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sexta-feira, 2 de abril de 2010

MENSAGEM PASTORAL - Conversão: Obra de Deus e do Homem

        A conversão é primeiramente, obra de Deus.
Mesmo que a conversão seja a evidência externa da regeneração, a nova vida espiritual implantada na regeneração continua a existir somente na dependência de Deus.
        Não podemos manter essa nova vida pela nossa própria força. Temos que continuar a sermos fortalecidos com poder pelo Espirito de Deus em nosso ser interior (Ef 3: 16).
        Crentes do Velho Testamento queriam se converter a Deus, mas faltava-lhes forças para fazê-lo, pois só Deus poderia capacitá-los a tornar a ele: “Converte-nos a ti, Senhor, e seremos convertidos...”(Lm 5:21; cf Jr 31:18).
        O Novo Testamento, igualmente, frisa este ponto. Jesus ensinou que a nova vida recebida na regeneração só pode se revelar à medida que mantemos comunhão com ele: “Eu sou a videira, vós os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15:5).
        Numa brilhante declaração que desafia toda a nossa história, do novo nascimento à segunda vinda de Cristo entre nuvens no céu, Paulo fala da sua confiança: “estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós, há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus” (Fl 1:6). Certamente essa obra soberana de Deus inclui nossa conversão.
        Tanto o arrependimento quanto a fé são dons de Deus. Podemos assim dizer que Deus é a causa de nossa conversão.
        Distinta da regeneração no sentido restrito, a conversão é também uma obra do homem (Anthony Hoekema). Tanto no Velho quanto no Novo Testamento a conversão é retratada mais frequentemente como obra do homem do que de Deus.
        Abraham Kuyper mostra que a palavra vétero-testamentaria, shubh, significando “voltar atrás”, ocorre 74 vezes como discrição da volta do homem à Deus, mas só cinco vezes como designativo da conversão como obra de Deus.
        Kuyper, observa também que no Novo Testamento as palavras para conversão são usadas 26 vezes em relação à atividade humana, mas só duas ou três vezes indicando a conversão como obra de Deus.
        Em todas as passagens bíblicas que se referem ao “convite da Graça”, Deus nos chama à conversão, a tornar-mos para ele, ao arrependimento e a fé à reconciliação com Ele (2Co 5: 18-20).
        Chegamos a seguinte conclusão: É preciso que Deus nos converta e, ainda assim, nós precisamos nos converter a Ele.

Extraído do Livro Salvos Pela Graça- Anthony Hoekema).
Rev. Pastor José Roberto.
Imagens: Internet