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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O Presbiterianismo no Brasil




O Presbiterianismo chegou ao Brasil, em 12 de agosto de 1859, trazido pelo jovem pastor presbiteriano o Rev. Ashbel G. Simonton.
O termo "presbiteriano" decorre do fato de que nas igrejas desse nome o governo é exercido por "presbíteros", que se classificam da seguinte forma: "presbíteros docentes, que são os que exercem a docência (ensino), e são caracterizados pelos pastores; e os presbíteros regentes, que juntamente com o pastor (es), formam o Conselho e administram a igreja.
A palavra grega presbyteros encontra-se no Novo Testamento e significava originalmente"ancião," "homem idoso." À semelhança do que acontecia entre os judeus, também na Igreja Primitiva a liderança era exercida pelos membros mais experientes da comunidade, isto é, geralmente, mas não necessariamente, homens mais velhos.
Eventualmente, o termo passou a ter um sentido técnico de líder da igreja e o aspecto da idade ficou em segundo plano.
Assim, encontramos referências aos presbíteros em passagens bíblicas como Atos dos Apóstolos 11.30; 14.23; 15.2; 20.17; 1 Timóteo 5.17; Tito 1.5; Tiago 5.14; e 1 Pedro 5.1. Também encontramos o coletivo "presbitério" ou concílio de presbíteros em 1 Tm. 4:14.
Portanto, seguindo o precedente bíblico, nas Igrejas Presbiterianas a liderança é exercida pelos presbíteros, que com o pastor forma o Conselho.
Este "Conselho", para que funcione como igreja, poderá ter um quorum mínimo de dois presbíteros regentes, que são eleitos pela igreja para um exercício que tem prazo de cinco anos.
Os presbíteros "regentes" (que governam, juntamente com o pastor, a igreja), são voltados primordialmente para funções administrativas, e representam a Igreja nos Presbitérios.
E os presbíteros "docentes" (os que têm a função de ensinar, ou seja, os ministros ou pastores), são membros dos Presbitérios, designados por estes para pastorear as igrejas locais.
Esses dois tipos de presbíteros têm a mesma paridade (igualdade), não se constituindo em uma hierarquia.
Todavia, os pastores ou presbíteros docentes têm algumas funções privativas, como a ministração dos sacramentos (Santa Ceia e o Batismo).
Os presbíteros exercem as suas funções em vários níveis: localmente, no "conselho" de cada igreja; em âmbito regional, nos presbitérios (que se reúne anualmente) sínodos (que se reúne de dois em dois anos); e em âmbito nacional, no Supremo Concílio (que se reúne de quatro em quatro anos).

Por Rev. José Roberto
Imagem: Internet Google imagens