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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Adultério e Divórcio


Mateus 5.31-32

Por que os assuntos - divórcio e adultério - aparecem juntos? porque Jesus afirma que "exceto em caso de relações sexuais ilícitas", isto é, em caso de infidelidade conjugal, o cônjuge poderá repudiar o infiel. O verbo repudiar significa "deixar ir", "mandar ir embora de casa". Na época de Jesus, alguns homens mandavam sua mulher embora por motivos banais. Veja a pergunta dos fariseus em mateus 19.3. Se na época de Jesus havia divórcio por qualquer motivo, imagine hoje! Mas Jesus afirma que Deus não é divorcista, e aproveita a pergunta para ensinar princípios importantíssimos, que Oswald Sanders assim resume.

  1. O divórcio jamais foi da vontade de Deus.  Na lei, o que há é uma concessão devido à dureza do coração humano (Mt 19.8)

 2. O matrimônio só pode ser dissolvido pela morte de um dos cônjuges (Mt 19.6)

 3. Quem se divorcia do seu companheiro, em caso onde não houve relação sexual ilícita, é culpado de grave pecado (Mt 19.9)

 4. A parte ofendida, que volta a casar-se estando vivo seu esposo ou esposa, comete adultério (Mt 5.32) 

5. O propósito destas restrições é preservar a santidade na família (Hb 13.4)

Deus odeia o divórcio (Mt 2.16) e proíbe o adultério (Êx 20.14; Mt 5.27-28), porém esses não são pecados imperdoáveis. Mas Jesus espera que seus discípulos vivam com pureza e sem pecar mais (Jo 8.11; Rm 6.1-2; 1 Pe 2.11).

 Quando há infidelidade conjugal, o divórcio é permitido, mas não obrigatório. Pela graça de Deus, pode haver perdão e reconciliação. Muitos casais, ao optarem pelo caminho do recomeço, experimentaram um casamento feliz como nunca tiveram.


 CONCLUSÃO 

 Não acreditamos no alívio passageiro que os pensamentos impuros possam trazer, na diminuição da solidão que o ato sexual ilícito oferece e no falso bálsamo proveniente da pornografia. Lembre-se de que toda mutilação causa dor. Devemos nos preparar para o desconforto que o não ver determinados filmes traz, que a ausência de certos toques propõe, que a dor de não irmos a alguns lugares sugere. Esse desconforto parece ser, mas não é maior que a dor e a ausência de vida proveniente do pecado. Parece quase impossível resistir as tentações sexuais, mas isso não é verdade, não devemos acreditar nessa mentira. Mas também, devemos nos lembrar de que a luta não é contra a sexualidade e sim contra a sensualidade (nas palavras, no vestir, nas brincadeiras, nos relacionamentos entre irmãos, etc. É importante lembrar que a rigidez com que Cristo fala sobre o pecado não exclui a misericórdia e o amor destinado ao pecador arrependido (observe João 8.1-11). Jesus não tem como foco a destruição, mas a transformação do indivíduo. O poder restaurador do Espirito está à disposição de nós, cristãos, para que o nosso caráter seja transformado à imagem e semelhança de Deus.

Fonte: Lições do Sermão do Monte-EBD-Eduardo Santana Rodrigues
Imagem: Internet-Google imagens