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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

MENSAGEM PASTORAL - 12 de agosto: Dia do Presbiterianismo Nacional

O Presbiterianismo chegou ao Brasil em 12 de agosto de 1859, na cidade do Rio de Janeiro, trazido pelo jovem pastor presbiteriano o Rev. Ashbel G. Simonton.
O termo "presbiteriano" decorre do fato de que nas igrejas desse nome o governo é exercido por "presbíteros".
A palavra grega para presbyteros encontra-se no Novo Testamento e tem como significado original "ancião", "homem idoso".
A semelhança do que acontecia entre os judeus, também na igreja primitiva a liderança era exercida pelos membros mais experientes e "capacitados" da comunidade, geralmente, mas não necessariamente, homens mais velhos.
Eventualmente, o termo passou a ter um sentido técnico de líder da igreja e o aspecto da idade ficou em segundo plano.
Assim, encontramos referências aos presbíteros em passagens bíblicas como Atos dos Apóstolos 11.30; 14.23; 15.2; 20.17; 1 Timóteo 5.17; Tito 1.5; Tiago 5.14; e 1 Pedro 5.1.
Também encontramos o coletivo "presbitério" ou concílio de presbíteros em 1ª Tm. 4:14.
Portanto, seguindo o precedente bíblico, nas igrejas presbiterianas a liderança é exercida pelos presbíteros, os quais se subdividem em duas categorias - os presbíteros "regentes" (que governam, juntamente com o pastor, a igreja), voltados primordialmente para funções administrativas, e os presbíteros "docentes" (os que têm a função de ensinar, ou seja, os ministros ou pastores).
Esses dois tipos de presbíteros têm a mesma paridade (igualdade), não se constituindo em uma hierarquia.
Todavia, os pastores ou presbíteros docentes tem algumas funções privativas, como a ministração dos sacramentos (Santa Ceia e o Batismo).
Os presbíteros exercem as funções em vários níveis: localmente, no "Conselho" de cada igreja, reunindo-se mensalmente ou no máximo a cada três meses; em âmbito regional, nos presbitérios (que se reúne anualmente); sínodos (que se reúne de dois em dois anos); e em âmbito nacional, no Supremo Concílio (que se reúne de quatro em quatro anos).
Segundo as recomendações do apóstolo Paulo, na epistola de Tito, os presbíteros e ministros devem ser homens cordatos, de boa fama, que tenham filhos crentes, sejam hospitaleiros, amigos do bem, sóbrios, justos e piedosos.
Que tenham poder para exortar pelo reto ensino os que o contradizem (Tt. 1:9).

Pesquisa realizada pelo Pastor José Roberto
Ilustração: Joseval Oliveira