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sábado, 11 de dezembro de 2010

PERÍODO INTERBÍBLICO

O que quer dizer Período Interbíblico?


Etimologicamente, “interbíblico” quer dizer “entre a Bíblia”, ou melhor, “entre os dois Testamentos”, isto é, entre o Velho e o Novo Testamento assim como se acham hoje em nossas Bíblias.
O livro do profeta Malaquias, último vidente desse período, termina com a promessa do precursor do Messias (Ml 4: 4-6 e 3:1). (Mt. 3:1) é o cumprimento fiel da profecia de Malaquias.

No entanto, entre a profecia (Ml 3:1) e seu cumprimento (Mt 3:1), transcorreram nada menos de 400 anos.
Os 400 anos do período interbíblico caracterizam-se pela cessação da revelação bíblica, pelo silencio profundo em que Deus permaneceu em relação ao seu povo, pois durante esse período, nenhum profeta se levantou em nome de Deus.

No silencio desesperador desses 400 anos, o Senhor deixou que os esforços dos homens, na resolução dos problemas espirituais, falhassem; que a filosofia se esboroasse, que o poder material enfadasse as almas; que a imoralidade religiosa desiludisse a todos, mesmo os corações mais ímpios; que a corupção campeasse, atingisse as raias da depravação, mostrando assim ao homem a inutilidade de tais sistemas e instituições.

Em 500 e poucos anos, os judeus foram derrotados, levados ao cativeiro; sua metrópole fora destruída, seu Templo profanado e derribado. Depois de duras provas porque passara, tornaram a Jerusalém, reedificaram a cidade, reconstruíram O Templo, e prosseguiram na sua história brilhante e ascendente, cujo término se verificou em 70 da nossa era, na destruição de Jerusalém pelos romanos.


A SOBERANIA MEDO- PERSA (450- 333 a.C.)
A Média – A Média fica no majestoso planalto do Irã, a oeste da cadeia de Zagros, a leste da Mesopotâmia, comunicando-se com o mar Cáspio.
Os Medos descendem de um grupo iraniano.
O fundador da dinastia média foi Ciaxiares (633-a.C.), Que auxiliou Nabopalassar a destruir Nínive.
Sucedeu-lhe no trono ,seu filho Astíages, cuja filha foi desposada por Cambises, pai de Ciro, vassalo da Média.

• A Pérsia – A Pérsia era no tempo de Astíages, tributária da Média. A Pérsia antiga estava situada a oeste do Golfo Pérsico, ao sul de Babilônia e sul da Média.
Quando Ciaxiares fundou a famosa dinastia meda, a Pérsia era uma de suas humildes colônias. Cambises da Pérsia casou-se com a filha de Astíages da Média. Cambises, com este matrimônio, esperava dilatar os seus territórios, multiplicar seus tesouros e aumentar o seu poder. Nada, aconteceu.

A suprema ambição de Cambises era: aumentar seus territórios tornou-se uma obstinação em seu filho Ciro e que na realidade, se tornou o ponto de partida para as suas grandes conquistas.
O período interbíblico representa uma era tumultuosa, não apenas para o povo hebreu, mas para o mundo de então. Depois dos inúmeros governos dos assírios e caldeus, veio o governo dos persas.

Tão logo Ciro assumiu o poder em Babilônia, lhe foi mostrada a Escritura de Isaías 45, em que ele é mencionado por nome como o que estava destinado a restaurar o povo de Israel. Ciro ficou admirado de ver seu nome registrado duzentos anos antes de nascer, por isso, logo no primeiro ano de seu governo, deram ordens para que os cativos, que desejassem, voltassem à sua terra, devolveu os vasos de ouro que Nabucodonosor tinha levado e promoveu todas as medidas para facilitar a volta a Judá. Assim, em 520, no segundo ano de Dario, sócio de Ciro na conquista da Babilônia, foi dada ordem aos judeus para que voltassem à Palestina. Poucos voltaram, porque muitos já estavam estabelecidos na terra, fazendo bons negócios, e preferindo ajudar seus irmãos que retornavam, a voltar com eles.

Reconstruído o Templo, faltavam os muros da cidade, que estavam derribados. A história da reconstrução do Templo e dos muros é uma narração que só pôde ser levada a cabo graças a boa disposição do governo persa. Artaxerxes (465-425) foi o grande monarca da restauração dos muros. Os persas dominaram sobre Jerusalém por dois séculos, e este, foi benéfico para o povo de Deus.

No governo de Artaxerxes Longimanus, verificam–se os seguintes fatos:
• O Egito revoltou-se contra a Pérsia e, em diversos lugares, derrotou as forças de Artaxerxes.


A SUPREMACIA GRECO-MACEDÔNICA ( 333-323 a. C.)
• Grécia – A Grécia Antiga divide-se em duas partes gerais: ao norte a Hélade, com capital em Atenas e ao sul o Peloponeso, ligado ao continente pelo istmo de Corinto, com capital em Esparta. A leste, banhada pelo Mar Egeu e com as ilhas Cícladas que a punho em comunicação com a Ásia. Através do Helesponto, chegavam às suas colônias na Ásia Menor. A oeste, as Ilhas Jônicas que a punham em comunicação com a Itália. Ao sul, a Ilha de Creta, facilitava-lhe a rota para a África. Ao norte, ficava a célebre Macedônia.

• Macedônia – Era um pequeno Estado independente ao lado da Grécia. Seu povo vivia separado dos gregos, e alguns historiadores afirmam que eram de raça diferente. Quando Atenas, Esparta e Tebas sucessivamente estavam no apogeu, no esplendor, Macedônia não passava de uma simples colônia de escravos. Ali reinava a confusão, a anarquia, a indolência, por conseguinte a fraqueza e a miséria. Nunca chegou a ser alguma coisa.

Filipe – Primeiro rei que brilho à Macedônia. Pouco se sabe de sua origem e meninice. Encontramo-lo em Tebas, como refém, em casa de Epaminondas, onde recebeu educação e aprendeu a arte militar e diplomática. Em Tebas, ocultamente, preparou o jovem Filipe seus planos para o soerguimento de sua pátria.

Na primeira oportunidade, partiu para Macedônia, onde dominou a situação, sufocou as anarquias, organizou poderoso exército e começou por atacar os Ilírios, os Trácios e outros povos pela qual organizou a Falange Macedônica. Imediatamente, mandou explorar as minas de ouro da cidade de Filípos.

Quando Quio, Rodes, Cós e Bizâncio se rebelaram contra Atenas, Filipe valeu- se do ensejo para estender as fronteiras da Macedônia até o Mar Egeu. Filipe voltava agora suas vista para a Grécia, seu alvo principal. Era, porém, oportunista e astucioso. Uma questão religiosa, os focídios terem lavrado um campo pertencente ao campo de Delfos, obrigou os tessálios a combatê-los.


O JUGO SÍRIO (SOB OS SELÊUCIDAS 198- 166 A.C.)
• Antíoco I – Empossado no governo da Síria, que lhe coube pela partilha do Império de Alexandre, e talvez imbuído dos ideais de nobreza e candura, demonstrados tantas vezes por Alexandre, governou com brandura, não registrando a história quaisquer feitos que o celebrizassem, quer como tirano quer como guerreiro. Morreu em 260 a.C.

• Antíoco II ( cognominado Théos ) - Durante os 26 anos de seu governo, houve paz entre os selêucidas e os egípcios. O governo florescente dos Ptolomeus, o favor que eles gozavam dos judeus, permitiu-lhes reinar em paz, sem tentar molestar os seus vizinhos do sul. Isso, infelizmente, não foi prosseguido por seus sucessores, sanguinários e terríveis em seus métodos de governo.

• Antíoco III ( o Grande ) – Desejoso de alargar os seus domínios com inclusão da Palestina à Síria, organizou grande exército e à sua frente entrou em Jerusalém, que o recebeu como libertador, em vista dos maus tratos dados pelos últimos ptolomeus. Epifanes organizou um poderoso exército para lhe embargar os planos, sob a direção do general Scopus, ferindo-se na batalha no lugar denominado Banias, bem ao norte do Mar de Genezaré. Scopus foi derrotado e Antíoco, tentou invadir o Egito, sendo obstado por Scipião romano para que não tentasse isso. Para não se sentir derrotado, fez as pazes com Ptolomeu, dando-lhe a filha Cleópatra em casamento, e, como dote, as províncias de Cele Síria, Palestina e Fenícia. Não obstante essa demonstração de amizade aos ptolomeus, ele que tinha mau instinto, logo se atirou contra o reúno de sua própria filha. Se desavindo com os romanos, que acabavam de dominar os seus rivais cartagineses, no norte da África, marcharam contra Antíoco, e vencendo-o obrigaram-no a pagar tributos a Roma, e ainda tomaram-lhe um filho como refém.

• Antíoco IV (Epifanes) – Foi um dos mais terríveis agressores da religião judaica, chegando a saquear o Templo de Jerusalém, parecendo até que o seu pendor especial era despojar templos de outras religiões que não a sua. Epifanes mandou seu cobrador de impostos Apolônio, com uma força bem armada, à Jerusalém, tomando como despojo de tudo que pôde encontrar, inclusive do próprio Templo. Depois de pilhar a cidade, ateou-lhe fogo, levou cativas as mulheres e apoderou-se de seus filhos, segundo o livro dos Macabeus (I 1:33-34 e II 5:24 em diante). Parece que nunca antes, nem mesmo nos tempos dos assírios e babilônicos, os judeus foram tão tiranizados, pois ele não se contentou em maltratar as pessoas, ainda humilhou-as de todas as formas possíveis exigindo a mudança de costumes e religião. No Templo de Jeová introduziu uma estátua de Zeus Olímpio e instituiu a pena de morte, a quem praticasse qualquer forma de culto a Jeová. Todos os livros sagrados encontrados em poder do povo foram destruídos, e a busca de casa em casa era rotina, até exterminar de todo a posse das sagradas escrituras.

Foi dessa forma terrível, inigualável a qualquer outra, das muitas que o povo tinha atravessado, que surgiu o movimento conhecido como Período dos Macabeus. Os judeus deram ao mundo uma lição que deve ser aprendida: não há poder que destrua as convicções religiosas de um povo. Isso foi mais tarde provado em outras perseguições, movidas pela Igreja Católica Romana.

• Antíoco V – Filho de Antíoco IV reinou apenas por dois anos, quando o reinado dos tiranos selêucidas estava no fim. Sucediam-se uns aos outros, alguns por morte natural, outros por assassinato. As lutas internas, cada qual desejando manter-se no poder, criaram para a Síria um período de decadência, que terminou por cair em poder dos romanos. Demétrio, primo de Antíoco V, pediu ao preceptor do rei para assassina-lo e assim foi feito.


A INTERVENÇÃO ROMANA

Pompeu já era senhor do Egito e de vastas regiões da Armênia e Damasco. Portanto, era chegada a hora de entrar na contenda e decidir segundo os interesses de Roma. O exército nabateu, que cercava Jerusalém,teve ordem de retirar-se e entregar o problema a Pompeu, que poderia ter atacado a cidade, mas preferiu dar tempo para que os contendores se cassassem mais ainda, para poder aproveitar melhor a situação. Os dois partidos em luta mandaram uma comissão a Damasco, onde Pompeu aguardava, os fariseus mandaram outra comissão, rogando que o general não se metesse nos negócios dos judeus e deixasse eles se entenderem entre si. Pompeu respondeu-lhes que tais questões só seriam resolvidas em Jerusalém.

Aristóbulo entregou-se quando Pompeu o exigiu, mas os seus seguidores recusaram-se a depor suas armas. Assim entrincheiraram-se no monte do Templo. Pompeu, ajudado por Hircano e Antípater, atacou a fortaleza pelo norte, começou a destruição dos muros e da fortaleza, entrou na cidade, depois de destruir boa parte dos muros, penetrou no Templo, no Santo dos Santos, cometendo, com esse gesto, grande profanação aos olhos dos judeus.

Pompeu condenou Aristóbulo a fazer parte do grupo de cativos que seguia a sua carruagem quando entrou triunfal em Roma como vencedor, e Hircano foi destituído de todo o poder real, sendo apenas confirmado no cargo de sumo-sacerdote. Assim a Galiléia, a Judéia e a Iduméia foram anexadas ao Império Romano, mas governados como subprovíncias. Os anos que se seguiram foram turbulentos para o povo judeu.

Agora Herodes é rei na Judéia, com a sua sede em Jerusalém. Encheu a cidade de estrangeiros, ofereceu sacrifícios a Júpiter, importou os costumes gregos, com suas festas lascivas, matou 45 partidários e todos os membros do Sinédrio. Comparando o reinado de Herodes com o de Epifanes, os dois se equivaliam em crueldade e tirania, com a diferença que Herodes era, ainda assim, mais amigo dos judeus. Era um monarca poderoso, com suas ambições relativamente satisfeitas.

Herodes, reconhecendo-se um estrangeiro, não teve coragem de exercer o sumo-sacerdócio, então nomeou para o lugar um judeu de Babilônia chamado Ananel. Alexandra, mãe de sua esposa Mariana e Aristóbulo, não gostou da nomeação e arquitetou um plano para que Aristóbulo fosse investido da função de sumo sacerdote. Os judeus ficaram jubilosos com a investidura. Um rapaz de 16 anos, exercendo tão bem o sumo sacerdócio, com tanta dignidade, despertou o ciúme de Herodes, que buscava oportunidade para liquidá-lo. O dia aprazado chegou. Alexandra deu a Herodes um banquete em Jericó. Enquanto Aristóbulo e outros jovens tomavam banho, o sumo sacerdote morreu afogado. Desastre, disseram, mas o certo é que Aristóbulo foi assassinado por ordem de Herodes, que nomeou para o cargo, novamente a Ananel.
O rei mandou preparar para sua vítima um pomposo funeral. O povo, porém, não se deixou enganar. Herodes foi chamado a Laodicéia por Antonio. O tirano temeu o urgente chamado de seu amo, mas foi disposto a tudo enfrentar. Ordenou a seu irmão José que, ás primeiras notícias de sua morte, matasse a Mariana.
Herodes levou raros e preciosos presentes a Antonio. Este cedeu a lábia e pretensões de Herodes, que logo voltou, por causa de Mariana e Salomé, mandou matar seu irmão José e encarcerar Alexandra.

No ano de 31 a.C. Jerusalém foi violentamente sacudida por um terremoto. Calcula-se em torno de 10 ou 20 mil o número de vítimas. A confusão reinou na cidade. Cleópatra pediu a Herodes que enfrentasse Malco, chefe árabe. Herodes alcançou grande vitória sobre os árabes. O pedido de Cleópatra livrou o rei da Judéia de acompanhar Antonio para Actium.

Derrotado Antonio, Herodes foi avistar-se com Otávio, tendo antes executado Hircano e enviado para um forte a Alexandra e Mariana. Alcançou o favor de Otávio. Voltou para a Palestina com novos louros. Quando Otávio se dirigia ao Egito, Herodes foi encontrá-lo em Ptolemaida. Alimentou as hostes romanas e deu ao ditador da Itália um presente em 800 talentos de ouro. Reduzido o Egito à província romana, Otávio deu a Herodes os territórios que Antonio dera a Cleópatra. Dessa maneira, Herodes viu seus domínios dilatados. Seu reino agora compreendia o território que pertenceu às doze tribos de Israel, mais a Induméia. O país se dividia em quatro distritos:

1. Judéia, que se estendia dos confins do Egito e o deserto do Sul até a linha traçada desde Jope;
2. Samaria, cuja linha divisória ao norte corria pelo planalto do Esdraelon, encontrando o mar ao sul de Dora;
3. Galiléia, alta e baixa, estendendo-se ao norte até o paralelo do Hermon, cortada pelo mar na estreita faixa da Fenícia, alcançando o Carmelo e quase Dora;
4. Peréia, que é a Transjordânia. Subdividia-se em:
a) Peréia propriamente dita, entre Arno e Jaboque;
b) Galaditis, antiga Galaade;
c) Betânia;
d) Gaulonites;
e) Ituréia ou Auranitis, antiga Basã;
f) Traconites, terras de Haurã;
g) Agilena, entre as colinas orientais do Ante-Líbano;
 h) Decápolis, nome primitivamente dado a dez cidades do distrito na primeira ocupação romana, depois abrangeu a região oriental e ocidental do Mar da Galiléia.
Herodes tinha grandes domínios, mas não respeitou a consciência dos judeus; proscreveu o nome do Senhor daquela terra e começou a molestar os filhos de Israel. Tudo nos tempos de Herodes prosperou, porém seu reino foi marcado por tragédias familiares. Alexandra e Mariana conseguiram que um guarda lhes contasse o segredo de Herodes, seu adultério. Salomé, pela segunda vez, denuncia a cunhada , então Herodes manda matar sua adorada esposa. Depois de matar sua esposa Mariana, entregou-se a grandes obras, como que para desviar o remorso que lhe afligia a carne e o espírito.

Herodes agora fazia tudo para agradar ao Imperador. Deu mão forte ao partido helenista de Jerusalém. Os judeus adotaram costumes gregos e romanos. No Monte Santo, para onde Davi levou a Arca, Herodes levantou teatro e anfiteatro, onde se realizavam jogos em honra do Imperador. Ali se multiplicaram os concursos dramáticos e musicais; corridas de carros e de cavalos; lutas sangrentas entre gladiadores; feras; atletismo; e outras imitações dos gregos e romanos. Os judeus se alarmaram com os teatros e Herodes mostrou-lhes que ali não havia ídolos. Diversas pessoas, opositores de Herodes, foram mortos, suas mãos estavam cobertas de sangue inocente. Não só na Judéia se praticavam injustiças, mas em todo mundo.

Logo foi acometido por uma grave doença lhe minava o físico, e os remorsos dos crimes lhe minavam a alma. Entre as grandes obras a que se dedicou, estava o templo erigido por Zorobabel, templo em que gastou parte de sua vida e os recursos do Estado. O templo era todo de mármore, num estilo greco-romano, foi este templo que ainda estava por acabar quando Jesus começou o seu ministério. As obras começaram em 17 a.C. e só foram concluídas em 55 d.C., cinco anos antes de ser destruído por Tito, general romano, no ano70 d.C.

No ano 4, antes de nossa era, sucumbia, dominado por terrores mentais e sofrimentos físicos, aquele que por tantos anos fora o símbolo da desumanidade. Já às vésperas de Herodes morrer, a Judéia é visitada por três personagens vindos do Oriente para adorar um menino que havia nascido rei dos judeus.

CONCLUSÃO:

O Período Interbíblico é um dos menos conhecidos, não obstante as suas muitas lições, os fatos ocorridos nos seus 400 anos de história. Este desconhecimento se deve ao fato de que a nossa Bíblia nada diz a respeito, simplesmente o ignora. Malaquias encerrou o ciclo profético, e, depois dele, nada mais foi dito, então o período entre os dois Testamentos se silenciou, ficando perdido na história do povo eleito.

Essa foi uma época de grandes heróis, batalhas perigosas, muitas e muitas mortes, grande tiranos, muita rebeldia. Foi um período marcado pelo sonho de liberdade, onde alguns ousaram lutar por esse sonho, porém a ganância e a corrupção corromperam as principais virtudes do homem. A busca desenfreada pelo poder destruiu muitas famílias e dizimou nações, que acabaram por perder sua identidade sendo submetidas a governo de estrangeiros que não compreendiam sua cultura, muito menos respeitavam seus valores.

O Período Interbíblico foi preparatório para a chegada do Messias. Pois o mundo estava repleto de pecados, e as pessoas clamavam por esperança, clamavam por salvação.

Fonte:  Pesquisa e Adaptação de:  http://www.scribd.com/doc/14985997/Periodo-Interbiblico


Muitos incrédulos a fim de buscarem saídas para suas incredulidades sobre quem escreveu a Bíblia, afirmam que foram homens. Realmente foram homens sobre os quais Deus enviando-lhes o Espirito Santo receberam inspiração para escrever sobre o FUTURO. Não se vê isso em lugar nenhum, nem alguém que escreveu sobre as coisas que haveriam de acontecer com tamanha riqueza de detalhes e cem por cento de acontecimentos cumpridos. Só vindo realmente de Deus que é quem vê o futuro. Nas profecias a seguir temos um resumo dos fatos escritos e acontecidos:

1- A profecia de Ciro em Isaías 44:28-45:1-3; Essa profecia foi dada cerca de 200 anos antes de Ciro invadir Babilônia e dar liberdade aos judeus;
2- Jeremias 25:12 fala que o cativeiro de Judá duraria 70 anos. A História confirma essa profecia. A primeira leva de judeus para Babilônia deu-se em 606/605 e o primeiro decreto para eles voltarem para Jerusalém foi feito por Ciro em 536, exatamente 70 anos depois. Alguns ainda preferem calcular a partir da terceira invasão de Babilônia em Jerusalém, em 587 a.C. De qualquer modo, 70 anos após, Dario, rei da Medo-Pérsia, proclama o segundo decreto para os judeus voltarem a Jerusalém, no ano 518.
3- Ezequiel 26:4, 5, 12 e 14 afirma que a cidade Fenícia de Tiro seria conquistada por Nabucodonosor. Ainda afirma que seria destruída a tal ponto, de se jogarem seu pó no mar e nunca mais seria reconstruída.

Exatamente assim se cumpriu. Muito mais tarde, uns 200 anos depois que isso foi escrito, Alexandre, o Grande, invadiu Tiro e destruiu todos o prédios da cidade, atirando tudo ao mar para construir uma ponte até uma pequena ilha da costa, a fim de conquistar o restante dos moradores de Tiro que para lá se mudaram.

Cumprimentos exatos fazem da Bíblia o maior livro de profecias acerca do futuro. Veremos como suas profecias são produto da Inspiração de um DEUS verdadeiro a medida em que formos estudando outras profecias maiores.
Fonte: Adaptação e pesquisa na Internet
Imagem: Joseval Oliveira