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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Quem era o deus Baal?



Amados, nesta postagem mostraremos a respeito do falso deus Baal, citado nas Escrituras, com severas advertências para que o povo de Deus não se prostituisse com ele.

Foi a esse Baal que o profeta Elias desafiou 450 de seus falsos profetas adoradores.
Atualmente ainda existe ruinas de seus palácios, construídos com gigantescas pedras de várias toneladas, que causam admiração aos olhos humanos.
Baalbek ou Balbek (em aramaico: Balabakk; Heliópolis para os romanos) é uma cidade histórica do Líbano.
Antiga cidade da Fenícia, no vale do Bekaa, tornou se colônia romana sob Augusto. A acrópole da cidade conserva importantes vestígios romanos.
As gigantescas ruínas de Baalbek se encontram em meio à planície de Beqaa, entre as cordilheiras do Líbano e do Anti-Líbano. Foi chamada Heliópolis, "cidade do sol", pelos gregos e romanos.






Baal (em hebraico: בַּעַל) é uma palavra semítica [carece de fontes] que significa Senhor ou Lorde.
A raiz da palavra significa ele governa ou ele possui, de onde vem o significado literal de senhor ou lorde, e também de marido.
Baal, com o artigo definido, o Baal,era o nome do principal deus masculino dos fenícios e cartagineses,e aparece na Bíblia no plural, como baalim.
Baal é identificado como Moloque.
As estátuas erguidas a Baal eram chamadas de Baalim, ou B'alim. Seus templos e altares eram construídos no alto dos morros sob árvores, ou no teto das casas.
Havia uma grande quantidade de sacerdotes, que queimavam incenso, sacrificavam crianças, dançavam em torno do altar, e, caso suas preces não fossem atendidas, cortavam-se até o sangue jorrar, de forma a conseguir a compaixão de Baal.
Possivelmente, na origem Baal era o verdadeiro senhor do Universo, degenerado depois para a adoração de um ser poderoso que existia no mundo material. Segundo Sanchuniathon, os fenícios adoravam o Sol como o único senhor dos céus, e que este Beelsamen era idêntico a Zeus. Na Septuaginta, Baal é transcrito como Héracles.
Segundo alguns mitologistas, Baal era o planeta Saturno ou Júpiter.

Fenícios e cartagineses

O nome do deus parece constar de uma inscrição encontrada em Malta, como Malkereth Baal Tuor, ou Rei da Cidade, Senhor de Tiro. Os nome Malkereth é uma contração de Rei da Cidade, sugerindo que Baal e Moloque eram o mesmo ídolo.
Assim como entre os germânicos e gregos, os fenícios e cartagineses compuseram vários nomes usando o equivalente de Deus: Ethbaal, com ele Baal, Jerubaal, Baal vai sustentá-lo, Aníbal, graça de Baal, Asdrúbal, ajuda de Baal

Israelitas

Os israelitas o adoravam como Baal-peor, até o tempo de Samuel, e foi o deus oficial das dez tribos na época de Acabe. Ele foi adorado também em Judá, e seu culto só terminou com os rigores do cativeiro na Babilônia. Havia vários sacerdotes de Baal, de várias classes. Seu culto é descrito em I Reis 18:25.1
Várias cidades de Israel tem o nome de Baal em sua formação: Baal-Gad, Baal-Hammon, Baal-Thamar, etc.

Cananeus

O deus-sol, com o título genérico de Baal, era o principal deus dos cananeus. Cada local tinha o seu Baal, e todos eles eram chamados de Baalim, ou senhores. Cada Baal tinha sua esposa.

Moabitas

Em Moabe, no Monte Peor, Baal era adorado como Baal-Peor, identificado como Príapo.

Egípcios

Segundo A. H. Sayce, Amenófis IV havia sido influenciado pelas religiões semitas, por sua ligação com Mitanni, e o deus que ele tentou forçar sobre seus súditos, o disco solar alado, era Baal.

Cristãos

Segundo os escritores judeus medievais, cultuar Baal era a expressão usada para designar os rituais da religião cristã. Segundo o rabino Joseph ben Josua ben Meir, Clóvis havia renegado seu deus e passado a adorar Baal, e construiu um lugar alto para adorá-lo em Paris como Baal-Dionísio, ou seja, a Basílica de Saint-Denis. O rabino José também cita Vicente, da seita do Baal Dominie, ou seja, um frei dominicano, que foi um Satanás para os judeus da Espanha, por volta de 1430.

Baal bíblico
Relato bíblico

Em Canaã, os Hebreus lutaram em várias épocas contra a adoração do "deus" Baal. No Livro dos Juízes (da Bíblia Hebraica), o hebreu Gideão destrói os altares de Baal e a árvore sagrada pertencente aos Midianitas.
Mais tarde, o profeta Elias, no século IX a.C., condenou o Rei Acabe por adorar Baal.

Outros homônimos:
Mica, seu filho; Reaías, seu filho; Baal, seu filho; (1 Crónicas 5:5)

Referencias bíblicas:
    Números 22:41 (Os Hebreus tinha Altares a Baal)
    Juízes 2:13 (o povo de Israel serviram Baal e Asteroth)
    Juízes 6:25 (Deus manda destruir o Altar de Baal)
    1 Reis 16:31 (Jeroboão adora Baal)
    1 Reis 18:19 (Desafio entre Yahweh, Baal e Asteroth)
    1 Reis 22:54 (Acazias adora Baal)
    2 Reis 10:19-28 (Jeú arma uma cilada aos sacerdotes de Baal)
    2 Reis 11:18 (Destruição do Templo de Baal)
    2 Reis 17:16 (Novamente adoração a Baal)
    2 Reis 23:05 (Referência aos adoradores de Baal, da Lua, do Sol e de outros astros.)
    2 Crónicas 23:17 (A morte de Matã o sacerdote de Baal)
    Jeremias 2:8 (O profeta questiona o poder dos sacerdotes de Baal e outros deuses)
    Jeremias 7:9 (Adoração a Baal entre pecados como o furto e o assassínio)
    Jeremias 11
    Jeremias 12:16 (Juras por Baal)
    Jeremias 19:05 (Sacrifícios de crianças a Baal)
    Jeremias 23:13 (Samaritanos loucos profetas de Baal)
    Jeremias 32:29 (Os caldeus adoraram Baal)
    Jeremias 32:35 (Outra referência ao sacrifício de crianças)
    Oseias 2:8 (Milagre)
    Oseias 13:1 (Efraim morre por ser culpado por Baal)
    Sofonias 1:4 (O profeta refere-se aos ídolos)
    Romanos 11:4

Possibilidades na demologia Cristã

Baal Rafar não é um demônio cristão.De acordo com o demonologia cristã, Baal ("Bael geralmente soletrado" neste contexto; há uma possibilidade que as duas figuras não estão conectadas) estiveram classificadas como o primeiro e rei principal no inferno, governando sobre o leste. De acordo com alguns autores o Baal é um duque, com as sessenta e seis legiões de demónios sob seu comando. O termo "Baal" é usado em várias maneiras no Antigo Testamento, com o significado usual do mestre, ou do proprietário. Veio significar às vezes o deus pagão local de um pessoal particular, e ao mesmo tempo todos os ídolos da terra. Igualmente encontra-se em diversos lugares no Baalim plural, ou em Baals (2:11 dos juízes, 10:10). Havia muitas variações, tais como o deus de sol, o deus da fertilidade, e Beelzebuth, senhor das moscas ou Baal Hamon.
Durante o período inglês do Puritano, o Baal foi comparado a Satanás ou considerado seu assistente principal. De acordo com Francis Barrett, tem o poder fazer aqueles que o invocam de forma invisível, e para alguns demonologistas, seu poder é mais forte em outubro e segundo algumas fontes, pode fazer povos sábios, de terem problemas de voz (com um tom vocal caracterizada pela fraqueza da intensidade e excessivo soprosidade), e carregar cinzas em seu bolso.[carece de fontes]
Enquanto seu antecessor semítico foi descrito como um homem ou um touro, o demónio que o Baal assumia, na tradição dos grimórios, a forma de um homem, de um gato, de um sapo, ou de combinações destes. Uma ilustração do livro Dictionnaire infernal (Dicionário do Inferno), de Collin de Plancy em 1818 colocou de forma curiosa, as cabeças das três criaturas em um jogo dos pés da aranha.
A ideia do Baal como um demónio, foi criada quando a cristandade transformou deuses antigos em demónios e o demonologia dividiu assim, a população demoníaca do inferno em diversas hierarquias. O Baal, deus Semita, não escapou, transformando-se em uma entidade separada do Beelzebub. Mas na verdade desde muito antes do cristianismo já existe referência sobre Baal, nos escritos judaicos antigos, por exemplo no Livro dos Reis. O profeta Elias propõe um combate contra os profetas de Baal e segundo o Livro os derrota a todos com fogo enviado dos Céus por Deus.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki
Imagens: http://pt.wikipedia.org/wiki/Baalbek