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segunda-feira, 3 de março de 2014

Maria, mãe de Jesus cumpria a Lei de Moisés.


Havia certa jovem da linhagem e descendência de Davi, que o anjo de Deus, Gabriel, lhe apareceu em sonho e disse-lhe que iria ter um filho, mesmo antes de se casar com José seu noivo; e que o nome do menino era para se chamar Jesus. Ela questionou admirada, e disse que homem nenhum a tinha tocado ainda, como seria isso? 
Maria apesar de ser ainda jovem, pois a mulher estava apta para casar a partir dos doze anos; já podia ser apresentada a um homem para casar; e ela foi apresentada a José.
E o anjo explicou-lhe como teria  de acontecer. E assim como dissera o anjo, aconteceu. O Espirito Santo de Deus lhe cobriu com sua sombra, e nela foi gerado um ser Eterno chamado Filho do Altíssimo. 
Após seu nascimento ela uniu-se a seu noivo e passaram a viver conjugalmente como os demais casais na presença do SENHOR. (Lucas 1.26-56; 2.1-20)
Após o nascimento de Jesus, ao oitavo dia, o menino se submeteu a circuncisão; uma vez que a Lei de Moisés dizia que todo primogênito, deveria ser circuncidado ao oitavo dia. (Ge 17.12)
E passado o período de purificação da mulher quando dava a luz, ou seja; a mulher ficava sete dias para ser purificada do processo pós-parto, e trinta e três dias afastada de tocar ou pisar em coisas Sagradas, como está escrito em Levitico 12.
E não foi diferente com Maria, ela cumpriu todo cerimonial das ordenanças da Lei, e após tudo isso, juntamente com seu marido, foram apresentar Jesus no Templo lá em Jerusalém diante de Deus como diz na Lei. (Lucas 2.22-24); Levítico 12. 1-8); Êxodo 13.2)
 Após a apresentação de Jesus no Templo, todos os anos voltavam a Jerusalém para as festas anuais e levarem suas ofertas como as demais pessoas, e Jesus crescia em estatura e graça diante dos olhos de seu PAI e de seus pais.
Era ela exemplarmente cumpridora do cerimonial da Lei, juntamente com seu esposo José que sendo da profisão de carpinteiro, vivia segundo a obediência do SENHOR.
E vemos segundo as Escrituras que os pais de Jesus tiveram vida normal de casal, como todos os demais casais; tiveram outros filhos e filhas. (Mateus 12.46-50;13.53-58); (Marcos 3.31-35; 6.1-6), e outros contidos no NT.
Durante o ministério de Jesus, a figura de seu pai José sai de cena definitivamente; raras vezes citadas apenas sua mãe e seus irmãos por aqueles que escreveram os escritos do Novo Testamento.
Observa-se, depois que entrou o paganismo oriundo dos Gregos e Romanos, e principalmente os romanos; que a figura de Maria passa a ter autoridade maior que Jesus, o qual desceu dos céus com toda autoridade que Deus lhe deu. Homens em descumprimento as Escrituras, inventaram que ela permaneceu virgem, mesmo após sua união conjugal com José; atribuíram-lhe o feito de ter sido elevada aos céus de modo semelhante a Jesus. Afirmam que ela dormiu, num processo chamado de “Dormição”, e Jesus desceu dos céus, a fez reviver, e ela foi assunta aos céus estando a direita deles. A elegeram por conta própria como a rainha dos céus; a intercessora dos homens com Jesus e com Deus; lhe atribuíram poderes nos céus e sobre a terra a ponto de Jesus ser subordinado a ela.  Afirmam que “com Jesus tudo e sem Maria nada se pode fazer”.
Há uma grande divergência entre o que está escrito é o que não está. O que está escrito é o que tem valor, tem veracidade, aprovação, realidade, fatos concretos aprovados por Deus, uma vez que a Bíblia só contém aquilo que Deus autorizou ser escrito. É tanto, que profetas tiveram desejos de escrever detalhes de outras coisas, e esses desejos não lhes foram permitidos. Vemos aquela mulher submissa ao Senhor, cumpridora das Leis de Moisés; aquela que ao receber a mensagem do anjo, se curvou com rosto em terra e falou que se cumprisse nela a vontade de Deus. E que ela se humilhava e achava-se indigna de receber tanta graça, e exaltou demais o SENHOR. Reconheceu ser lembrada por toda vida, uma vez que o anjo lhe disse que enquanto houvesse mundo ela seria bem-aventurada entre todas as mulheres. Mas em nenhum momento o anjo ou alguém, lhe atribuiu algum poder.
Não há registro Bíblico que narre algum feito milagroso dela; algum evento que superasse a autoridade de Jesus; não há relatos de nenhum dos autores inspirados e autorizados por Deus e Jesus para que descrevesse algo sobrenatural da parte dela. Nenhum dos apóstolos, ou mesmo os  que não foram apóstolos, mas escreveram algo sobre Jesus, que a conheceram; nada escreveram a seu respeito.
Portanto desacreditados ficam, todo e qualquer dogma a respeito de virgindade após matrimônio; assunção aos céus, intercessão por alguém; que é isso ou aquilo.... Isso é coisa de quem não admite Jesus o único a ser reconhecido como o Salvador; aquele pelo qual Deus selou a Nova Aliança com os homens, para que por meio dEle, todos aqueles que creem sejam salvos.
Maria mãe de Jesus é uma serva de Deus que morreu e está certamente destinada a ser salva, como todos os demais que creem em Jesus. Uma vez que, após a Nova Aliança selada entre Deus e o povo; só será salvo aquele que reconhecer Cristo como seu Senhor e Salvador.

diác joseval Oliveira
Imagem: Internet-Google imagens