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Na visão humana, na nossa falibilidade, imaginemos um casal se preparando para casar apresentando diante do altar de Deus sua vidas para fazerem o que Ele ordenou…crescei e multiplicai-vos!….e a noiva achar-se grávida, simbolo de uma quebra de obediência e ordenança diante da face do Senhor!? Isso foi tão constrangedor para José quando soube que sua mente entrou em parafusos e lhe veio muitas formas de ocultar um fato que não cometeu, nem motivo acusatório sobre sua futura esposa.


Os evangelhos de Mateus cap. 1.18-25; Lucas cap. 1.26-56 e cap. 2.4-7 testemunham em uníssono que o nascimento de Jesus foi fruto de uma concepção miraculosa. Maria engravidou pela ação criadora do Espirito Santo enquanto ela ainda era virgem (Mt 1.20; Lc 1.35).
A maioria dos cristãos aceitava o nascimento virginal sem hesitar até que a teologia moderna começou a questionar os milagres no século 19. Então, a doutrina do nascimento virginal se tornou um ponto crítico de discussão acerca do sobrenaturalismo cristão e da divindade de Jesus. O liberalismo moderno rejeitou o nascimento virginal juntamente com outros milagres bíblicos.
Na realidade, o nascimento virginal harmoniza-se perfeitamente com o restante da mensagem do Novo Testamento acerca de Jesus. O próprio Jesus operou milagres e ressuscitou miraculosamente dentre os mortos, de modo que a sua entrada miraculosa no mundo não cria nenhuma dificuldade inédita. Uma vez que deixou o mundo de maneira sobrenatural, pela ressurreição e ascensão, a sobrenaturalidade do seu nascimento é inteiramente apropriada. Tendo em vista a dignidade e a glória pré-encarnada de Jesus (Jo 1.1-9; 17.5; Fp 2.5-11; Cl 1.15-17; Hb 1.1-3; 1Jo 1.1), bem como a glória da obra que ele veio para realizar (Mt 1.21-23; Lc 1.31-35) é natural que o seu nascimento tenha sido glorioso e miraculoso. Rejeitar o nascimento virginal de Jesus corresponde, implicitamente, a questionar todos os ensinamentos do Novo Testamento a seu respeito.
A concepção miraculosa de Jesus aponta para a sua divindade e também para a realidade do poder criador que opera no nosso próprio novo nascimento (Jo 1.13). Seu nascimento miraculoso também aponta para a sua impecabilidade. Embora Maria fosse uma pecadora (Lc 1.43-48), deu à luz Aquele que não teve pecado algum. Por meio da operação do Espirito Santo, a humanidade de Jesus não foi maculada pelo pecado, permitindo que Jesus se tornasse o sacrifício perfeito pelos pecados dos homens e o Salvador de sua própria mãe e, do restante da verdadeira igreja.
Vejamos que o noivado era uma promessa de casamento, era tão comprometedor como o casamento, e a infidelidade durante o noivado tornaria virtualmente obrigatório o divórcio, uma vez que não divorciar-se seria uma aceitação implícita da própria culpa. Em seu evangelho Levi Mateus apresenta claramente Maria como virgem até o nascimento de Jesus. A concepção de uma virgem foi um milagre e certamente foi um sinal da iminente redenção de Deus de seu povo e de sua presença com ele “ O nascimento virginal de Jesus”, em Mt 1.


Fonte: Bíblia Sagrada de Genebra
Imagem extraída da internet sem fins lucrativos nem propriedade particular

Divulgador de Cristo

Author: Divulgador de Cristo

Cristão, Presbíteriano o qual foi alcançado pela graça de Cristo Jesus, por meio da fé aplicada por Deus, como está escrito:
Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda. João 15:16
E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16:15
Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Mateus 28:19
Após minha conversão, o Senhor despertou em meu coração o desejo de compartilhar algo relacionado com sua Palavra e os ensinamentos de Jesus Cristo para as pessoas, uma vez que conhecendo elas e crendo pudessem ter acesso a ele por meio da fé em seus corações, como está escrito nas palavras das Escrituras: ” E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo”. (Romanos 10.17)

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