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quarta-feira, 28 de março de 2012

História do Patriarca Jacó


Jacó seguia com suas mulheres, filhos, criados e bens de volta à terra natal. Do planalto de Galaad, região da Transjordânia, desceu até a garganta do rio Jaboque, um afluente do Jordão. Ele resolveu atravessar toda a comitiva antes do pôr do sol e ficou por último. Foi então que surgiu aquele homem misterioso. Já estava escuro quando começaram a lutar. A luta se estendeu até o raiar do dia. Finalmente, o estranho pediu para ser solto, mas Jacó exigiu, antes, uma benção. O homem deu-lhe a vitória e um novo nome: Israel, aquele que luta com Deus. E Jacó chamou aquele lugar de Peniel (de panim, face e El, Deus), dizendo: "Vi a Deus face a face" (Gn 32: 22- 32). Assumindo a identidade de Israel, Jacó tornou-se o antepassado epônimo do povo judeu, ou seja, aquele que empresta seu próprio nome à nação - assim, em sua história revela-se a identidade de todo um povo. "A imagem do patriarca epônimo condiciona, necessariamente, a imagem que o povo forma de si mesmo", explica o teólogo espanhol José Luis Sicre Díaz, doutor em Sagrada Escritura pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma e professor na Faculdade de Teologia de Granada. Talvez por isso a figura de Jacó seja a mais contraditória de todos os patriarcas, e a mais rica em significados. Mentira e verdade, ingenuidade e astúcia, medo e fé são elementos que se alternam para descrever um patriarca humano, acima de tudo.  

Disputa na barriga da mãe

Depois do estranho episódio da luta com Deus no rio Jaboque, Jacó iria se encontrar com seu irmão gêmeo Esaú, Eles tinham contas antigas a ajustar. A disputa começou antes mesmo do nascimento. Conta-se que os gêmeos já lutavam dentro do ventre da mãe, Rebeca. Esaú nasceu primeiro, mas Jacó veio logo atrás, segurando no calcanhar do irmão, Daí a origem de seu nome: Ya'acov, que deriva da palavra hebraica ekev, calcanhar. Jacó cresceu como um homem pacato, o preferido de Rebeca, Esaú, que era um valente caçador, era o preferido do pai, lsaque.

Jacó Engana Esaú e "Rouba" o Direito da Primogenitura (Gn.25:27-34). 

Certo dia, Esaú voltava faminto da caça e viu Jacó fazendo um cozido de lentilhas. Pediu a comida e Jacó propôs um negócio: o cozido pelo direito de primogenitura. Dizia a lei que o primogênito tinha direito ao dobro de tudo o que fosse destinado aos outros irmãos. Esaú concordou com a troca: "Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura?" . Para os antigos israelitas, mais valiosa do que a herança era a benção que o pai reservava ao primogênito antes de morrer. E das palavras sagradas de seu pai à beira da morte, Esaú não queria abrir mão. Contudo, quando lsaque já estava velho e cego, Rebeca e Jacó usaram de um estratagema para obter a benção paterna: o rapaz vestiu-se com as roupas de Esaú e cobriu as mãos e o pescoço com pele de cabrito, para parecer peludo como o irmão. Quando Esaú descobriu o "roubo" ficou furioso e prometeu matar Jacó. Aconselhado por Rebeca, Jacó fugiu para a casa do tio matemo, Labão, na Mesopotâmia.

Por Rev. José Roberto
Fonte: Internet-Google imagens