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domingo, 19 de agosto de 2012

Vida a Dois - União Conjugal

Amados leitores e irmãos, a palavra de Deus também recomenda para os casais que cada um deve assumir seu papel no desempenho de uma vida unida assim como também é a união de Cristo com sua noiva a igreja genuinamente verdadeira de seus adoradores fiéis e submissos a Ele.

“ Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor.
Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus.
Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma.
Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” . (1 Pd 3.1-7)

“dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.
As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo.
Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.
Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito.
Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama.
Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja; porque somos membros do seu corpo.
Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne.
Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja.
Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido. (Efésios 5.20-33)

“Quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.
O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido.
A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher.
Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência.
E isto vos digo como concessão e não por mandamento.
Quero que todos os homens sejam tais como também eu sou; no entanto, cada um tem de Deus o seu próprio dom; um, na verdade, de um modo; outro, de outro.
E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo.
Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado.
Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher”. (1 Timóteo 7. 1-11)

“ Beija-me com os beijos de tua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho.
Suave é o aroma dos teus ungüentos, como ungüento derramado é o teu nome; por isso, as donzelas te amam.
Leva-me após ti, apressemo-nos. O rei me introduziu nas suas recâmaras. Em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho; não é sem razão que te amam.
Eu estou morena e formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão.
Não olheis para o eu estar morena, porque o sol me queimou. Os filhos de minha mãe se indignaram contra mim e me puseram por guarda de vinhas; a vinha, porém, que me pertence, não a guardei.
Dize-me, ó amado de minha alma: onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes repousar pelo meio-dia, para que não ande eu vagando junto ao rebanho dos teus companheiros?
Se tu não o sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas dos rebanhos e apascenta os teus cabritos junto às tendas dos pastores.
Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó querida minha.
Formosas são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço, com os colares.
Enfeites de ouro te faremos, com incrustações de prata.
Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume.
O meu amado é para mim um saquitel de mirra, posto entre os meus seios.
Como um racimo de flores de hena nas vinhas de En-Gedi, é para mim o meu amado.
Eis que és formosa, ó querida minha, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas.
Como és formoso, amado meu, como és amável! O nosso leito é de viçosas folhas, as traves da nossa casa são de cedro, e os seus caibros, de cipreste.
Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.
Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha querida entre as donzelas.
Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os jovens; desejo muito a sua sombra e debaixo dela me assento, e o seu fruto é doce ao meu paladar.
Leva-me à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor.
Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, pois desfaleço de amor.
A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a direita me abrace.
Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira.
Ouço a voz do meu amado; ei-lo aí galgando os montes, pulando sobre os outeiros.
O meu amado é semelhante ao gamo ou ao filho da gazela; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.
O meu amado fala e me diz: Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem.
Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.
A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem”. (Cânticos dos cânticos 1. 1-17; 2.2-13)

Vimos mediante a Palavra de Deus a forma correta e a fórmula exata para uma união prazerosa e agradável a Deus dentro dos seus princípios, para que um casal possa viver até os dias determinados de sua vida com aquele a quem ambos escolheram. É necessário em primeiro lugar AMAR; se casar sem amor, por mero interesse, seja físico, ou financeiro e não seguirem os preceitos bíblicos tendem a desunir-se .
O casal ao unir-se, formam os dois uma só carne como a Palavra diz, e ambas as carnes não lhes pertencem, e sim um ao outro. Mas esse pertencer, deve ser dentro de padrões e princípios de respeito mútuo, e fazendo tudo de comum acordo. A mulher não deve se limitar ao seu marido a menos que seja de comum acordo, ou esteja com algum impedimento; e que o marido não se limite a esposa, a menos que seja de comum acordo, ou esteja com algum impedimento e ambos devem entender-se, não forçar um ao outro dando chances ao satanás de se alegrar nessa ocasião. Cabe aos dois se amarem fervorosamente assim como o sábio Salomão demonstrou em seus Cantares, nos mostrando exemplos de um amor tal qual o amor de Cristo pelos seus eleitos, a sua noiva, a sua igreja.
Para que uma união seja feliz e prazerosa, ambos devem demonstrar e oferecer um ao outro troca de carinhos, afetos e prazeres de acordo como ambos desejam. Ao marido, é essencial que ao despertar em seu amanhecer, desperte fazendo carinho em sua esposa, porque o amor de uma mulher se conquista com mais amor, carinho e respeito. Semelhantemente a mulher, conquiste seu marido com amor e carinho, porque para se conquistar o amor de um homem é mais fácil do que se imagina. O que acontece é que as pessoas não sabem usar os meios corretos de expressarem o AMOR. O marido não deve chegar em casa sem dispensar a devida atenção que a esposa requer; isso é falta de respeito e amor a sí mesmo, pois os dois formam um corpo só. Todos merecem ser ouvidos e vistos com atenção.
O marido deve demonstrar a sua esposa gestos de afeto, carinho e amor, oferecer desde uma simples flor a uma frase de amor e carinho escrita num rabisco de papel. É nas coisas simples e aparentemente sem valor que se esconde um grande tesouro que na maioria das vezes passa-se despercebido por ambos. Não são os presentes caros e valiosos que têm valor, e sim muitas vezes as coisas simples e humildes. Não se deve usar de violência nem grosseria com a pessoa amada, pois ambos formam uma só carne. Aquele que maltrata o outro, maltrata, ou não tem amor a si próprio, assim afirma a Palavra de Deus.
No relacionamento intimo, não usem seus corpos à depravação, pois foi o corpo feito para ser templo do Espirito Santo onde habita em cada um. Mas usem seus corpos de uma forma correta, mantendo a integridade física e moral, sem escandalos ou depravações. Pois a esposa não pode fazer do seu corpo semelhantemente a um corpo de prostituição. E sim um corpo que proporcione prazer ao seu marido de uma forma correta ausentando-se de impurezas e vulgaridades. A união de um casal não deve se limitar a beleza física, uma vez que, não é eterna a beleza, e sim passageira. Tudo que é bonito, um dia torna-se feio, o que é jovem, torna-se velho, mas a beleza interior recheada de verdadeiro AMOR, essa traspassa barreiras e não se modifica, nem envelhece. O amor verdadeiro não envelhece, não morre, mesmo no mundo espiritual ele permanece, pois assim é o amor de Deus. A felicidade de um casal depende de ambas as partes estarem firmadas em coisas pontuais tais como: compreensão, renuncia, respeito, diálogo, amizade, sinceridade, domínio próprio e uma série de coisas mais, que se aprende diariamente, pois o dia a dia é a escola da vida.
A Palavra de Deus orienta que os casais vivam até o dia em que Deus os separar, pois o que Deus uniu, ele mesmo separa. A incompatibilidade de gênios pode existir para quem não é paasível de renuncia, pois todo necessita de diálogo franco, sincero e pacífico. Dois não se desentendem-se se um não quiser. É por isso que a Palavra de Deus diz que é possível viverem até que a morte os separe. Mesmo diante de não saber administrar os problemas, ainda reside o AMOR, que suporta tudo, mas vale para ambos. Quando uma parte não cede, é porque o ego fala mais alto, e isso causa ruína e dor. O casal pertence um ao outro, diante de Deus, que os observa atentamente e lhes dirige os passos. Pois a união de um homem, uma mulher e Deus, jamais se abalará sendo firmada de acordo com seus princípios, pois mesmo que estremeça o Senhor fortalecerá.
Que a paz de Deus e nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos os casais!

Por Dc Joseval Oliveira
Imagem: internet-Google imagens