Divulgador de Cristo

Imagens em Movimento

3homens 3homens Natural

Divulgador de Cristo

Arrebatamento

Jesus Cristo

Fim dos tempos

Você sabia

versículos biblicos

Evangelização/Reflexão

Conhecendo as Escrituras

Anjos

Saiba quem é Jesus o Cristo

Salmos 23

O Lamento do Messias

Redes Sociais

Translate into your language

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

MENSAGEM PASTORAL - A Imputação da Justiça de Cristo na Vida dos Eleitos

“Justificados, pois mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm. 5:1).

A União dos eleitos com Cristo têm certas implicações e benefícios. Em primeiro lugar, somos considerados justos aos olhos de Deus.
Paulo, assim, escreveu: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8: 1).
Por causa da nossa união judicial com Cristo, temos posição correta diante da lei e aos olhos de Deus. Somos justificados ou “justos”, por causa da justiça do Filho de Deus (Jesus Cristo), que é imputada em nós.
Em segundo lugar, vivemos agora no poder de Cristo. Como bem afirmou Paulo: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”(Gl. 2:20).
Quando dizemos que Deus nos imputa a justiça de Cristo, queremos dizer que Deus considera a justiça de Cristo como pertencente a nós. Ele a “credita” em nossa conta. Lemos em (Rm. 4:3 “Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado (creditado) para justiça”.
Paulo explica como se dá imputação da justiça de Cristo: “mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o impio, a sua fé lhe é atribuída como justiça” (Rm. 4:5). Desse modo, a justiça de Cristo tornou-se nossa, diz Wayne Grudem em sua Teologia Sistemática.
Para entendermos melhor esta doutrina (imputação da justiça de Cristo), precisamos entender o que as Escrituras dizem sobre Adão como nosso representante legal diante de Deus: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram” (Rm. 5: 12).
Assim sendo, quando Adão pecou, todos nós pecamos com ele, e sua culpa foi imputada a nós; Deus Pai a viu como pertencente a nós, e, portanto assim se deu. Mas Cristo sofreu e morreu pelos nossos pecados. E nosso pecado foi “imputado” a Cristo; Deus o considerou como sendo pertencente a Ele, que então pagou a pena do pecado. Segundo Paulo: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que nele fossemos feitos justiça de Deus” (2 Co. 5:21).
No versículo dezenove desta mesma epístola Paulo escreve: “A saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões... (2 co.5:19)
A justiça de Cristo é a causa meritória sobre a qual o pecador é declarado justo, mas não a sua causa formal. Uma causa formal é aquilo que constitui a natureza inerente, subjetiva, de uma pessoa ou coisa. A causa formal de uma pessoa ser boa é a bondade; de ser ela santa, a santidade; de ser ela impia, a impiedade.
Assim sendo, o homem quando se une a Cristo pela fé, Sua justiça (de Cristo) é imputada a ele ( o homem) e portanto, Deus a considera pertencente a este homem.
Não se trata de nossa própria justiça, mas da justiça de Cristo que é generosamente concedida a nós.

Por Rev. Pastor José Roberto
Imagem: Joseval Oliveira