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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

MENSAGEM PASTORAL - Em Companhia de Pecadores

“... Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora”. Lc. 7: 39

Os fariseus não compreendiam por que Jesus Cristo, o Filho de Deus, se relacionava com “publicanos e pecadores”. Essa era uma das razões pelas quais eles não o aceitavam como Filho de Deus.
Se bem que Jesus Cristo, não deixava de ser o Filho de Deus por falta deste reconhecimento por parte dos fariseus.
Se Deus realmente fosse viver entre os homens, certamente ficaria “enturmado” com eles, os fariseus, e não com “publicanos” e pecadores”! Pensavam assim os doutores da Lei (escribas) e os fariseus.
Eles poderiam não ser perfeitos, mas ninguém se esforçava mais em cumprir a Lei e obedecer a Deus do que eles. É isso que fez com que Simão pensasse: “Se este homem fosse profeta, saberia quem nele está tocando...é uma pecadora”. Uma mulher prostituta e devassa, pensava Simão.
Mas, o que aconteceu é que Jesus não se opôs ao gesto da mulher; ao contrário, aceitou a sua presença e expressão de amor e carinho dado por ela a ele. E não foi só isso.
Jesus, profeta também que era, ainda respondeu aos pensamentos e indagações que enchiam a cabeça de Simão, contando-lhe uma parábola.
Havia dois homens que deviam a certo credor, mas nenhum deles tinha condições de pagar a dívida. Quando o credor perdoou as duas dívidas, a qual dos dois seria mais grato o que devia mais, ou o que devia menos? A resposta era óbvia. É claro que seria o homem que devia mais!
Será que Simão captou a mensagem de Jesus? Quanto maior o pecado, maior o perdão, o amor à gratidão. E Deus nos perdoou, em Cristo Jesus, um pecado tão grande que nos condenaria à morte eterna. O perdão e a encarnação da graça de Deus na pessoa de Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Essa graça foi trazida a nós por Jesus Cristo, o “Verbo que se fez carne e habitou entre nós” (Jo. 1:14). Nosso Senhor Jesus Cristo, por amor a nós, imputou a Sua justiça (colocar na conta de), nos dando a graça de nos tornarmos “filhos de Deus” (Jo. 1:12).
Como diz o apóstolo Paulo: “... mas onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm. 5:20). A graça de Deus reinou pela justiça de Seu Filho, para a vida eterna, que é mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.
Pense: se o perdão de Deus é incomensurável, nossa gratidão deveria ser eterna e extrema.

Extraído e adaptado do Devocionário Cada Dia - Rev. José Roberto
Ilustração: Joseval Oliveira