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sexta-feira, 18 de junho de 2010

MENSAGEM PASTORAL - A Docência Pastoral

O Evangelho aqui mencionado reproduz a alegria feita por Jesus: “Ego eimi o poimén o Kalós... “Eu sou o bom pastor”. O termo grego “Kalós” aqui empregado, significa em si “belo”, mas pode também indicar alguma coisa excelente, excepcional. Jesus revela-se, pois como um bom pastor, que por sua dedicação total e exclusiva às suas ovelhas, pode ser chamado “O Bom Pastor” por excelência. Nesse sentido, são poucos os participantes da docência pastoral em nosso tempo que têm alcançado a excelência de bom pastor.
A figura do pastor é no antigo testamento, simbolo da dedicação, do cuidado e do amor desinteressado. Essa imagem é muitas vezes aplicada a Jahwe (Is. 40:11). O título “pastor” torna-se a partir do século VI AC, um termo messiânico e passa a indicar o futuro rei davídico, que em oposição aos atuais reis, será o verdadeiro pastor de Israel.
A primeira afirmação: “Eu Sou o Bom Pastor” é brevemente explanada pelo contraste com figura oposta do mercenário. O Senhor, o Todo Poderoso, julga os padrões de sinceridade, Ele sabe que a Docência Pastoral desta igreja tem se fixado ao lado de todas as manifestações de lealdade cristã, como ato de bom testemunho. A figura do verdadeiro pastor é realçada pela contraposição de tipos e do modo de agir de cada um deles em relação ao bem estar das ovelhas.
O bom pastor é aquele que não deixa suas ovelhas sozinhas e abandonadas. Na segunda afirmação: “Eu Sou o Bom Pastor” a explanação é baseada na relação íntima que existe entre Jesus e seu discípulos, essa intimidade ministerial tem sido procurada pela docência pastoral dessa igreja, na vivência do ministério, do serviço que foi entregue pelo Senhor.
Porque existe entre Jesus e sus discípulos uma união íntima, cujo modelo e fundamento é a própria união existencial entre Jesus e o Pai. Esta Igreja tem este propósito também: a união íntima com o bom pastor Jesus Cristo, o Pai e o Espirito Santo. Esta união plena é alcançada dia a dia, quando buscamos fazer a vontade de Deus, quando evangelizamos, trazendo os perdidos para a luz, quando amamos, quando cuidamos dos nossos ministérios com amor, quando respeitamos o nosso irmão, quando lembramos que somos o corpo de Cristo e Cristo é o cabeça deste corpo na unidade do Espirito Santo.

Adaptado pelo Rev. Roberval de Andrade Lira
Imagens: Joseval Oliveira