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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Arrebatamento - 6º fato




6° fato: O estouro de uma bolha do tamanho do mundo

A bolha imobiliária norte-americana estourou em 2009, afetando a economia do Planeta como um todo. O Globo, de 11/02/2009, trouxe a seguinte notícia: "A espiral de crise que liquidou o sistema financeiro mundial avança rapidamente para levar à falência países inteiros como já está acontecendo na Europa." As quebras de bancos ocorreram em 2009 numa rapidez crescente, o que expõe buracos na infraestrutura de fiscalização criada para detectar instituições em risco de colapso. Dezenas de bancos do mundo inteiro viraram poeira da noite para o dia em 2009. No dia 10 de setembro de 2008, o Lehman Brothers, um dos maiores bancos norte americanos de investimento e crédito, comunicou ao mercado um prejuízo de 3,9 bilhões de dólares no trimestre anterior e logo depois a sua falência. A desconfiança de que a bolha imobiliária, transformada nos últimos anos em bolha financeira, pudesse estourar e abalar todo o sistema bancário internacional era compartilhada em maior ou menor grau por autoridades, acadêmicos, jornalistas, executivos, consultores e investidores.
Serge Berstein e Pierre Milza relatam em História do Século XX, SP: Ed Nacional, 2007, que "no fim de 2008, a bolha estourou. E com os efeitos de uma tempestade devastadora sobre o setor financeiro nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia, nos países ricos e nos emergentes." Instituições tradicionais, poderosas e influentes dos Estados Unidos simplesmente derreteram ou desapareceram, como o banco de investimentos Merrill Lynch, comprado pelo Bank of America, como as duas maiores empresas do setor de hipotecas, Fannie Mae e Freddie Mac, assumidas pelo governo diante de sua falência iminente, como o Citi Group, que, depois de registrar prejuízos inéditos na história do banco, vê evaporar 80% do valor de suas ações. "Na Europa e Ásia, o cenário não se mostra diferente. Para evitar a quebradeira do setor financeiro e o pânico do público, os governos da Alemanha, França, Inglaterra, Bélgica, Japão e Coreia intervêm pesadamente para aliviar os balanços de bancos e seguradoras e manter suas operações dentro da normalidade possível." Berstein e Milza acrescentam que o pior da tempestade ainda estava por vir: a contaminação da economia real pela crise financeira. A crise gerou pesados prejuízos e falências por parte de grandes corporações industriais e comerciais norte-americanas, europeias, japonesas e coreanas, com destaque para indústrias automotivas, eletroeletrônicas, siderúrgicas e aeronáuticas como General Motors, Ford, Toyota, Ronda, Volkswagen, Samsung, Sony e Boeing." Tal crise estrutural da economia norte-americana e mundial superou aquela dos anos 1930 e revelou a fragilidade do sistema financeiro internacional.

Autor: Edino Melo – www.edferramenta.com.br
Imagem: Internet – Google imagens