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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Aborto: Os Dois Pontos Cruciais




O aborto de acordo com a legislação vigente e à luz da Palavra de Deus. A legislação sobre o assunto.

O artigo 128 do Código Penal brasileiro (que é de 1940) permite o aborto quando há risco de vida para a mãe, e quando a gravidez resulta de estupro.
Porém, apenas sete hospitais nos país faziam o aborto legal.

Esse ano, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou a obrigatoriedade do SUS (Sistema Único de Saúde) realizar o aborto nos termos da lei.

O projeto, porém, permite ao médico (não ao hospital) recusar-se a fazer o aborto, por razões de consciência - um reconhecimento de que o assunto é polêmico e que envolve mais que procedimentos médicos e mecânicos.

Por exemplo, o ministro da Saúde, Carlos Albuquerque, disse ser contrário à lei e comparou aborto a um assassinato.
Além disto, médicos podem ter uma resistência natural, pela própria formação deles
(obrigação de lutar pela vida). "O juiz que autoriza o aborto é coautor do crime. Isso fere o direito à vida", disse o desembargador José Geraldo Fonseca, do Tribunal de Justiça de São Paulo, em entrevista ao jornal Estado de São Paulo (22/09/97).

Segundo ele, o artigo 128 do Código Penal não autoriza o aborto nesses casos, mas apenas não prevê pena para quem o pratica. No momento, existem projetos de ampliar a lei, garantindo o aborto também no caso de malformação do feto, com pouca possibilidade de vida após o parto .

O ensino bíblico O assunto é particularmente agudo para os cristãos comprometidos com a Palavra de Deus. É verdade que não há um preceito legal na Bíblia proibindo diretamente o aborto, como "Não abortarás". Mas a razão é clara. Era tão inconcebível
que uma mulher israelita desejasse um aborto que não havia necessidade de proibi-lo explicitamente na lei de Moisés.
Crianças eram consideradas como um presente ou herança de Deus (Gn 33.5; SI 113.9;
127.3). Era Deus quem abria a madre e permitia a gravidez (Gn 29.33; 30.22; 1 Sm 1.19-20). Não ter filhos era considerado uma maldição, já que o nome de família do marido não poderia ser perpetuado (Dt 25.6; Rt 4.5). O aborto era algo tão contrário à mentalidade israelita que bastava um mandamento genérico, "Não matarás" (Êx 20.13). Mas os tempos mudaram.

A sociedade ocidental moderna vê filhos como empecilho à concretização do sonho de
realização pessoal do casal, da mulher em especial, de ter uma boa posição financeira, de aproveitar a vida, de ter lazer, e de trabalhar. A Igreja, entretanto, deve guiar-se pela Palavra de Deus, e não pela ética da sociedade onde está inserida.

(Artigo - Rev. Augustus Nicodemos)
Imagem: Internet- Google imagens