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sábado, 18 de novembro de 2017

Dinossauros e a Bíblia Sagrada


Dinossauros e Outros Bichos Estranhos na Bíblia
 “Porque assim diz o SENHOR que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; ele a confirmou,não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o SENHOR e não há outro” (Is 45.18) ACF

 Muitos são os questionamentos quando tratamos desse assunto à luz da Palavra de Deus, porque devido às falsas teorias muitas pessoas têm se sentido inseguras e receosas em associar o estudo dos dinossauros com a Bíblia, porém o fato de realizar-se tal estudo não implica de forma alguma em colocar a teoria evolucionista em acordo com a Bíblia.
Devemos ter em mente que os dinossauros, são ou foram animais que, em geral, diferem das outras espécies principalmente pela sua
estatura elevada, lembrando ainda que existem alguns dinossauros pequenos, do tamanho aproximado de um coelho.
Devemos olhar para a Palavra de Deus com o coração quebrantado e então veremos o Deus Criador de todas as coisas revelar-se com poder e majestade. Começaremos, então, a ver a eterna soberania que possui o Deus que servimos.
Na biologia os dinossauros são classificados com répteis, sendo assim Gn 1.24 – 25 declara:

“E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi. E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom” (Gn 1.24-25)ACF

 “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, esobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra” (Gn1.26)ACF

Contudo, muitas pessoas têm afirmado que a Bíblia não fala sobre dinossauros, pois tal palavra não encontra-se nas Sagradas Escrituras. Essa questão é respondida quando estudamos a origem do termo dinossauro que só veio a ser inventado em 1841,pelo médico inglês Gideon Mantell, que encontrou ossos e dentes de um grande animal, que ele achou semelhante aos de umaiguana, denominando-o de Iguanodon (“dente de Iguana”). Posteriormente, dois enormes fósseis foram encontrados naInglaterra, o de um Megalosaurus e o de um Hylaeosaurus. Apenas em 1841 receberam um nome para seu grupo.
Atualmente são catalogados cerca de 2000 espécies diferentes, divididas em 650 gêneros, e são descobertos em média 12 novas espécies por ano. Apesar do termo “dinossauro” só ser inventado em 1841, esse animal sempre existiu independente do nome que viesse a receber: monstro, dragão, criatura, dinossauro etc.
A versão inglesa da Bíblia – Rei James (Tiago) – KJV (King James Version) escrita em 1611 já falava a respeito dos grandes animais, que posteriormente viemos a chamar de dinossauros. Partindo da certeza que os dinossauros fazem parte da criação de Deus, devemos deduzir que a Palavra de Deus – Bíblia – também deve relatar algo a respeito.
Os principais textos bíblicos que citam tais animais são:
- Jó 40 – 41
- Sl 74.13 – 17; 104.26
- Is 27.1
- Jó 40. 15–24
Devemos observar que Deus, ao falar com Jó, estava demonstrando seu infinito poder e majestade e para isso utilizou um exemplo que era bem familiar a Jó, para que ele pudesse ter um ponto de referência para compreender o que Deus estava falando.
(Jó 40.15 – hipopótamo). A palavra aqui utilizada, no original (hebraico), é Behemoth e não hipopótamo.
Ao observarmos as características físicas desse animal concluiremos que se trata de outro ser que não o hipopótamo.
(Jó 40.16 – 17). A descrição bíblica indica que o animal possuía uma cauda grande e potente, pois é comparada com o cedro – árvore alta forte e resistente. Se um hipopótamo, ou mesmo um elefante, possuísse uma cauda como é descrito nov.17 seriam bem diferentes do que conhecemos hoje. cf. (Jó 40.20, 23)
A declaração é que tal animal se alimentava em lugares altos, diferente do hipopótamo e do elefante.
Juntamente com o v.23 concluímos que se trata de um animal muito grande e pesado, pois não se alarma com enchentes, mesmo de um rio como o Jordão, com um considerável volume de águas. Ao observarmos a descrição de tal animal, feita por Deus, que eu fiz contigo, destacamos ainda a afirmação feita pelo Senhor que assim como Ele criou a Jó(homem) também criou tal animal – Jó 40.15: “que eu fiz contigo” e Jó 40.19: “Ele é obra-prima dos caminhos de Deus”.                                 Algumas versões traduzem tal animal como hipopótamo, porém o hipopótamo não é encontrado na região geográfica que descreve esse acontecimento bíblico. Segundo alguns pesquisadores esse animal é identificado, hoje, com o Braquiossauro, porém não temos certeza se é realmente tal animal ou outra espécie.
- Jó 41
Estaremos observando os principais versículos contidos nesse capítulo, onde iremos observar que o animal aqui descrito não se trata de um crocodilo ou jacaré. v.1 - A palavra utilizada no original (hebraico) não é crocodilo, mas sim Leviathan.
Faz-se menção acerca de travar a língua do crocodilo com uma corda, porém o crocodilo, assim como o jacaré, não possui uma língua solta, mas presa à parte inferior de sua boca. Deus continua sua explanação com Jó descrevendo de forma detalhada as características físicas de tal animal. cf. (Jó 41.18,19,20,21,31,32) - Nesses versículos encontramos a afirmação de que o Leviathan, aos olhos humanos, cuspia fogo. Seria isso possível? O fato é que essa informação tem feito com que muitas pessoas passassem a afirmar que o texto utiliza uma linguagem figurada, pois não existe animal que “cuspa fogo”.
Muitas pessoas, como já falamos, por falta de informação fazem afirmações que terminam por comprometer a veracidade e infalibilidade da Bíblia. Alguns contestam o fato alegando ser impossível um animal realizar tal ação, contudo esquece-se que outros animais produzem energia como o peixe elétrico e outros luz como algumas espécies de animais marinhos e o ‘vaga-lume’.
Em casos como esses, alguns cientistas se colocam como omissos, conhecendo a verdade, todavia escondendo-a da população, pois tais informações irão desmoronar suas teorias e comprovar os relatos bíblicos. Sabemos da existência de um besouro conhecido por alguns como besouro bombardeiro ou escaravelho – bombardier beetle.
Esse animal possui em seu interior um sistema de ‘bolsas’ que é capaz de armazenar substâncias inflamáveis como ahidroquinona e peróxido de hidrogênio que ao entrar em contato com o ambiente inflama. Esse besouro utiliza esse recurso para defesa e ao observarmos temos a impressão que o animal está expelindo fogo de seu corpo. Esse recurso é bem eficiente na defesa do besouro, já que o produto inflamável está a uma temperatura de 212°F (100°C) e é protegido pelo uso de um inibidor natural, não prejudicando o seu portador. Essa informação não seria tão interessante se não fosse pelo fato de três animais pré-históricos (dinossauros) terem sido encontrados com características semelhantes às do bombardier beetle.Tais animais são o Kronossauro e o Hadrossauro e o Plesiossauro. Ao estudar-se a estrutura craniana do Hadrossauro,constatou-se que o seu crânio possuía órgãos, bexigas e câmaras bem semelhantes às do besouro, permitindo que oHadrossauro (Hadrossaur parasaurolophus) não só criasse, mas armazenasse e lançasse produtos químicos inflamáveis para proteger-se, ou atacar, sem queimar-se ou machucar-se. Esse animal pode perfeitamente ser o dragão citado nas histórias de várias civilizações, e que ao longo dos anos passaram a exagerar nos relatos, ingressando-o na categoria de contos mitológicos. O que sabemos de real é que tal animal existiu, foi relatado na Bíblia e também fez parte da Criação de Deus. Se um animal pequeno pode produzir produtos químicos inflamáveis a uma temperatura de 100°C e não queimar-se, nada impede que um animal de grande porte com características imensamente semelhantes também o fizesse. v.22 “No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer”(Jó 41.22)ACF
É destacado que a força desse animal reside no pescoço, porém a força de um crocodilo reside na cauda e na mandíbula, não no pescoço. Mais uma vez percebemos que tal animal não é um crocodilo ou jacaré.v.26-29 “Se alguém lhe tocar com a espada, essa não poderá penetrar, nem lança, dardo ou flecha. Ele considera o ferro como palha, e o cobre como pau podre. A seta o não fará fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho. As pedras atiradas são para ele como arestas, e ri-se do brandir da lança” (Jó 41.26-29)ACF
As características físicas do animal demonstram que ele possui uma resistência física bem superior a qualquer crocodilo, mesmo os pré-históricos já encontrados. v.30
“Debaixo de si tem conchas pontiagudas; estende-se sobre coisas pontiagudas como na lama” (Jó 41.30)ACF
Sabemos que o ventre dos crocodilos são lisos e não possuem escamas pontiagudas como observamos no relato bíblico.
O Leviathan possuía escamas pontiagudas no ventre. v.33,34 “Na terra não há coisa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor. Ele vê tudo que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba” (Jó 41.33-34)ACF
Ao observarmos a descrição do tamanho do animal percebemos que o mesmo é de grande porte, pois “olha com desprezo tudo o que é alto”. Ao contrário dos crocodilos que, dependendo da espécie, podem chegar a 5 metros ou mais de ‘comprimento’ e não de altura, tais animais eram muito altos.
Em geral, os crocodilos são baixos e não altos como descreve o texto bíblico.
. Sl 74.13-17 – “Tu dividiste o mar pela tua força; quebrantaste as cabeças das baleias nas águas. Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto. Fendeste a fonte e o ribeiro; secaste os rios impetuosos. Teu é o dia e tua é a noite; preparaste a luz e o sol. Estabeleceste todos os limites da terra; verão e inverno tu os formaste” (Sl 74.13-17)ACF
. O animal aqui citado trata-se do Leviathan, que possui as mesmas características do animal em Jó 40.
. Sl 104.26 – “Ali andam os navios; e o leviatã que formaste para nele folgar” (Sl 104.26)ACF
Ao observarmos o contexto do capítulo 104 iremos observar que o salmista referia-se a coisas reais, como animais grandes e pequenos e o monstro marinho – Leviathan.
             
Por: Robson Tavares Fernandes
http://solascriptura-tt.org/Bibliologia




Dinossauros e a Bíblia. O que diz a Palavra de Deus a respeito desses seres pré-históricos?


O fato de hoje estarmos encontrando fósseis de dinossauros e animais pré-históricos, que não são (segundo alguns acreditam) mencionados na Bíblia, não quer dizer que haja algum erro na palavra de Deus, mas sim que há uma necessidade de entendermos como é isso e o porquê disso.
Um ateu ou crítico da Bíblia logo elucidaria o caso sem mesmo procurar explicações para ele.
É incrível como homens se esforçam tanto para provarem teorias até mesmo ridículas, mas quando se trata de entender a Palavra de Deus e coisas referentes a Ele, preferem ficar ignorantes e não fazer nenhum esforço para encontrar a verdade.
Para chegarmos a algumas conclusões sobre a existência de dinossauros e entendermos as evidências encontradas no registro fóssil, vamos primeiramente trabalhar com algumas hipóteses e questões que precisam ser avaliadas com cuidado.

1º Se existiu um mundo pré-histórico a milhões de anos, então a Bíblia estaria mentindo quando afirma que a terra teria apenas alguns milhares de anos?
2º Se os dinossauros realmente existiram, por que a Bíblia não os menciona?
3º Se dinossauros existiram então os relatos bíblicos sobre a criação dos animais e dos seres humanos, não passam de uma mentira?

Como podemos ver, apenas nestes três pontos não há como consolidar as descobertas da existência de dinossauros com as narrativas bíblicas.
Se aceitarmos a ideia de um mundo pré-histórico com criaturas gigantescas e um planeta totalmente jurássico como é comum vermos nas produções cinematográficas, então teremos que acreditar que a Bíblia não foi honesta conosco e que não passa de uma fábula, ou uma meia verdade. Teremos que abrir espaço para muitas outras teorias científicas propostas pelo homem. Fazendo isso, acabaremos por abandonar totalmente o conceito de que a Bíblia é a palavra de um Deus criador, que arquitetou e criou todo o universo e a vida como nos é exposta nas Escrituras.
Mas, e se encontrássemos provas de que os dinossauros realmente existiram e que se encaixam perfeitamente com a visão bíblica e que não há nada na existência destas criaturas que venha a desmentir a Palavra de Deus?
Para que isso aconteça teremos que trazer os dinossauros para tempos mais atuais da história humana. Teremos que colocá-los vivos na época de Adão e Eva, nos tempos de Noé, Moisés, Davi e até quem sabe, em nossos dias.

Mas seria isto possível?

É exatamente isto que este artigo espera provar. Que este grande enigma referente a história dos dinossauros e a narrativa bíblica, na verdade não é tão antigo como muitos afirmam.
Mas em qual parte da Bíblia diz que os dinossauros existiram?
Antes de mais nada, gostaria de adiantar que a palavra “dinossauro” só passou a existir a partir do século XIX, mais precisamente em 1841, com o paleontólogo inglês Richard Owen. Logo, não queira encontrar essa palavra na Bíblia, pois ela foi escrita muito tempo antes do seu surgimento. Aliás, o surgimento dos fósseis de dinossauros vieram muito tempo depois das escrituras sagradas.
O que podemos encontrar na  bíblia sagrada são algumas referências de animais gigantescos que provavelmente se tratam dos dinossauros .
A primeira referência a estes seres é Gên. 1:21 “Deus criou as grandes baleias”. A palavra hebraica para baleias é TANNIYM, que significa «monstro». Esta palavra surge mais de 20 vezes em toda a Bíblia.
Outra passagem relativa a dinossauros é Isaías 27:1. Fala de um tipo de dragão marinho denominado de Leviatã (veja Salmo 74:14; 104:26), e está descrito pelo próprio Deus em Jó 41:1-34.

“Naquele dia o Senhor castigará com a sua dura espada, grande e forte, o Leviatã, a serpente veloz, e o Leviatã, a serpente tortuosa, e matará o dragão que está no mar” (Isaías 27:1)

“Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto” (Salmo 74:14)

“Tal é este vasto e espaçoso mar onde se movem seres inumeráveis, animais pequenos e grandes. Ali passam os navios; e o leviatã para nele folgar” (Salmo 104:25,26)

A grande serpente chamada pela Bíblia de LEVIATÃ é apresentada como um animal de grande porte chegando a ser comparado com um navio.
Em algumas versões das escrituras traduzidas para nossa língua o Leviatã aparece com o nome de crocodilo. Alguns se valem desta errônea tradução para afirmar que ele não é uma criatura monstruosa e semelhante a um dragão.
Porém vamos analisar alguns dos versículos que nos falam deste animal e vejamos se é possível compara-lo com um simples crocodilo:
Põe a tua mão sobre ele, lembra-te da peleja, e nunca mais tal intentarás.
Quem descobriria a superfície do seu vestido? Quem entrará entre as suas queixadas dobradas?
Quem abriria as portas do seu rosto? Pois em roda dos seus dentes está o terror.
As suas fortes escamas são excelentíssimas, cada uma fechada como com selo apertado.
Uma à outra se chega tão perto, que nem um assopro passa por entre elas.
Umas às outras se ligam; tanto aderem entre si, que não se podem separar,
Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva.”
Jó, 41: 8-14
Pelo que podemos constatar. apenas neste trecho da para notar que se trata de um animal grande e temido, possuía um corpo coberto de escamas e seus espirros produziam um grande estrondo ou até fogo.
Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
Do seu nariz procede fumo, como duma panela fervente, ou duma grande caldeira.
O seu hálito faria acender os carvões; e da sua boca sai chama.
Jó 41: 19-21
Vemos evidentemente ser um animal que soltava fogo pela boca, ou na mais longínqua das interpretações, estariam a expressar a ferocidade deste animal. Porém a interpretação literal é mais aproximada do sentido que o autor parece querer dar ao texto, devido à ênfase ao fato do animal soltar fogo.
No seu pescoço pousa a força; perante ele até a tristeza salta de prazer.
Os músculos da sua carne estão pegados entre si; cada um está firme nele, e nenhum se move.
O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo.
Levantando-se ele, tremem os valentes; em razão dos seus abalos se purificam.
Se alguém lhe tocar com a espada, essa não poderá penetrar, nem lança dardo ou flecha.
Ele reputa o ferro palha, e o cobre pau podre.
A seta o não fará fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho.
As pedras atiradas são para ele como arestas, ri-se do brandir da lança.
Debaixo de si tem conchas pontiagudas; estende-se sobre cousas pontiagudas como na lama.
Jó 41:22-30
Era um animal imune a armas por causa da dureza de seu corpo ou couraça. Dando a entender também ser grande e forte. Os textos afirmam que para ele o ferro era semelhante a palha e o cobre semelhante a pau podre, podia também se lançar contra coisas pontiagudas e mal nenhum lhe faria.
As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como quando os unguentos fervem.
Após ele alumia o caminho; parece o abismo tornado em brancura de cãs.
Na terra não há cousa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor.
Jó 41: 31-33
Mais uma vez o texto relaciona este animal a fogo ou calor intenso e o distingue de qualquer outro animal existente na Terra.
Ele vê tudo que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba.
Jó 41:34
Por fim o texto bíblico nos mostra o animal como um gigante que podia ver tudo do alto e ser maior que qualquer outro animal gigante.
Mediante a estas informações poderíamos concluir que este animal é um crocodilo? Obviamente que não! As características dadas na Bíblia sobre esta fera não se encaixam com a figura de um crocodilo e sim com um dragão ou possivelmente um Dinossauro.
Alguns reconhecem as narrativas bíblicas sobre o Leviatã apenas como uma lenda, afirmando que o Livro de Jó era uma ficção, já que este livro nos transmite a imagem deste animal que se parece muito com as narrativas mitológicas sobre dragões e animais semelhantes, pois Jó afirma que o Leviatã cuspia fogo.
Seria possível então este animal ter existido? Ou melhor, seria possível ter havido um animal que cuspia fogo? Independente de os escritos de Jó falarem literalmente ou simbolicamente sobre este assunto, a possibilidade de ter existido algum animal que cuspia fogo, não é muito absurda.

Eis a prova:
                     
Deus preservou até aos dias de hoje alguns pequenos seres, chamados besouros bombardeiros, com pouco mais de 1 cm, que nos mostram como era possível lançar “fogo”.
Estes besouros têm um pequeno canhão nas suas caudas, cada qual com um gás venenoso. Quando sentem perigo misturam estes dois gases, formando uma bola de gás quente e nocivo que ataca os seus inimigos.
Existem bolsas que armazenam substâncias inflamáveis como a hidroquinona e peróxido de hidrogênio que ao entrar em contato com o ambiente inflama.
Esse besouro utiliza esse recurso para defesa e ao observarmos temos a impressão que o animal está expelindo fogo de seu corpo. O produto inflamável está a uma temperatura de 212°F (100°C) e é protegido pelo uso de um inibidor natural, não prejudicando o seu portador
Dentre as descobertas que temos hoje, alguns dinossauros parecem se assemelhar com o besouro bombardeiro. O Kronossauro e o Hadrossauro e o Plesiossauro possuíam uma estrutura craniana com órgãos em forma de bexigas e câmaras provavelmente usadas para armazenar produtos químicos e também lançar estes produtos inflamáveis para proteger-se, ou atacar, sem queimar-se ou machucar-se. Em fósseis destes animais foram encontradas em seu crânio quantidades de magnésio metálico, uma substancia inflamável e que se torna ainda mais volátil em contato com a água. Isto explicaria muito bem as passagens bíblicas já mencionadas anteriormente.
Existe uma grande possibilidade que um destes dinossauros sejam a espécie que Bíblia chama de LEVIATÃ ou mesmo DRAGÃO.
Outro termo usado para definir a figura de um Dinossauro na Bíblia Sagrada é BEHEMOTH no original hebraico. Algumas versões da Bíblia traduziram este nome como hipopótamo ou elefante. Porem é pouco provável que esta seja a tradução correta para a palavra, pois as características aplicadas ao animal são totalmente diferentes das do hipopótamo e do elefante. Além disso, não são encontrados hipopótamos e elefantes nas regiões geográficas a que o texto faz referencia. É possível que João Ferreira de Almeida tenha traduzido a palavra Behemoth para Hipopótamo, pois naquela época ainda não havia sido descoberto um animal com essas características. E o animal que mais se aproximava daquele animal descrito na Bíblia naquela época seria mesmo um hipopótamo, pois a narrativa bíblica diz que ele era um animal  herbívoro. Assim, o tradutor teria feito uma associação com um grande animal que já era conhecido no seu tempo.
Importante dizer também que João Ferreira de Almeida traduziu a bíblia no século XVI, e os primeiros fósseis de dinossauros passaram a ser descobertos no século XVIII.
A palavra BEHEMOTH ou Be-hay-mohth, se fosse traduzida ao pé da letra teria um significado mais aproximado a “raposa marinha” ou quadrúpede de grande porte ou mesmo uma besta.
Muitos estudiosos acreditam que o texto na realidade está se referindo a um dinossauro, o Braquiossauro, que se encaixaria melhor no que se refere a este estranho animal mencionado nas sagradas escrituras.

No livro de Jó um dos livros mais antigos da Bíblia, temos a seguinte descrição deste animal:

Contemplas agora o beemote, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi.Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre.Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos.Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro.Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada.Em verdade os montes lhe produzem pastos, onde todos os animais do campo folgam.Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo das canas e da lama. As árvores sombrias o cobrem, com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando ainda que o Jordão se levante até à sua boca; Podê-lo-iam porventura caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?
( Jó 40:15-24:)
O livro de Jó afirma que o animal move a cauda como o cedro. Isso nos dá a entender que havia certo poder na cauda do animal mencionado, pois a sua cauda é comparada ao cedro que é uma arvore grande e forte. Não seria possível que este trecho estivesse se referindo ao elefante ou hipopótamo, pois suas caudas são insignificantes.
Também existe a afirmação de que este animal habitava nos montes e que eles lhes eram pastos, diferente de hipopótamos e elefantes.
As narrativas de Jó descrevem, ou dão a entender que o animal era muito grande, pois nem mesmo com o transbordar ou enchente de um rio como o Jordão “até sua boca” este animal não teria temores, o que poderia significar que era bastante pesado.
Na biologia os dinossauros são classificados como répteis, sendo assim Gn 1: 24 – 25 declaram: “Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez”.
O que podemos concluir com isso?
Provavelmente os dinossauros não viveram a milhões de anos como muitos afirmam, mas sim contemporaneamente com o homem.

Veja essa imagem ao lado. 
No leito do Rio Paluxy, perto do Glen Rose, Texas EUA, foram descobertas impressões distintas e perfeitamente conservadas de patas de dinossauros. Na mesma camada geológica, bem ao lado da impressão deixada pela pata do dinossauro, havia outra, proveniente de um pé humano. Parece até que o homem teria perseguido o dinossauro. Sem dúvida aquele ser humano avistara um dinossauro vivo.

Veja essa outra incrível descoberta: 

Tecido original de dinossauro presente nos fósseis ósseos são provavelmente o achado mais controverso de toda a paleontologia.
Segundo se sabe, eles preferem debater se os tecidos são reais, tendo como base as medições levadas em laboratórios, ou se as taxas de decaimento dos tecidos são reais, tendo como fundamento o que se observa empiricamente no decaimento dos tecidos actuais,O último relatório em torno deste assunto caracterizou os bioquímicos originais de dinossauro encontrados dentro dos fósseis de ossos, e acrescenta mais evidências que confirmam que a autenticidade dos químicos.
Portanto, o problema de se encontrar tecido macio dentro de fósseis de dinossauro, é que os cientistas afirmam que os dinossauros tem “milhões de anos”.
Ora, isso não é possível!  Não existe nenhuma possibilidade de ainda existir tecido macio em um animal que viveu a milhões de anos. Mas um animal que tenha vivido a mais ou menos 5 mil anos atrás é  totalmente possível. Aliás, essa é uma aposta da arqueologia.