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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O Nascimento virginal de Jesus: Maria era mesmo virgem?


Mt 1.18-25; Lc 1.26-56 e 2.4-7 testemunham em uníssono que o nascimento de Jesus foi fruto de uma concepção miraculosa. Maria engravidou pela ação criadora do Espirito Santo enquanto ela era ainda virgem (Mt 1.20; Lc 1.35).
A maioria dos cristãos aceitava o nascimento virginal sem hesitar até que a teologia moderna começou a questionar os milagres no século 19. Então, a doutrina do nascimento virginal se tornou um ponto critico de discussão acerca do sobrenaturalismo cristão e da divindade de Jesus. O liberalismo moderno rejeitou o nascimento virginal juntamente com outros milagres bíblicos.
Na realidade, o nascimento virginal harmoniza-se perfeitamente com o restante da mensagem do Novo testamento acerca de Jesus. O próprio Jesus operou milagres e ressuscitou miraculosamente dentre os mortos, de modo que a sua entrada miraculosa no mundo não cria nenhuma dificuldade inédita. Uma vez que ele deixou o mundo de maneira sobrenatural, pela ressurreição e ascensão, a sobrenaturalidade do seu nascimento é inteiramente apropriada. Tendo em vista a dignidade e a glória pré-encarnada de Jesus (Jo 1.1-9; 17.5; Fp 2.5-11; Cl 1. 15-17; Hb 1.1-3; 1 Jo 1.1), bem como a glória da obra que ele veio para realizar (Mt 1.21-23; Lc 1.31-35) é natural que o seu nascimento tenha sido glorioso e miraculoso. Rejeitar o nascimento virginal de Jesus corresponde, implicitamente, a questionar todos os ensinamentos do Novo testamento a seu respeito.
A concepção miraculosa de Jesus aponta para a sua divindade e também para a realidade do poder criador que opera no nosso próprio novo nascimento (Jo 1.13). Seu nascimento miraculoso também aponta para a sua impecabilidade. Embora Maria fosse uma pecadora (Lc 1.43-48), deu à luz Aquele que não teve pecado algum. Por meio da operação do Espirito Santo, a humanidade de Jesus não foi maculada pelo pecado, permitindo que Jesus se tornasse o sacrifício perfeito pelos pecados dos homens e o Salvador de sua própria mãe e, com ela, do restante da verdadeira igreja.

Fonte: Bíblia de Estudo de Genebra
Imagem: Internet-Google imagens