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sábado, 7 de maio de 2011

O QUE É CANONIZAÇÃO?


CANONIZAR:
v.t. Inscrever no número dos santos honrados com culto público.
Fig. Consagrar: de há muito canonizei-o em minha admiração.
Sinônimos de Canonizar : enaltecer, glorificar e santificar


Canonização é um termo utilizado pela Igreja Católica e que diz respeito ao ato de atribuir o estatuto de Santo a alguém que já era Beato. A canonização de um beato é um assunto sério e um processo complexo dentro da Igreja, a ponto de só poder ser tratada pela Santa Sé em si, por uma comissão de altos membros e com a aprovação final do Papa. Canonização (Veja matéria) é a confirmação final da Santa Sé para que um Beato torne-se Santo. Só o Papa tem a autoridade de conceder o estatuto de Santo.
O Código de Direito Canônico da Igreja, no seu cânon 1186 estabelece: "Para fomentar a santificação do povo de Deus, a Igreja recomenda à veneração peculiar e filial dos fiéis a Bem-aventurada sempre Virgem Maria, Mãe de Deus, que Jesus Cristo constituiu Mãe de todos os homens, e promove o verdadeiro e autêntico culto dos outros Santos, com cujo exemplo os fiéis se edificam e de cuja intercessão se valem."; e, ainda no artigo 1187: "Só é lícito venerar com culto público os servos de Deus, que foram incluídos pela autoridade da Igreja no álbum dos Santos ou Beatos."

Documentos importantes
A Constituição Apostólica Divinus perfectionis Magister (1983), de João Paulo II, estabeleceu de uma vez as normas para a instrução das causas de canonização e para o trabalho da Congregação para as Causas dos Santos. Nela é afirmado: "A Sé Apostólica, (…) propõe homens e mulheres que sobressaem pelo fulgor da caridade e de outras virtudes evangélicas para que sejam venerados e invocados, declarando-os Santos e Santas em ato solene de canonização, depois de ter realizado as oportunas investigações."
Em 18 de fevereiro de 2008 a Santa Sé torna público a instrução "Sanctorum Mater" (1983) da Congregação para a Causa dos Santos sobre as normas que regulam o início das causas de beatificação juntamente com o "Index ac status causarum".

A Instrução se divide em seis partes:
Primeira: diz da necessidade de uma autêntica fama de santidade para se dar início ao processo e se explicam as figuras e tarefas do autor do postulador e do bispo competente para a causa.
Segunda: nela é descrita a fase preliminar da causa que chega até à concessão do "nulla osta" da Congregação para as Causas dos Santos.
Terceira: diz da celebração da causa.
Quarta: trata das modalidades para se recolher as provas documentais.
Quinta: cuida das provas testemunhais e na
Sexta: são indicados os procedimentos para os atos conclusivos da instrução diocesana.
Fonte Wikipédia

Como se vê, a canonização dos santos, isto é, o reconhecimento de que uma pessoa venceu a corrida (cf. Cl 2,8) e que está com Deus, é uma prática que consta na Bíblia e que sempre foi observada pelos primeiros cristãos.
Fonte http://www.veritatis.com.br

Como se processa a canonização dos Santos?

A abertura do processo canônico de canonização dos Pastorinhos de Fátima Jacinta e Francisco Marto gerou uma onda de interesse sobre como e quando serão proclamados Santos. A Igreja sempre reconheceu os Santos, mas nem sempre o modo de proceder nas causas de Canonização foi igual.

Num rápido olhar sobre a história, percebe-se que nos primeiros séculos, o reconhecimento da santidade acontecia em âmbito local, a partir da fama popular do santo e com a aprovação dos bispos. Ao longo do tempo e sobretudo no Ocidente, começou a ser solicitada a intervenção do Papa a fim de conferir um maior grau de autoridade às canonizações dos santos. A primeira intervenção papal deste tipo foi de João XV em 993, que declarou santo o bispo Uldarico de Augusta, que tinha morrido vinte anos antes.
As canonizações tornaram-se exclusividade do Pontífice por decisão de Gregório IX em 1234. No decorrer do século XVI começou-se a distinguir entre “beatificação”, isto é, o reconhecimento da santidade de uma pessoa com culto em âmbito local e “canonização”, o reconhecimento da santidade com a prática do culto universal, para toda a Igreja. Também a beatificação se tornou uma prerrogativa da Santa Sé, e o primeiro acto deste tipo refere-se ao papa Alexandre VII em 1662 na beatificação de Francisco de Sales.
Hoje em dia todas estas normas encontram-se na constituição apostólica Divinus perfectionis Magister (25 de Janeiro de 1983) de João Paulo II e nas normas traçadas pela Congregação para as Causas dos Santos. Nelas foi operada a reforma mais radical dos processos de Canonização desde os decretos de Urbano VIII, com o objectivo de obter simplicidade, rapidez, colegialidade e eficácia.
O processo para a canonização tem uma primeira etapa na Diocese em que faleceu o Servo de Deus. A segunda etapa tem lugar em Roma, onde se examina toda a documentação enviada pelo Bispo diocesano. Após exame profundo da documentação efectuada pelos teólogos e especialistas, compete ao Papa declarar a heroicidade das virtudes, a autenticidade dos milagres, a beatificação e a canonização.
A tramitação do processo de santidade de um católico morto com fama de santo passa por etapas bem distintas. Cinco anos após a sua morte, qualquer católico ou grupo de fiéis pode iniciar o processo, através de um postulador, constituído mediante mandato de procuração e aprovado pelo bispo local.
Juntam-se os testemunhos e pede-se a permissão à Santa Sé. Quando se consegue esta permissão, procede-se ao exame detalhado dos relatos das testemunhas, a fim de apurar de que forma a pessoa em questão exercitou a heroicidade das virtudes cristãs.
Aos bispos diocesanos compete o direito de investigar acerca da vida, virtudes ou martírio e fama de santidade ou de martírio, milagres aduzidos, e ainda, se for o caso, do culto antigo do Servo de Deus, cuja canonização se pede.
Este levantamento de informações é enviado à Santa Sé. Se o exame dos documentos é positivo, o “servo de Deus” é proclamado “venerável”.
A segunda etapa do processo consiste no exame dos milagres atribuídos à intercessão do “venerável”. Se um deste milagres é considerado autêntico, o “venerável” é considerado “beato”. Quando após a beatificação se verifica um outro milagre devidamente reconhecido, como poderá ser o caso dos Pastorinhos, então o beato é proclamado “santo”.

O Milagre
Os trâmites processuais para o reconhecimento do milagre acontecem segundo as normas estabelecidas em 1983. A legislação estabelece a distinção de dois procedimentos: o diocesano e o da Congregação, dito romano.
O primeiro realiza-se no âmbito da diocese na qual aconteceu o facto prodigioso (no caso dos Pastorinhos, a título excepcional, o processo desenrola-se na Diocese de Leiria-Fátima). O bispo abre a instrução sobre o pressuposto milagre na qual são reunidas tanto os depoimentos das testemunhas oculares interrogadas por um tribunal devidamente constituído, como a completa documentação clínica e instrumental inerente ao caso.
Num segundo momento, a Congregação para as Causas dos Santos examina os actos processuais recebidos e as eventuais documentações suplementares, pronunciando
o juízo de mérito.
O decreto é o acto que conclui o caminho jurídico para a constatação de um milagre. É um acto jurídico da Congregação para as Causas dos Santos, aprovado pelo Papa, com o qual um facto prodigioso é definido como verdadeiro milagre.

História dos Processos de Francisco e Jacinta Marto
Durante a Peregrinação Aniversária de Outubro, D. Serafim anunciou a abertura oficial do processo canônico de canonização dos Pastorinhos de Fátima Jacinta e Francisco Marto, cerimónia que decorreu na tarde do dia 13 de Outubro, na Casa de Nossa Senhora das Dores, no Santuário.
Na cerimónia, o Bispo de Leiria-Fátima instituiu o Tribunal, agora responsável pela organização do processo de canonização dos Pastorinhos. Assim que for organizada toda a documentação, o processo será enviado para Roma.
O processo de canonização baseia-se na possibilidade de existência de um milagre através da intercessão dos Pastorinhos de Fátima: a cura de um bebé, Filipe Moura Marques, agora com 5 anos, filho de pais portugueses residentes na Suíça.
Depois de entregue em Roma, o processo será entregue a sete peritos médicos, que vão dizer se a cura tem explicação científica ou se foi milagre, o que permitirá a canonização.

Processos de beatificação
Os processos de beatificação dos Servos de Deus Francisco e Jacinta Marto, tiveram início em 30 de Abril de 1952, mas, pela sucessão dos bispos da diocese de Leiria-Fátima, impedimento e morte de vários membros do Tribunal, e ainda devido às modificações introduzidas após a realização do Concílio Vaticano II, os processos só foram entregues à Sagrada Congregação para a Causa dos Santos, em Roma, em 3 de Agosto de 1979 (o do Francisco) e a 2 de Julho do mesmo ano (o da Jacinta). A mesma congregação aceitou como Postulador das causas dos videntes de Fátima, em Roma, o Rev. P.Molinari, SJ, que se dedicou ao desenvolvimento jurídico das causas. Como postulador "extra urbem", foi nomeado, em 14 de Dezembro de 1979, o Rev.P.Luis Kondor, SVD..
Os processos foram abertos, em Roma, em 20 de Dezembro de 1979. Os trabalhos de tradução do português para italiano terminaram em Fevereiro de 1982.
Porém, em Abril de 1981, a Sagrada Congregação para a Causa dos Santos estudou num plano de princípios, a possibilidade da beatificação e canonização de crianças não-mártires, abrindo, assim, perspectivas favoráveis à beatificação dos videntes de Fátima, Francisco e Jacinta Marto.
Passo importante no processo de beatificação foi a publicação dos decretos de heroicidade de virtudes dos dois videntes, feita em 13 de Maio de 1989.
Segundo nova norma introduzida para as beatificações e canonizações, torna-se necessário o reconhecimento científico de um milagre, no caso, obtido por intercessão dos Servos de Deus Francisco e Jacinta Marto.
Fonte Ecclesia

"(Gálatas 1.8) Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema".
Estamos vendo amados uma orientação de Deus para o seu povo não cair em tentação mentirosa.
Sendo a população do mundo formada de idolatras por natureza, devido ao pecado de nossos pais, acham-se na condição de manter as tradições pagãs e contrariar mesmo assim as Escrituras Sagradas. Como vemos canonização é uma coisa criada pelo homem, e para a glória do homem. Não tem aval, aprovação nem recomendação da Divindade Suprema. É absolutamente para satisfazer o ego humano,e encobrir pecados dos dominadores da religião mundial que se acham mais santos que os demais. Canonização é também um ato pelo qual o que foi tornado santo tem o poder de interferir junto a Deus pelo povo, de curar pessoas ou resolver todo e qualquer problema de alguém. Atribui-se ao santificado poderes exclusivos inerentes a DIVINDADE SUPREMA. Já se constitui pecado porque está roubando-se atributos da santidade do Eterno. A palavra de Deus diz que a fé vem pelo ouvir, não é necessário nada visível para que necessite adorar para poder crer. Se a palavra de Deus diz: Salmos 146.3 Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação”. “Colossenses 2.8) Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo”; “Eclesiastes 7.29 Eis o que tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias”.

E muitas outras citações que só conhecendo a palavra para sermos munidos da verdade e do esclarecimento.
Não existe portanto nenhuma fundamentação baseada nas palavras proferidas pela boca de Deus que legitime tal prática.
O homem deve ser santificado em suas ações, sua vida temente e obediente a Deus pelo modo que se porta perante seu Criador. Seguindo e obedecendo seus preceitos e sabendo que a salvação vem de Deus através de Cristo Jesus. Aquele que não morreu em Cristo, pode ter sido santificado, adorado, canonizado, beatificado e muitos outros, mas não sendo a vontade do Pai, nada feito. Torna-se nulo e vão todo esforço humano em busca da tão sonhada glória eterna. Nenhum homem tem a certeza que outrem é salvo, só Deus é quem sabe. Porque muitas vezes a pessoa se mostra verdadeiramente fiel e obediente a Deus, mas seu coração está longe dEle. E como Ele conhece todo desígnio de cada coração, nem se apressa em tomar atitudes por emoções. A qualidade de ser bondoso, amável, irmanados no bem, de boa índole, deve acompanhar todo aquele que realmente obedece a Deus e o tem como seu verdadeiro Criador. Não se deve tomar os atributos de Deus, porque o homem não tem poderes para isso.
Devemos sim esperar que Deus se agrade e nos honre conforme sua graça. Porque só sua graça já nos é suficiente e as demais coisas nos será por lucro.
Portanto amados leitores, não nos apeguemos a doutrinas vãs, porque elas escravizam e ferem os princípios bíblicos de Deus. Sejamos antes firmados no conhecimento e no poder de Deus, porque sua palavra diz que sejamos positivos, palavras de sim e de não, o que passar disso vem do maligno.
E nas escrituras não falam, nem ensinam, nem incentivam a pratica da canonização, tornando-se assim uma palavra que Deus não falou. Não se pode prestar culto ou adoração a nada que seja visível aos olhos humanos, e sim somente a Deus através de Cristo Jesus porque na certeza da salvação iremos vê-lo face a face no seu Reino. Se assim crermos, para que serve as demais coisas? A quem recorrer se já servimos ao TODO PODEROSO? Foi pelo pecado da descrença que Deus exterminou a todos os que saíram do exílio e não tiveram a honra de pisar na terra que Ele prometeu.
Será que o TODO PODEROSO não é suficiente para nos proteger e salvar?
E se alguém tornar-se um santo não nos é motivo de alegria? Precisa de ser honrado publicamente, e idolatrado?
A palavra de Deus diz: “Oseias 4.6) O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos".

Que a graça e a paz de Deus esteja convosco!

Por Joseval Oliveira
Imagem: Internet-Google imagens