sexta-feira, 29 de abril de 2011

ARREPENDIMENTO E ESPERANÇA


(Salmos 102.1-28)
[Oração do aflito que, desfalecido, derrama o seu queixume perante o SENHOR]

Ouve, SENHOR, a minha súplica, e cheguem a ti os meus clamores. Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos; no dia em que eu clamar, dá-te pressa em acudir-me. Porque os meus dias, como fumaça, se desvanecem, e os meus ossos ardem como em fornalha. Ferido como a erva, secou-se o meu coração; até me esqueço de comer o meu pão. Os meus ossos já se apegam à pele, por causa do meu dolorido gemer. Sou como o pelicano no deserto, como a coruja das ruínas. Não durmo e sou como o passarinho solitário nos telhados. Os meus inimigos me insultam a toda hora; furiosos contra mim, praguejam com o meu próprio nome. Por pão tenho comido cinza e misturado com lágrimas a minha bebida, por causa da tua indignação e da tua ira, porque me elevaste e depois me abateste. Como a sombra que declina, assim os meus dias, e eu me vou secando como a relva. Tu, porém, SENHOR, permaneces para sempre, e a memória do teu nome, de geração em geração. Levantar-te-ás e terás piedade de Sião; é tempo de te compadeceres dela, e já é vinda a sua hora; porque os teus servos amam até as pedras de Sião e se condoem do seu pó. Todas as nações temerão o nome do SENHOR, e todos os reis da terra, a sua glória; porque o SENHOR edificou a Sião, apareceu na sua glória, atendeu à oração do desamparado e não lhe desdenhou as preces. Ficará isto registrado para a geração futura, e um povo, que há de ser criado, louvará ao SENHOR; que o SENHOR, do alto do seu santuário, desde os céus, baixou vistas à terra, para ouvir o gemido dos cativos e libertar os condenados à morte, a fim de que seja anunciado em Sião o nome do SENHOR e o seu louvor, em Jerusalém, quando se reunirem os povos e os reinos, para servirem ao SENHOR. Ele me abateu a força no caminho e me abreviou os dias. Dizia eu: Deus meu, não me leves na metade de minha vida; tu, cujos anos se estendem por todas as gerações. Em tempos remotos, lançaste os fundamentos da terra; e os céus são obra das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permaneces; todos eles envelhecerão como uma veste, como roupa os mudarás, e serão mudados. Tu, porém, és sempre o mesmo, e os teus anos jamais terão fim. Os filhos dos teus servos habitarão seguros, e diante de ti se estabelecerá a sua descendência.

Fonte: Bíblia Sagrada
Imagem: Internet- Google Imagens

2 comentários:

  1. Paz do Senhor, irmão Joseval.
    Estive ausente por esses dias, mas confesso que já estava com saudades de visitar o Divulgador.

    Em Salmos 102, percebemos que, apesar da aflição, Davi não estava desesperado. A fé do salmista fez com que ele já apreciasse o que estava por vir.

    Passar por momentos difíceis sem Deus é desesperador, mas, quando temos a certeza de que Ele está no controle das nossas vidas, glorificamos nas dificuldades e tiramos delas o máximo de aprendizado possível.

    Os desertos ajudam os cristãos a crescerem no Senhor.

    Que O Soberano Pai continue usando a sua vida!

    Tenha um lindo final de semana!

    Isabela - http://erguendovidas.blogspot.com/

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  2. È verdade irmã Isabela, Os desertos ajudam os cristãos a buscarem o Senhor. Ele é o refugio de quem se apressa em buscá-lo.
    Graça e paz irmã.
    Deus seja contigo!

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Graça e paz!
Querido visitante, grato pela sua visita!
Deus te abençoe grandemente!