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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Arrebatamento - A espera de algo muito melhor


Brennan Manning conta em seu livro Confiança Cega, SP: Me, 2009, a experiência que Dennis Rainey com uma família missionária que passava uma temporada em seu país de origem, hospedando-se na casa de um amigo, à beira de um lago. No dia em questão, o pai estava dentro de um barracão às voltas com coisas relativas ao barco da família hospedeira, a mãe estava na cozinha, e os três filhos, de quatro, sete e doze anos, brincavam no gramado. Billy, o caçula, escapou dos olhos atentos da irmã mais velha e rumou para a plataforma de madeira onde o barco ficava atracado. O brilho do barco de alumínio o deixou encantado, mas os passos inseguros fizeram-no cair na água a uma profundidade de quase três metros.
Quando a menina de doze anos gritou, o pai saiu correndo de onde estava. Percebendo o que havia acontecido, mergulhou nas águas escuras.
Desesperado, tateava procurando o filho, mas teve de subir à superfície duas vezes para respirar.
Enchendo os pulmões de ar, submergiu novamente e encontrou o garotinho agarrado a uma pilastra de madeira vários metros abaixo da superfície.
Soltando os dedos do menino, voltou à superfície com ele nos braços. Já em segurança, o pai perguntou: "Billy, o que você estava fazendo lá embaixo?" E o pequeno respondeu: "Eu só tava esperando você, papai, só tava esperando você."
Submersa nas águas escuras da História, agarrada ao "madeiro" a Igreja aguarda a vinda do Senhor.
Ele a salvará das tramas deste mundo. Ora, vem, Senhor Jesus! (Ap 22.20). 1 Ts 4.13-18, Paulo diz: Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras. Paulo também diz em 1 Co 15.20-28: Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem.
Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. Depois, virá o fim, quando tiver entregado o Reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo império e toda potestade e força.
Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.

Com o arrebatamento, a Igreja será parte de algo muito maior que tudo que existe aqui.

Ilan Brenman conta uma ótima história que é encontrada em diversos contos infantis. Quero contá-la aqui com algumas adaptações. No período das fortes e persistentes chuvas, uma cidade próxima ao rio Tietê foi toda alagada: as ruas, os mercados e as casas. Quando a chuva cessou e as águas começaram a baixar, um pequeno girino foi parar no poço de um pequena casa. O girino cresceu e viveu por toda a vida em tal poço. Ao tomar-se uma rã, não se lembrava mais de onde tinha vindo; sua realidade agora era aquele lugar seguro e acolhedor. Certa manhã, uma rã estrangeira ouviu um som vindo do poço e resolveu averiguar:
- Olá, tem alguém aí? - perguntou a rã estrangeira.
A rã do poço tirou rapidamente a cabeça de dentro da água e gritou:
- Sim, estou aqui! Quem é você?
- Sou uma rã, assim como você - respondeu-lhe a rã estrangeira.
Curiosa, a rã que estava no poço perguntou:
- E de onde você vem?
- Venho da cidade de São Paulo.
- E essa tal São Paulo é grande?
A rã estrangeira esboçou um sorriso e respondeu:
- Imensa, gigantesca, colossal!
A rã do poço não gostou de ouvir aquilo e perguntou:
- Ela é maior do que isto? - e se esticou o mais que podia.
A estrangeira não aguentou e gargalhou:
- Minha irmã, muito maior do que isso!
A rã do poço começou a ficar furiosa e perguntou:
- São Paulo é maior do que o meu poço?
A estrangeira, que não parava de rir, respondeu:
- Infinitamente maior do que o seu poço!
A rã do poço, tomada pela fúria, respondeu:
- Nada pode ser maior do que o meu poço, sua mentirosa! Vá embora, não a quero mais por perto!
Esta história tem muito a nos ensinar. Comparado ao que há de vir após o arrebatamento, este mundo é como o poço. Diversos céticos, que só acreditam no que veem a um palmo do nariz, acham que não há nada maior que isto. Sua visão obtusa é facilmente explicável: afundados nos limites tacanhos do materialismo, eles nada sabem do que nos aguarda além desta vida, na casa do Pai (Jo 14.2-3).


Amados leitores, conforme prometido. Esta é uma sequência de 50 fatos que dizem respeito ao ARREBATAMENTO. Não percam os próximos fatos!.....

Autor: Edino Melo – www.edferramenta.com.br
Imagem: Internet – Google imagens