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sábado, 23 de março de 2013

Quem foi Ester?



Amados e prezados leitores, esta postagem tem por finalidade mostrar quem foi Ester, personagem do livro de mesmo nome, que teve grandiosa participação como mulher de Deus na defesa de sua nação e raça; também mostra o agir do SENHOR no meio do seu povo.
O livro de Ester é o único da Bíblia que não menciona o nome de Deus, nem fala nada que engrandeça ou a respeito do SENHOR.
Este livro foi questionado pelos grandes conhecedores da Palavra de Deus, se deveria estar inserido no contexto das Escrituras ou não, pelo fato da omissão ao nome do Deus Criador, porque imagina-se que talvez nessa época Deus não estava falando através de seus profetas sobre essa história; mas permitiu que fosse escrita, para que possamos refletir que Ele está no controle de tudo no seu universo criado. Está em todos os lugares com sua onipresença, pode tudo com sua onipotência, e sabe todas as coisas com sua onisciência. E se ele está no contexto das Escrituras é um propósito e vontade do SENHOR.
A história de Ester se dá por volta de 400 anos a. C., na antiga Pérsia, onde hoje é o Irã. Não se sabe exatamente a autoria; alguns creditam a Mordecai ou Mardoqueu; homem judeu benjamita, que foi deportado juntamente com Jeconias rei de Judá por Nabucodonosor rei da Babilônia, quando tomou e saqueou Jerusalém; o qual passou a trabalhar como guarda do exército real no palácio do rei Assuero .
Ester era filha de Abiail e Lia, os quais foram mortos em uma grande perseguição dos amalequitas aos judeus, quando ela era uma criança. A menina chamava-se Hadassa e foi criada por Mordecai sobrinho de Abiail, que a educou e ensinou a não revelar a sua nacionalidade; e com a deportação passou a ser chamada de Ester que significa estrela; talvez porque estava em terra estranha e por medo de serem mortos.
Crescendo a menina tornou-se uma bela jovem e formosa.
O livro apesar de não citar o nome de Deus, percebe-se constantemente o Seu agir sobre todo desenrolar da narrativa. Iniciando pela grande mulher Ester, que defende seu povo junto com seu pai adotivo que a criara chamado Mordecai.
O livro narra exatamente o reinado do rei Assuero e seus feitos. Como era de costume real escolher-se belas jovens virgens e grandiosas em formosuras para serem apresentadas ao rei, que em se deitando com elas escolhia uma como rainha, assim foi feito também com Ester; escolhida entre uma seleção de belíssimas jovens para apresentarem-se ao rei Assuero, onde ele escolheria uma para reinar no lugar da ex-Vasti, a qual o rei irou-se com ela.
As moças passavam por um preparativo de um ano tomando banhos de unguentos, óleos finos e aromas, para após, se apresentarem ao rei.
Ester ao chegar ao palácio na guarda do eunuco Hegai, tornou-se afeiçoada e todos se encantaram com sua beleza, gentileza e modo de proceder, que lhes foi dada sete servas a sua disposição e passou a ocupar os melhores aposentos da casa das mulheres..
Mantendo humildade, obediência e sinceridade, Mordecai e Ester tornaram-se prósperos à vista de todos. No dia em que Ester foi apresentar-se ao rei, após uma noite de prazer, este ficou encantado com ela, e a escolheu como rainha em lugar de Vasti.
Vemos a poderosa mão do Senhor sendo com Ester em todos os seus momentos.
Não é fácil, passar por uma seleção das mais belas mulheres escolhidas a dedo, para depois ainda ter que ser selecionada pelo rei; porque todas eram belas e formosas. Para a crença dos incrédulos, sua escolha seria chamada de sorte; mas para os servos do Senhor, foi a sua poderosa mão e amor por Ester que a fez tornar-se uma mulher exemplo para o mundo. Houve uma conspiração por parte de Hamã escolhido do rei contra os judeus, porque ele entendia que os judeus eram um povo que não gostava de ceder aos costumes e caprichos dos persas, mesmo estando exilados.
E Ester já na condição de rainha, deu um banquete em sua casa, convidou o rei e levou o caso a pedido de Mordecai; e o rei ao receber o convite para participar do seu banquete, afirmou atender qualquer pedido dela, até a metade de seu reino. E ela lhe fez ciente da conspiração contra os judeus, levando Hamã a forca e seus filhos também mortos. E os judeus por decreto de Assuero puderam se defender dos ataques dos seus inimigos. E a Mordecai, foi-lhe dado poder para ser o principal homem do rei durante seu reinado, porque Mordecai antes denunciou uma conspiração contra Assuero e sempre agiu dignamente, obedecendo os ensinamentos do Senhor, tais como: jejum, clamor, lamentação, rasgou suas vestes e se cobriu com cinzas. Esses rituais de humilhação e obediência, eram diretamente a Deus, não a idolos ou imagens de esculturas, porque se assim fosse ele e Ester não teriam êxito diante de Deus.
Podemos observar nos textos abaixo o poderoso agir de Deus na vida deles, tanto de Mordecai, Ester e todos os judeus, como também na vida de Assuero e todos os que o Senhor usou para realizar seus propósitos, porque o Senhor usa quem quer, como quer e quando quer, para que se realize seus desejos e nada fica pendente.


A moça lhe pareceu formosa e alcançou favor perante ele; pelo que se apressou em dar-lhe os unguentos e os devidos alimentos, como também sete jovens escolhidas da casa do rei; e a fez passar com as suas jovens para os melhores aposentos da casa das mulheres.
Ester, filha de Abiail, tio de Mordecai, que a tomara por filha, quando lhe chegou a vez de ir ao rei, nada pediu além do que disse Hegai, eunuco do rei, guarda das mulheres. E Ester alcançou favor de todos quantos a viam.
O rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e ela alcançou perante ele favor e benevolência mais do que todas as virgens; o rei pôs-lhe na cabeça a coroa real e a fez rainha em lugar de Vasti.
Veio isso ao conhecimento de Mordecai, que o revelou à rainha Ester, e Ester o disse ao rei, em nome de Mordecai.
Investigou-se o caso, e era fato; e ambos foram pendurados numa forca. Isso foi escrito no Livro das Crônicas, perante o rei. (dois eunucos conspiradores)
Então, disse Hamã ao rei Assuero: Existe espalhado, disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino, um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos e que não cumpre as do rei; pelo que não convém ao rei tolerá-lo.
Quando soube Mordecai tudo quanto se havia passado, rasgou as suas vestes, e se cobriu de pano de saco e de cinza, e, saindo pela cidade, clamou com grande e amargo clamor; e chegou até à porta do rei; porque ninguém vestido de pano de saco podia entrar pelas portas do rei.
Em todas as províncias aonde chegava a palavra do rei e a sua lei, havia entre os judeus grande luto, com jejum, e choro, e lamentação; e muitos se deitavam em pano de saco e em cinza.
Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?
Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci.
Quando o rei viu a rainha Ester parada no pátio, alcançou ela favor perante ele; estendeu o rei para Ester o cetro de ouro que tinha na mão; Ester se chegou e tocou a ponta do cetro.
Então, lhe disse o rei: Que é o que tens, rainha Ester, ou qual é a tua petição? Até metade do reino se te dará.
Então, disse o rei: Fazei apressar a Hamã, para que atendamos ao que Ester deseja. Vindo, pois, o rei e Hamã ao banquete que Ester havia preparado, disse o rei a Ester, no banquete do vinho: Qual é a tua petição? E se te dará. Que desejas? Cumprir-se-á, ainda que seja metade do reino.
Naquela noite, o rei não pôde dormir; então, mandou trazer o Livro dos Feitos Memoráveis, e nele se leu diante do rei.
Achou-se escrito que Mordecai é quem havia denunciado a Bigtã e a Teres, os dois eunucos do rei, guardas da porta, que tinham procurado matar o rei Assuero.
Então, disse o rei: Que honras e distinções se deram a Mordecai por isso? Nada lhe foi conferido, responderam os servos do rei que o serviam.
Entrou Hamã. O rei lhe disse: Que se fará ao homem a quem o rei deseja honrar? Então, Hamã disse consigo mesmo: De quem se agradaria o rei mais do que de mim para honrá-lo?
Contou Hamã a Zeres, sua mulher, e a todos os seus amigos tudo quanto lhe tinha sucedido. Então, os seus sábios e Zeres, sua mulher, lhe disseram: Se Mordecai, perante o qual já começaste a cair, é da descendência dos judeus, não prevalecerás contra ele; antes, certamente, cairás diante dele.
Veio, pois, o rei com Hamã, para beber com a rainha Ester.
No segundo dia, durante o banquete do vinho, disse o rei a Ester: Qual é a tua petição, rainha Ester? E se te dará. Que desejas? Cumprir-se-á ainda que seja metade do reino.
Então, respondeu a rainha Ester e disse: Se perante ti, ó rei, achei favor, e se bem parecer ao rei, dê-se-me por minha petição a minha vida, e, pelo meu desejo, a vida do meu povo.
Porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem e aniquilarem de vez; se ainda como servos e como servas nos tivessem vendido, calar-me-ia, porque o inimigo não merece que eu moleste o rei.
Respondeu Ester: O adversário e inimigo é este mau Hamã. Então, Hamã se perturbou perante o rei e a rainha.
O rei, no seu furor, se levantou do banquete do vinho e passou para o jardim do palácio; Hamã, porém, ficou para rogar por sua vida à rainha Ester, pois viu que o mal contra ele já estava determinado pelo rei.
Tornando o rei do jardim do palácio à casa do banquete do vinho, Hamã tinha caído sobre o divã em que se achava Ester. Então, disse o rei: Acaso, teria ele querido forçar a rainha perante mim, na minha casa? Tendo o rei dito estas palavras, cobriram o rosto de Hamã.
Então, disse Harbona, um dos eunucos que serviam o rei: Eis que existe junto à casa de Hamã a forca de cinqüenta côvados de altura que ele preparou para Mordecai, que falara em defesa do rei. Então, disse o rei: Enforcai-o nela.
Enforcaram, pois, Hamã na forca que ele tinha preparado para Mordecai. Então, o furor do rei se aplacou.
Naquele mesmo dia, deu o rei Assuero à rainha Ester a casa de Hamã, inimigo dos judeus; e Mordecai veio perante o rei, porque Ester lhe fez saber que era seu parente.
Tirou o rei o seu anel, que tinha tomado a Hamã, e o deu a Mordecai. E Ester pôs a Mordecai por superintendente da casa de Hamã.
Falou mais Ester perante o rei e se lhe lançou aos pés; e, com lágrimas, lhe implorou que revogasse a maldade de Hamã, o agagita, e a trama que havia empreendido contra os judeus.
Estendeu o rei para Ester o cetro de ouro. Então, ela se levantou, pôs-se de pé diante do rei
e lhe disse: Se bem parecer ao rei, se eu achei favor perante ele, se esta coisa é reta diante do rei, e se nisto lhe agrado, escreva-se que se revoguem os decretos concebidos por Hamã, filho de Hamedata, o agagita, os quais ele escreveu para aniquilar os judeus que há em todas as províncias do rei.
Pois como poderei ver o mal que sobrevirá ao meu povo? E como poderei ver a destruição da minha parentela?
Então, disse o rei Assuero à rainha Ester e ao judeu Mordecai: Eis que dei a Ester a casa de Hamã, e a ele penduraram numa forca, porquanto intentara matar os judeus.
Escrevei, pois, aos judeus, como bem vos parecer, em nome do rei, e selai-o com o anel do rei; porque os decretos feitos em nome do rei e que com o seu anel se selam não se podem revogar.
Então, foram chamados, sem detença, os secretários do rei, aos vinte e três dias do mês de sivã, que é o terceiro mês. E, segundo tudo quanto ordenou Mordecai, se escreveu um edito para os judeus, para os sátrapas, para os governadores e para os príncipes das províncias que se estendem da Índia à Etiópia, cento e vinte e sete províncias, a cada uma no seu próprio modo de escrever, e a cada povo na sua própria língua; e também aos judeus segundo o seu próprio modo de escrever e a sua própria língua.
Escreveu-se em nome do rei Assuero, e se selou com o anel do rei; as cartas foram enviadas por intermédio de correios montados em ginetes criados na coudelaria do rei.
Nelas, o rei concedia aos judeus de cada cidade que se reunissem e se dispusessem para defender a sua vida, para destruir, matar e aniquilar de vez toda e qualquer força armada do povo da província que viessem contra eles, crianças e mulheres, e que se saqueassem os seus bens, num mesmo dia, em todas as províncias do rei Assuero, no dia treze do duodécimo mês, que é o mês de adar.
A carta, que determinava a proclamação do edito em todas as províncias, foi enviada a todos os povos, para que os judeus se preparassem para aquele dia, para se vingarem dos seus inimigos.
Os correios, montados em ginetes que se usavam no serviço do rei, saíram incontinenti, impelidos pela ordem do rei; e o edito foi publicado na cidadela de Susã.
Então, Mordecai saiu da presença do rei com veste real azul-celeste e branco, como também com grande coroa de ouro e manto de linho fino e púrpura; e a cidade de Susã exultou e se alegrou.
Para os judeus houve felicidade, alegria, regozijo e honra.
Também em toda província e em toda cidade aonde chegava a palavra do rei e a sua ordem, havia entre os judeus alegria e regozijo, banquetes e festas; e muitos, dos povos da terra, se fizeram judeus, porque o temor dos judeus tinha caído sobre eles.
que eram os dez filhos de Hamã, filho de Hamedata, o inimigo dos judeus; porém no despojo não tocaram.
Reuniram-se os judeus que se achavam em Susã também no dia catorze do mês de adar, e mataram, em Susã, a trezentos homens; porém no despojo não tocaram.
Também os demais judeus que se achavam nas províncias do rei se reuniram, e se dispuseram para defender a vida, e tiveram sossego dos seus inimigos; e mataram a setenta e cinco mil dos que os odiavam; porém no despojo não tocaram.
para confirmar estes dias de Purim nos seus tempos determinados, como o judeu Mordecai e a rainha Ester lhes tinham estabelecido, e como eles mesmos já o tinham estabelecido sobre si e sobre a sua descendência, acerca do jejum e do seu lamento.
Pois o judeu Mordecai foi o segundo depois do rei Assuero, e grande para com os judeus, e estimado pela multidão de seus irmãos, tendo procurado o bem-estar do seu povo e trabalhado pela prosperidade de todo o povo da sua raça. (Ester 2.9,15,17,22,23; 3.8; 4.1-3,14,16; 5.2,3,5,6; 6.1-3,6,13; 7.1-4,6-10; 8.1-17; 9.10,15,16,31; 10.3)

Portanto amados, louvamos a Deus por tão grande livramento que sempre concedeu a concede a seus eleitos enquanto houver vida, e na eternidade com Cristo Jesus!

Por diác Joseval Oliveira
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