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sábado, 18 de agosto de 2012

OS FALSOS PROFETAS

Existem inúmeras referências no Antigo Testamento relacionadas aos falsos profetas. Por exemplo: quatrocentos falsos profetas foram reunidos pelo rei Acabe (2Cr 18.4-7), e um espírito mentiroso achava-se na boca deles (2Cr 18.18-22).
Segundo o AT, o profeta era considerado falso:
1- Se desviasse as pessoas do Deus verdadeiro para alguma forma de perversão espiritual ou idolatria (Dt 13.1-5);
2- Se praticasse adivinhação, astrologia, feitiçaria, bruxaria e coisas semelhantes a isto (Dt. 18.10,11);

3- Se suas profecias contrariassem as Escrituras Sagradas (Dt 13.1-5);
4- Se não denunciasse os pecados do povo (Jr. 23.9-18);
5- Se predissesse coisas específicas que não se cumprissem (Dt 18.20-22).

Note que os profetas, do novo concerto (N.T.) não falavam de modo irrevogável e infalível como os profetas do AT, que eram a voz primacial de Deus no que diz respeito a Israel. No N.T, o dom de profeta é apenas um dos cinco dons ministeriais da igreja.

Os profetas no Novo Testamento tinham limitações que os profetas do Antigo Testamento desconheciam (I Co 14.29-33), por causa da natureza multifacetada e interdependente do ministério nos tempos do Novo Testamento

A Inspiração dos Escritos

Segundo alguns comentaristas, é bem provável que o Antigo Testamento tivesse originalmente apenas duas divisões básicas: A Lei e os Profetas. O profeta tinha lugar de destaque no Antigo Testamento pelo dom divino que ele havia recebido de Deus.

Os Salmos, que em sua grande parte foi escrito pelo rei Davi, dizia que seus salmos haviam sido ditados letra por letra pelo Espírito do Senhor, quando disse: "O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua" (2Sm.23:2).

Cantares, Provérbios e Eclesiastes, livros atribuídos a Salomão, seriam o registro da sabedoria que lhe fora dada pelo próprio Deus através de Seu Espírito (1Rs.3:9-10).

Vários livros, no entanto deixam de apresentar reivindicações de inspiração divina, são eles: Rute, Ester, Cântico dos Cânticos, Lamentações, Esdras, Neemias e Crônicas.

Não se menciona, por exemplo, quem escreveu o livro de Ester, talvez para que se preservasse seu anonimato naquele ambiente pagão e hostil. Em suma, quase todos os livros do Antigo Testamento oferecem alguma reivindicação de inspiração divina.

Cremos, no entanto que os 39 livros do Antigo Testamento são inspirados e foram outorgados pelo próprio Deus. O Novo Testamento, testificando a inspiração do Antigo Testamento, fala da importância do A.T, para a comunidade judaica e cristã, sendo um importante registro para as gerações futuras.

O apóstolo Paulo falando sobre a autoridade e inspiração divina do Antigo Testamento diz: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2Tm.3:16).
Essa expressão usada por Paulo testifica de fato a autoridade e inspiração do Antigo Testamento, mostrando na verdade que o Antigo Testamento está em perfeita harmonia com o Novo Testamento e que os dois se completam.

(Pesquisa feita pelo Rev. José Roberto)
Imagem: Internet- Google Imagens