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domingo, 15 de junho de 2014

Demônios: Posso ser possuído por um demônio?


Os demônios são seres espirituais (incorpóreos) corruptos e hostis a Deus e à  humanidade. São espíritos decaídos, criaturas imortais associadas a Satanás (em Mateus 1.24-29, Jesus equipara Belzebu, seu suposto príncipe, a Satanás).
Foram expulsos do céu, a fim de aguardar o julgamento final por seus pecados (2 Pe 2.4; Jd 6) e não podem ser redimidos.
Seu objetivo constante é opor-se à glória de Deus e ao bem-estar dos seres humanos; eles estão além da redenção.
No Antigo testamente os demônios são associados com frequência, porém não sempre, a idolatria e às
praticas de adoração pagãs. (Lv 17.7; Dt 32.17; Sl 106.37) Também é dito que exerciam domínio sobre as nações gentias (Sl 82.1; Dn 10.13,20; Mt 4.8-9; Lc 4.5-7), como aquelas que se entregavam aos cultos pagãos.
Para Israel, adorar os deuses de outras nações era o mesmo que adorar demônios e o próprio Satanás.
A apostasia grave de Israel e a tirania das potências estrangeiras durante os seculos entre o Antigo e o Novo Testamento provocaram a infiltração de muitos demônios em Israel nesse período. em decorrência disso, Jesus expulsou esses espíritos malignos de várias pessoas (chamadas de endemoniadas).
A frequência e intensidade das manifestações demoníacas durante o ministério de Cristo são singulares; não houve nada igual no Antigo Testamente nem desde então.
Quando Jesus começou a estabelecer o reino de Deus, começando em Israel (veja o artigo teológico " O reino de Deus", em Mt 4), já publicado neste blog com o título " O reino de Deus: Um reino presente ou futuro"?
Satanás e seus demônios procuraram desesperadamente resistir ao seu avanço (Mt 12.29). 
Esses demônios tinham conhecimento (Mt 1.24) e força (9.17-27) e se aproveitavam de doenças físicas e mentais (Mc 5.1-15; 9.17-18; Lc 11.14).
Ainda assim, esses espíritos malignos reconheciam e temiam a Cristo. estavam sujeitos à sua autoridade (Mc 1.25-26; 3.11-12; 9.25-26), apesar de Jesus admitir que alguns deles eram tão fortes que só podiam ser expulsos mediante oração intensa (Mc 9.29). 
Cristo também autorizou e capacitou seus apóstolos e outros setenta e dois discípulos para expulsar demônios em seu nome (isto é, pela delegação de seu poder e autoridade; Lc 9.1; 10.17; At 16.18), indicando que os seguidores de Jesus também têm autoridade sobre os demônios desde que exercitem a devida devoção e dependência do Espirito Santo (1 Jo 4.4). Em essência, o poder de Satanás sobre as nações já foi destruído por Cristo  (Mt 12.28-29; Cl 2.15;1Pe 3. 21-22; Ap 20.2-3), mas o inimigo e seus exércitos demoníacos ainda não se encontram inteiramente impotentes (Ef 6.11-12; 1Pe 5.8).
Ao longo da historia da igreja, os demônios parecem ser particularmente ativos nas fronteiras do reino de Deus  e nas regiões em que a fé se perdeu (terras outrora cristãs, mas que, posteriormente, negaram o evangelho Como nas Escrituras, os demônios se mostram particularmente agressivos e nos lugares e épocas em que a igreja avança pela primeira vez sobre territórios pagãos.
Não é incomum missionários relatarem embates dramáticos com espíritos malignos. Além disso, como mostra o exemplo de Israel (Dt 32.17; Sl 1-6.37; Mt 10.6-8), a atividade demoníaca aumenta nos lugares
 e épocas de apostasia grave na igreja. Ainda assim, os verdadeiros cristãos têm acesso ao poder de Cristo para combater esse espíritos malignos.
Infelizmente, cristãos bem-intencionados se preocupam de tal modo com esse assunto que acabam atribuindo todos os problemas a demônios. Outros cristãos temem a atividade demoníaca de tal modo que se tornam ineficientes no reino de Deus.
As Escrituras rejeitam essas duas ideias e distinguem a atividade demoníaca, que é extraordinária e sobrenatural, das dificuldades comuns causadas pela queda em pecado. Ademais, as Escrituras indicam que, embora os demônios fomentem problemas de vários tipos na vida de pessoas regeneradas, na qual o Espírito Santo habita, eles não têm o poder de possuir os verdadeiros cristãos. (Mt 12.28-29;1Jo 4.4), nem frustrar o propósito de Deus de salvar os seus eleitos (Jo 10.28-29; Rm 8.38-39)  e que  não podem evitar o seu próprio tormento final  (2 Pe 2.4; Jd 6) Os demônios são inimigos derrotados de Deus (Cl 2.15), e o seu poder limitado é prolongado apenas para avanço da glória de Deus à medida que o seu povo luta contra esses seres malignos. Enquanto permanecerem fiéis a Cristo e dependerem do seu poder para vencer seus inimigos espirituais os seguidores de Cristo não precisam temer o poder dos demônios.

Bíblia de Estudo de Genebra
Imagem: Internet- Google imagens