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domingo, 8 de março de 2015

Rumores de Guerra


Dispara gastos com armamentos no mundo Ações militares se iniciam em campanhas nas redes sociais.


Depois de estar em declínio nos últimos anos, os investimentos mundiais em armamento aumentaram em 2014. A despesa militar global aumentou 1,7% em 2014, após três anos em baixa. A tendência deve prevalecer neste ano.
As guerras jihadistas e o conflito na Ucrânia mostram que existe uma nova tendência mundial. A tendência de declínio dos investimentos de países ocidentais, que começou em 2008 com a crise econômica, foi superada pelas nações “emergentes”.
Os países ocidentais reunidos (Europa e EUA) ainda respondem por mais da metade do orçamento militar global. Esse percentual vem diminuindo drasticamente desde 2010, quando os gastos de defesa ocidental eram responsáveis por dois terços do total global.
Os Estados Unidos continuam a liderar o gasto com um investimento de 581 bilhões de dólares em 2014, um valor equivalente ao orçamento de defesa dos quinze países listados abaixo.
Enquanto Washington reduziu seus gastos em relação a 2013, a China, segunda maior potência militar do mundo, continuou ampliando seu orçamento para 129,4 bilhões de dólares. A Arábia Saudita, terceira força global para os gastos de defesa aumentou cerca de 35% os gastos com armamentos militares, chegando a US$ 80,8 bilhões. Ultrapassou assim a Rússia, que gastou no mesmo período US$ 70 bilhões.
Os dados são do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, em inglês), a principal organização mundial de análise militar. O IISS publicou este mês seu Balanço Militar anual, que avalia 171 países.
Em Londres, John Chipman, o presidente do Instituto, advertiu que existe um novo perfil de guerra sendo desenvolvido. Ele apontou para as redes sociais como uma “arma” responsável pelo alistamento de milhares de soldados, sobretudo para combateram no Oriente Médio. A organização acredita que a ONU deveria agir com urgência para responder a estas ameaças.
No entanto, o IISS reconhece que os ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos, não conseguirão lidar “com a sofisticação dos métodos utilizados pelo Estado Islâmico para recrutar e inspirar seus fãs”. Eles apontam a importância estratégica de ataques cibernéticos, algo que até recentemente não seria considerado um esforço de guerra.
Sua análise também aponta para o desenvolvimento aeroespaciais da Índia e da China pondo fim à hegemonia nesta área dos países mais avançados desde a Guerra Fria. Para o IISS, a estratégia da Rússia na guerra com a Ucrânia, que inclui ações militares acobertadas pode influenciar países como China e Irã. Também deve ser levado em conta os planos da Coreia do Norte de desenvolver um míssil intercontinental.
No Estado governado por Kim Jong-Um, o IISS estima que em oito meses – de fevereiro a setembro de 2014 – ocorreu ‘a atividade mais intensa em testes de mísseis e foguetes’ de toda a história do país. Com informações de EFE


Fonte: Por Jarbas Aragão - http://noticias.gospelprime.com.br/internacional/