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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

MENSAGEM PASTORAL - Relacionamento Com familiares Descrentes

(At.10: 1-8,23-33)
Vida de Testemunho

                        É conhecida a frase que diz: “O testemunho fala mais alto que as palavras”. No texto básico, encontramos a informação de que Cornélio era um homem bom, reto e temente a Deus, “tendo bom testemunho de toda a nação judaica” (10:22).
Não há dúvidas de que esse bom testemunho de Cornélio, tenha sido fundamental para que ele conseguisse reunir parentes e amigos e vizinhos, a fim de ouvirem a Palavra e Deus.
À luz do texto, pode-se perceber que o desejo e o dever de conduzir a Cristo os familiares não - crentes, devem ser percebidos, entre outras, das seguintes atitudes:

1.1. Piedade

Cornélio é apresentado no texto não apenas como um militar, mas como homem “piedoso”, “que
fazia muitas esmolas ao povo...”(v.2). A piedade abre as portas para a evangelização.
Não adianta querer evangelizar familiares e amigos, se não dispensarmos a eles cuidado, atenção e apoio (1Tm.5:8).

1.2. Temor de Deus
Não adianta apenas dispensar atenção e ajuda aos familiares. É preciso evidenciar perante eles uma vida cheia de temor de Deus. A irreverência se constitui, muitas vezes, num obstáculo para convencer o não – crente de que Deus precisa ser levado a sério. Os familiares e amigos de Cornélio viam nele um homem “temente a Deus com toda a sua casa” (v.2).

1.3. Comunhão com Deus
Algo bastante visível também na vida desse homem era a sua comunhão com Deus: “ de continuo ele orava a Deus” (v.2). Os familiares e amigos precisam perceber na vida do crente, uma verdadeira comunhão com Deus.
Mesmo o exercício discreto da comunhão com Deus – conforme sugere Jesus em Mt.6:6 – pode surtir um efeito maior do que muitas palavras.
Há momentos em que a retirada para um quarto silencioso de oração é mais eficaz do que inflamadas discussões sobre fé e religião.

1.4. Obediência a Deus
Cornélio também se mostra um homem obediente às ordens de Deus, nos versículos 30 a 33, ele explica a Pedro porque mandou chamá-lo e, após relatar-lhe a visão que teve enquanto orava, no qual o Senhor lhe deu uma ordem, declarava que prontamente se dispôs a obedecer: “portanto, sem demora, mandei chamar-te” (v.33).
Ao revelar uma obediência incondicional a Deus, o crente conquista credibilidade e influência aos familiares. Não basta só falar acerca de Deus, é preciso obedecê-lo.
Vida de testemunho é, portanto, condição fundamental para que os familiares e amigos sejam ganhos para Cristo.
É exatamente esta a orientação que Pedro apresenta, por exemplo, às mulheres cujos maridos são incrédulos: “sejam ganhos, sem palavra alguma, por meio do procedimento de suas esposas, ao observarem o vosso honesto comportamento cheio de temor” (1Pe. 3:1,2).



(Adaptado da Revista Didaquê) pelo Pastor José Roberto
Imagem: Joseval Oliveira