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sábado, 28 de setembro de 2013

A GLORIA DE DEUS

Ezequiel 1.28

" Como o aspecto do arco que aparece na nuvem em dia de chuva, assim era o resplendor em redor. Esta era a aparência da glória do Senhor; vendo isto, caí com o rosto em terra e ouvi a voz de quem falava".


O objetivo de Deus é a sua gloria, porém isso precisa de cuidadosa explicação, porque é facilmente mal compreendida. Esse objetivo aponta para um propósito, não de egoismo divino, mas de amor divino. Certamente, Deus quer ser louvado por seu caráter meritório e exaltado, por sua grandeza e bondade. Quer ser reconhecido por aquilo que ele é. Mas a gloria, que é seu propósito, tem dois lados. É um relacionamento com duas etapas: de um lado, ele revela sua glória em atos de livre generosidade, e, de outro, seu povo responde com adoração, dando-lhe glória com ações de graça por aquilo que tem visto e recebido. Os seres humanos foram criados para essa reciproca comunhão de amor, e a redenção oferecida por Cristo torna isso possível para os que caíram. A natureza humana é completada pela continua visão da glória de Deus e por corresponder a ele com louvor, do mesmo modo que Deus tem prazer em revelar sua bondade àqueles que recebem (Sl 3.14-17).
"Gloria", no Antigo Testamento, está associada com valor, riqueza, esplendor e dignidade. Quando Moisés pediu para ver a glória de Deus, Deus proclamou seu nome a Moisés, isto é, revelou a Moisés alguma coisa de sua natureza, caráter e poder (Êx 33. 18-34.7: "Eu Sou O Que Sou": A Auto-Revelação de Deus" em Êx 3.15). Acompanhando a proclamação, veio uma assombrosa manifestação física, uma nuvem luminosa como fogo ardente (Êx 24.17). Essa glória da presença de Deus é frequentemente chamada de a "Shekiná" ou de a "glória de Shekiná". A parecia em momentos significativos como um sinal da presença ativa de Deus (Êx 33.22; 34.5; cf. 16.10; 24.17; 40.34; Lv 9.23-24; 1Rs 8.10-11; Ez 1.28; 8.4; 9.3; 10.4; 11.22-23; Mt 17.5; Lc 2.9; cf. At 1.9; 1 Ts 4.17; Ap 1.7). Os escritores do Novo Testamento proclamam que a glória de Deus está agora revelada em Jesus Cristo (Jo 1.14-18; 2 Co 4.3-6; Hb 1.1-3).
Deus é glorificado nos atos de salvação, porque esses atos exibem sua incomparável condescendência, seu inexaurível amor e seu ilimitado poder. "Ao Senhor pertence a salvação" (Jn 2.9), e os que ele salva em nada contribuem para a salvação deles, exceto com sua necessidade (Is 42.8; 48.11). O louvor pela salvação não pertence a ninguém mais, senão só a Deus.
Esta é a razão pela qual a teologia da Reforma insistiu tanto neste princípio: "Glória a Deus somente" (Soli Deo glória) e é a razão pela qual devemos manter esse principio com igual zelo hoje.

A Graça e paz em Cristo Jesus!

Fonte: Bíblia Sagrada
Imagem: Internet: Google imagens