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domingo, 5 de julho de 2015

VIVENDO COMO ÁGUIAS


Isaías 40:28-31 

O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nele deve ter o homem,
usou como exemplo de persistência a ser seguido águia.


No versículo 31, ele escreveu: "Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam".

As águias têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade elas abrem suas asas e são capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros
por hora, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que acima das nuvens escuras e das descargas elétricas, brilha o sol.

Na morte as águias também dão excelente lição de confiança. Como todos os seres vivos, elas também morrem um dia. Contudo, alguma vez você já se deparou com o cadáver de uma águia? É
possível que já tenha visto o de uma galinha, de um cachorro, de um pombo. Quem sabe até de um
bicho do mato nessas extensas estradas de reserva ecológica. Mas, com certeza nunca encontrou um
cadáver de águia. Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se
lamentam nem ficam com medo. Localizam o pico de uma montanha inatingível, usam as últimas
forças de seu corpo cansado e voam na sua direção.
E lá esperam, resignadamente, o momento final. Até para morrer, as águias são extraordinárias.

Quando, por ventura, você se deparar com um momento difícil, em que as crises aparecem gerando outras crises, não admita que o desânimo se aposse das suas energias. Eleve-se acima da tempestade, através da oração.

Deus é o autor e o sustentador de todo o bem.
Pequenos dissabores que estejam nos atingindo, são convites a reexaminar os empecilhos que enchem a estrada de nossas vidas.

Sempre que as aflições visitem seu lar em forma de enfermidade ou tristeza, humilhação ou desastre, não se entregue ao desalento. Elas vêm, mas, passam! (João 16.33 e Salmos 46.1).
Entreguemos a Ele o nosso caminho, confiemos
Nele e Ele fará o que for preciso (Salmo 37:5).

Por Rev. Josielson Lira Matos