

Erro nº 2 Há muitos deuses que organizam o Céu e a Terra.

Erro nº 3 Os deuses tem esposas celestiais e multiplicam seus filhos no outro mundo.

Erro nº 4 Para criar o homem Deus veio ao mundo como Adão, com corpo celestial, e trouxe consigo uma de suas esposas, Eva.

Erro n º 5 Adão é nosso Pai e Deus. O único Deus com que temos que lidar.

Erro n º 6 Acima de Adão está Jeová, e acima de Jeová está Elohim; que é o maior de todos os deuses.

Erro nº 7 Os membros de raça negra são descendentes de Caim e levam sobre si a maldição. A escravidão é instituição divina.

Erro nº 8 Tanto o fundador como seus colaboradores praticavam a poligamia e esta era aceita pela seita. Entre eles, Brigham Young, teve pelo menos 21 esposas, Haber Kimbal 46.

Erro nº 9 Desconhecem também a doutrina católica com suas práticas próprias.

Os erros das seitas se multiplicam pela escuridão espiritual em que vivem tantas pessoas e pela fome de encontrar o sentido da vida. Muitos também desejam pertencer a um grupo com relações fortes. Os mórmones têm crescido muito pela sua aparente tendência protestante que inclui bater de porta em porta.

Não podemos continuar indiferentes enquanto tantos caem no abismo do erro. Pelo batismo somos chamados e capacitados para evangelizar e isso nos será pedido contas. Se amarmos o Senhor Jesus devemos pensar assim: “Que tenho feito por Cristo? Que faço por Cristo? Que farei por Cristo?”.

Cabe ao leitor analisar, e ver que a Bíblia já advertia sobre esses ensinamentos falsos. Que o demônio vem em forma de cordeiro, porém por dentro é lobo feroz, devorador. Quem lê as Escrituras Sagradas e entende sua mensagem, sabe que Deus não mandou ninguém a não ser seus escolhidos de diversas localidades, escreveram, foram se juntando conforme a vontade de Deus e foi formado um só livro composto por um conjunto de livros que se chama BÍBLIA. Tudo isso foi encerrado, foi selado para que ninguém nem acrescentasse nada e nem retirasse. Hoje em dia tanto pode ser retirado como acrescentado, manipulado, mas se preparem esses que usarem fazer, porque suas vidas espirituais irão arder por toda eternidade nas regiões abismais demoníacas. Quem conhece as Escrituras Sagradas e a Palavra de Deus sabe que Deus e seu Único Filho Jesus Cristo não compactuam com essas mentiras, essas imoralidades, essas iniquidades, indecências, pilantragens usando seus nomes como caluniadores e acusadores. Basta o que sofreu nosso Senhor Jesus Cristo que foi acusado de toda sorte de calúnias por essa geração perversa e má.
Rogo que Deus abra logo os olhos e as mentes de seus escolhidos para que se afastem do meio dessa corja de mentes pervertidas que vivem no mundo a corromper, escravizar e enganar.
Que a paz esteja com todos!

fonte: pesquisa